Uma menina, mulher que adora aventuras de personalidade forte e e tinhosa.
Um tanto comunicativa mais necessito de um espaço só meu. Sou egoísta,penso muito em mim pois a algum tempo costumo dizer “que aprendi a me amar primeiro,para evitar sofrimentos desnecessários ” , tento ser racional , mais sempre me deixo levar pelo emocional.
Acredito que se faz com amor e dedicação seja próspero.Mentiria se dissesse que não sou capitalista, mais a escassez do sistema me traz uma certa revolta pois odeio injustiça.
Não sou u,a pessoa de fácil convivência, pois me acho organizada e por isso me nego a aceitar o espaço do outro.considero a família e educação a base para uma vida melhor.
Adoro sair e conhecer o novo. Por isso decidir ingressar no curso de geografia, a ciência mais abrangente,para mim a necessidade de entender as divisões políticas do planeta é imensa.
Estar rodeada de amigos me faz bem . para mim um sorriso sempre conforta,por isso me acho um tanto sorridente,não me ligo a religião mais carrego comigo uma força maior DEUS .
Por fim , acho que já amadureci a vida me impôs isso, aprendi com erros e acertos vivo em constate mudança, encaro a vida com responsabilidade e insensatez.Brincar de se feliz é o termo que seixo para melhor me definir!
Isla Tainar, III Semestre de geografia da manhã
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Ao longo das aulas reconheci que desenvolvi o tipo 6, pois costumava guardar somente para mim minhas emoções e sentimentos, era bastante tímida, não conseguia relaxar com facilidade e não tinha habilidade para relacionamentos. Hoje reconheço que perdi várias oportunidades de aprender algo novo e conquistar mais amigos, pelo medo de arriscar, cometer erros ou de que alguém não gostasse de mim. Percebi que precisamos lutar com tudo para ser feliz, não deixando as oportunidades passarem ou esperar que um dia tudo se resolva e a felicidade bata na nossa porta. Creio que ser feliz é uma questão de escolha, e essa escolha depende de cada um de nós.
Jordânia Oliveira de Sousa
20 anos
Curso de Ciências Biológicas
Juazeiro do Norte
Jordânia Oliveira de Sousa
20 anos
Curso de Ciências Biológicas
Juazeiro do Norte
Eneagrama
Sempre morei com minha mãe e meu irmão, meu pai nos deixou quando eu tinha 1 ano de idade, minha mãe soube nos ensinar o caminho certo a ser seguido na nossa vida, hoje agradeço a minha mãe pela a personalidade que tenho,pois ela que me ajudou a criá-la. Depois de algum tempo ficamos sabendo que meu pai estava morando em São Paulo e ele mesmo nos procurou. Hoje meu pai nos dá segurança, se preocupa conosco e posso dizer que meu pai é o meu melhor amigo aqui na terra, expresso sentimentos a ele que não expresso com minha mãe, ele sempre consegue me entender e qualquer dificuldade que tenho comunico a ele e ele tenta resolver da melhor forma possível, muitas vezes queria ser igual a ele com uma paciência inabalável.
A cada aula ministrada pelo professor sobre as tipologias de personalidade tentei descobrir a minha, sou a pessoa do tipo 1 (a formiga), a característica que mais me identifiquei foi a que tenho energia agressiva para dentro.Quando alguém me chateia não demonstro muito,mas por dentro fico altamente nervosa,querendo expressar minha agressividade, consigo controlá-la até que chegue a um certo ponto e falo tudo que estava engasgado.Quando eu erro peço perdão a certa pessoa, mas quando acontece alguma situação e sei que não fui eu que errei não peço perdão de jeito nenhum (pode até parecer orgulho). Sabe o que eu não consigo aceitar de jeito nenhum? As fraquezas dos outros não consigo ver determinada pessoa passando por alguma dificuldade, humilhação e não fazer nada para resolver.Me senti bastante satisfeita ao descobrir minha personalidade que ninguém nem eu mesmo havia conseguido descobrir antes,na minoria das características pretendo mudar, como por exemplo a questão de sempre querer fazer com que os outros digam que eu tenho razão.
NOME: JESSYKA SUYANE AGUIAR PEREIRA
IDADE: 17
CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (LICENCIATURA, NOITE)
CIDADE: JUAZEIRO-DO-NORTE
Eneagrama
Podemos observar uma grande variedade de etnias, pensamentos, atitudes de toda a humanidade, onde uma parte da população tenta imitar a outra, muitos trabalham sozinhos, outros se organizam em grupo, ou seja, há uma diversidade de personalidades no mundo que regem e dão funcionamento as atividades seculares.
Creio que seja uma pessoa tipo 6 devido o gosto pelo trabalho em equipe que é muito importante porque, além de ser bem mais produtivo, a capacidade de ser uma pessoa mais sociável vai se desenvolvendo. Gosto de estar muito seguro antes de tomar uma decisão, obtendo, assim, uma quantidade adequada de informações para não entrar em um caminho que possa prejudicar a mim ou até mesmo outra pessoa. Estou vigilante diante do que faço, penso, falo ou para onde me dirijo. Antes de realizar alguma atividade que me pedem gosto que sejam bem definidos o que devo fazer.
Diferente de algumas características do tipo 6, sou otimista, uma das características da pessoa tipo 9 (ponto de integração do tipo 6); não sou medroso como a pessoa tipo 6, sei que durante a minha vida passarei por problemas e sei também que diante desses obstáculos sairei com mais experiências que ajudarão na estruturação de minha personalidade, pois, como dia a Bíblia: Tudo posso naquele que me fortalece (Filipenses 4:13).
Desenvolvo também algumas características do tipo 3 (ponto de desintegração) como o gosto pelo trabalho em equipe, que citei já citei; acredito também, assim como o tipo 3, que a aparência é importante, porém não é tudo. Uma frase cujo autor é desconhecido diz: é preciso buscar a essência em vez de nos prendermos a aparência. Podemos caracterizar essa frase usando como exemplo uma favela. Ao imaginarmos uma favela várias coisas ruins vem a nossa mente, mas precisamos ver a essência que na favela existem pessoas que também querem vencer na vida, querem ter um bom emprego, uma casa para morar, uma família estruturada. Completo do autor desconhecido a minha que diz: a busca pela verdade não estar no internalizado costume ou crença e sim no explícito assunto lícito que nos convém. Isto é, a verdade não estar numa internalização de valores de uma geração para outra, mas estar em um assunto que podemos ver buscar conhecimento para o nosso desenvolvimento mental, físico e espiritual.
Portanto, como é denominado a segurança como uma das características do tipo 6, gosto de tomar a iniciativa quando vejo que o conhecimento que tenho para oferecer convém com aquela determinada circuntância.
Nome: Nillrobson de Sousa Gualberto
2° semestre de Ciências Biológicas (Urca)
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A aula foi assim...
16 de novembro de 2010.
FAFIDAM
Faltavam os últimos quatro tipos da personalidade a serem estudados, o professor iniciou a aula falando dos tipos. Sobre o tipo sete, resumidamente, este tipo acredita que você nunca deve desanimar e deve estar sempre aberto para ver o lado positivo da vida, desta forma, eles, conseqüentemente, são otimistas, buscando sempre o prazer e sendo aventureiros, mas também podem evitar, a dor e as decisões difíceis, terem dificuldades com compromissos e serem auto-referentes.
Como sempre dou exemplos, uma pessoa que tem estas características, visivelmente, é o Jô Soares, representando uma maneira alegre e irradiante, curti a vida em tudo que ela lhe trás, e adora contar historias de forma engraçada, entre meus amigos tem um, Tiago, que é altamente tipo sete, entre todas as pessoas que conheci, é a que tem este tipo mais desenvolvido, historia simples viram altamente hilariantes, é uma cara que desiste facilmente das coisas a partir de uma cobrança. Para todos os tipos eu coloquei um adjetivo com a letra p, neste caso, tipo é símbolo do prazer,
Agora, vou falar do tipo oito, o primeiro tipo das personalidades motoras, ativas, como podia ser diferente, o tipo oito, transparece muito esta característica, são lutadores, batalham pelo o que querem e tem direito, por que acreditam que você deve ser forte e poderoso para assegurar sua proteção e respeito sobre em um mundo. Difícil, conseqüentemente, buscam justiça, são direitos, fortes, orientados para a ação, mais são também impactantes, dizem na lata sem temer ou perceber os sentimentos, são pessoas que são impulsivas.
O tipo oito, é o tipo do adjetivo, poder, um exemplo, entre famosos, é o técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho, demonstra sua vontade na explosão de sua fúria, achando que isso é positivo, sempre buscando trabalhar cada vez mais.
Este tipo percebe facilmente o ponto fraco dos outros, e atacam se provocarem, mas também as defendem se precisar, por motivos de injustiça entre as pessoas que a conheço, Morlânia, minha ex-coordenadora do estado, ela era dura, forte, mas altamente protetora, para que todos fizessem um trabalho bem feito, muitos achavam que ela os oprimiam e intimidavam e tinham medo de demonstra suas idéias.
Sobre, o tipo nove, me identifiquei com a forma que dialogam com as pessoas, dizendo a verdade de uma forma natural e calma. Acredita que para ser valorizado, você tem que se harmonizar, tem que concordar para se relacionar bem se apresenta satisfeito, conseqüentemente, eles se esquecem de si mesmos, mantendo conforto e a estabilidade, mas também evitam conflitos, e às vezes, são teimosos.
A personalidade famosa, que escolhe, onde apresenta estas características, é o cantor baiano Gilberto Gil, ele passa uma visão de uma pessoa cansada ou relaxada, sempre satisfeita com o que tem, demonstra ser uma pessoa que não faz uma coisa por reconhecimento, e que afaz, todo dia, e mesmo com a rotina isso o deixa satisfeito. Entre meus amigos, que tem uma forte personalidade do tipo nove, é Anselmo, ele é tranqüilo, sempre na dele, não o vemos reclamando das coisas, e as aceita com a maior naturalidade, como se tivesse de acontecer de fato, ele não é esquentado com nada e deixa tudo ao seu redor sem se manifestar. Entre os adjetivos da letra p, para o tipo nove, é a paz, ou a própria preguiça em agir sem necessidade.
O ultimo tipo, o tipo um, quando começou as características desta personalidade lembrei do jogador Kaka, neste tipo ele mesmo, transparecem em que acreditam que você deve ser bom e correto para ser merecedor. Demonstra ser pessoas responsáveis, orientados para o aprimoramento, auto controladores, críticos e ressentidos, são pessoa s que se sentem bem em lugares onde vem organização, trabalhos com bom planejamento, e são pessoas que estão sempre se corrigindo e não gosta quando alguém os fala.
Minha irmã, Aurinha, é muito perfeccionista e tem o tipo um aguçado, se irrita quando algo sai fora do ela planejou, no trabalho o apelido dela é nojenta, por que gosta das coisas feitas bem planejadas e executadas como foi estabelecidos. Ela sempre esta fazendo algo ou age como se tivesse ocupada, se alguém falar de algum defeito seu é facilmente perceptível sua tristeza.
Agora que foi visto todos os tipos, fiquei muito indeciso em qual aquele que me descreve, minha auto avaliação me forneceu as seguintes analises. Em casa, sou o tipo 5, gosto de ficar sozinho, sem ninguém perturbando, apreendendo algo novo ou vendo coisas e as procurando através de minha curiosidade, em grupo tenho comportamento distintos, com os amigos sou mais tipo 7, acananhado, agora quando é grupo de reunião sou mais observador e concentrado no que falam, não sou apegado aos bens materiais a não ser aos joguinhos de futebol de botão que guardo ate hoje. Não confio muito nas pessoas e nem sou apegadas a elas, só depois que as conheço bem e que confio e me aproximo.
Na sala de aula, mudei muito, por isso hoje, sou uma mesclagem de tipos, sou organizado e gosto de planejar como o tipo 1, sou honesto e preocupo com o meu conhecimento e minha performance como o tipo 3, brinco, em certo intervalos ou quando sai algo fora do planejado e improviso, como o tipo 7, e gosto de dialogar de forma serena como o tipo 9. Antes de aprender o eneagrama, estava na fase um do conhecimento, eu sempre tentei me aprimorar na parte relacionamento com os alunos, entendi só por que sou de um jeito com os outros que não são obrigados a ser, aprendi que cada um tem seu jeito de ser e pensar, e tenho que respeitar esta forma, para que seja mais fácil a minha orientação educacional dadas a eles. O Eneagrama, agora, veio da sentido ao que pensava de uma forma mais detalhada, fiquei em duvida em alguns tipos, por isso, vou procurar algum programa que me ajude a descobrir qual tipo é mais forte em mim.
Ate mais!!!
Anônimo
16 de novembro de 2010.
FAFIDAM
Faltavam os últimos quatro tipos da personalidade a serem estudados, o professor iniciou a aula falando dos tipos. Sobre o tipo sete, resumidamente, este tipo acredita que você nunca deve desanimar e deve estar sempre aberto para ver o lado positivo da vida, desta forma, eles, conseqüentemente, são otimistas, buscando sempre o prazer e sendo aventureiros, mas também podem evitar, a dor e as decisões difíceis, terem dificuldades com compromissos e serem auto-referentes.
Como sempre dou exemplos, uma pessoa que tem estas características, visivelmente, é o Jô Soares, representando uma maneira alegre e irradiante, curti a vida em tudo que ela lhe trás, e adora contar historias de forma engraçada, entre meus amigos tem um, Tiago, que é altamente tipo sete, entre todas as pessoas que conheci, é a que tem este tipo mais desenvolvido, historia simples viram altamente hilariantes, é uma cara que desiste facilmente das coisas a partir de uma cobrança. Para todos os tipos eu coloquei um adjetivo com a letra p, neste caso, tipo é símbolo do prazer,
Agora, vou falar do tipo oito, o primeiro tipo das personalidades motoras, ativas, como podia ser diferente, o tipo oito, transparece muito esta característica, são lutadores, batalham pelo o que querem e tem direito, por que acreditam que você deve ser forte e poderoso para assegurar sua proteção e respeito sobre em um mundo. Difícil, conseqüentemente, buscam justiça, são direitos, fortes, orientados para a ação, mais são também impactantes, dizem na lata sem temer ou perceber os sentimentos, são pessoas que são impulsivas.
O tipo oito, é o tipo do adjetivo, poder, um exemplo, entre famosos, é o técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho, demonstra sua vontade na explosão de sua fúria, achando que isso é positivo, sempre buscando trabalhar cada vez mais.
Este tipo percebe facilmente o ponto fraco dos outros, e atacam se provocarem, mas também as defendem se precisar, por motivos de injustiça entre as pessoas que a conheço, Morlânia, minha ex-coordenadora do estado, ela era dura, forte, mas altamente protetora, para que todos fizessem um trabalho bem feito, muitos achavam que ela os oprimiam e intimidavam e tinham medo de demonstra suas idéias.
Sobre, o tipo nove, me identifiquei com a forma que dialogam com as pessoas, dizendo a verdade de uma forma natural e calma. Acredita que para ser valorizado, você tem que se harmonizar, tem que concordar para se relacionar bem se apresenta satisfeito, conseqüentemente, eles se esquecem de si mesmos, mantendo conforto e a estabilidade, mas também evitam conflitos, e às vezes, são teimosos.
A personalidade famosa, que escolhe, onde apresenta estas características, é o cantor baiano Gilberto Gil, ele passa uma visão de uma pessoa cansada ou relaxada, sempre satisfeita com o que tem, demonstra ser uma pessoa que não faz uma coisa por reconhecimento, e que afaz, todo dia, e mesmo com a rotina isso o deixa satisfeito. Entre meus amigos, que tem uma forte personalidade do tipo nove, é Anselmo, ele é tranqüilo, sempre na dele, não o vemos reclamando das coisas, e as aceita com a maior naturalidade, como se tivesse de acontecer de fato, ele não é esquentado com nada e deixa tudo ao seu redor sem se manifestar. Entre os adjetivos da letra p, para o tipo nove, é a paz, ou a própria preguiça em agir sem necessidade.
O ultimo tipo, o tipo um, quando começou as características desta personalidade lembrei do jogador Kaka, neste tipo ele mesmo, transparecem em que acreditam que você deve ser bom e correto para ser merecedor. Demonstra ser pessoas responsáveis, orientados para o aprimoramento, auto controladores, críticos e ressentidos, são pessoa s que se sentem bem em lugares onde vem organização, trabalhos com bom planejamento, e são pessoas que estão sempre se corrigindo e não gosta quando alguém os fala.
Minha irmã, Aurinha, é muito perfeccionista e tem o tipo um aguçado, se irrita quando algo sai fora do ela planejou, no trabalho o apelido dela é nojenta, por que gosta das coisas feitas bem planejadas e executadas como foi estabelecidos. Ela sempre esta fazendo algo ou age como se tivesse ocupada, se alguém falar de algum defeito seu é facilmente perceptível sua tristeza.
Agora que foi visto todos os tipos, fiquei muito indeciso em qual aquele que me descreve, minha auto avaliação me forneceu as seguintes analises. Em casa, sou o tipo 5, gosto de ficar sozinho, sem ninguém perturbando, apreendendo algo novo ou vendo coisas e as procurando através de minha curiosidade, em grupo tenho comportamento distintos, com os amigos sou mais tipo 7, acananhado, agora quando é grupo de reunião sou mais observador e concentrado no que falam, não sou apegado aos bens materiais a não ser aos joguinhos de futebol de botão que guardo ate hoje. Não confio muito nas pessoas e nem sou apegadas a elas, só depois que as conheço bem e que confio e me aproximo.
Na sala de aula, mudei muito, por isso hoje, sou uma mesclagem de tipos, sou organizado e gosto de planejar como o tipo 1, sou honesto e preocupo com o meu conhecimento e minha performance como o tipo 3, brinco, em certo intervalos ou quando sai algo fora do planejado e improviso, como o tipo 7, e gosto de dialogar de forma serena como o tipo 9. Antes de aprender o eneagrama, estava na fase um do conhecimento, eu sempre tentei me aprimorar na parte relacionamento com os alunos, entendi só por que sou de um jeito com os outros que não são obrigados a ser, aprendi que cada um tem seu jeito de ser e pensar, e tenho que respeitar esta forma, para que seja mais fácil a minha orientação educacional dadas a eles. O Eneagrama, agora, veio da sentido ao que pensava de uma forma mais detalhada, fiquei em duvida em alguns tipos, por isso, vou procurar algum programa que me ajude a descobrir qual tipo é mais forte em mim.
Ate mais!!!
Anônimo
RELATÓRIO PESSOAL – TEXTO SENTIDO
Uma boa menina, essa sempre foi minha definição, não porque eu fosse um bibelô para meus pais, mas porque eu realmente sempre fui assim, desde pequena procuro ser e dar o melhor, raramente guardo raiva e sempre tento ser verdadeira, expondo meus sentimentos, fraquezas, enfim, provavelmente trago vestígios da personalidade do meu pai e mãe, e tenho quase certeza que é da parte boa, depois do término das apresentações de todas os tipos de personalidades, acredito que meu pai é o tipo 1, um pai correto, perfeccionista, organizado, mas pelo fato de sempre querer esquecer das coisas, com sua alegria extrema e falar o que pensa quando bebe alguma coisa alcoólica, tendendo para o tipo 7, causa desde o meu entendimento como gente, conflitos no meu lar, minha mãe por sua vez, sempre foi e continua sendo um exemplo de mãe, creio que ela é do tipo 2, uma mulher dada, que ajuda todo mundo, que quando vê alguém precisando de algo está junto, se não tiver dá até o que possui, ela sempre foi uma amiga para mim, quase nunca me negou nada, transmitiu sempre muito amor e confiança para mim, depois dos estudos percebi também que ela necessita de reconhecimento, me recordei de situações onde senti esse querer dela, mas diferente do que o tipo 2 faz, ela não é manipuladora e nem vingativa, não deixa de fazer coisas boas, só porque não foi reconhecida, hoje em dia tento fazer isso, dar o reconhecimento porque é merecido e sinto que ela se sente amada dessa forma e quero que minha mãe sinta o meu amor por ela. Deles dois recebi, por exemplo, buscar a perfeição, mas sem neura e ser boa e gentil com meu próximo e amá-lo como a mim mesma.
Eu me identifiquei muito com o tipo 3 com asa 4, meu ponto de desintegração é o 9 e de integração 6, gosto de trabalhar, de obter sucesso, de ganhar dinheiro fazendo o que gosto e realizar um bom trabalho, sempre tento fazer tudo da melhor maneira, isso exige mais ainda porque trabalho para mim, sou preocupada, e na medida do possível organizada, como tive que delegar um pouco do meu trabalho para outras pessoas procuro não me estressar muito quando algo não sai do jeito que quero, mas me irrito se eu ensinar mais de uma vez e mesmo assim não sair do jeito que é para ser, apesar do meu tipo ter como pecado de raiz a mentira, aprendi a excluir isso da minha vida a anos, e se por alguma coisa eu tender e não mentir, mas não expor as coisas como realmente são, isso me incomoda e acabo de alguma maneira falando o que é. Em casa não sou neurótica, mas organizada, odeio casa bagunçada e mais ainda pela falta de tempo disponível para isso, amo cozinhar e de preferência coisas não convencionais, gosto de inventar, de ser diferente no sentindo bom, tento transmitir amor afinal de contas sou sentimental e necessito desse retorno, não espero muito ser reconhecida no sentido do fazer, mas se por acaso algo sair errado e se minha atenção for chamada por pequenas falhas eu me irrito, e dependendo das pessoas eu exponho o que já fiz, de tudo que ofereci, e depois compartilho isso com amigos e família, pois acho injusto. Considero-me uma boa amiga, amo convivência. Casada com um marido tipo 1, mas assim como eu já evoluído em vários aspectos, convivemos maravilhosamente bem, sempre tentamos superar as opiniões contrárias, somos felizes, para evitar conflitos fazemos balanços dos aspectos, ele corresponde muito bem o que eu procuro.
Para concluir, sem nenhuma dúvida esse estudo do eneagrama me fez rever e repensar meus atos, de relembrar o que eu preciso melhorar, de me fazer recordar da minha infância e adolescência, de ver o quanto eu já mudei e também de perceber que tenho características de vários outros tipos de personalidade. Estou muito satisfeita com o resultado e com certeza irei me aprofundar no assunto.
QUAL A CONTRIBUIÇÃO DO ENEAGRAMA PARA O EDUCADOR?
A importância dessa fonte de conhecimento (o eneagrama) para o educador, é sem sombra de dúvidas uma grande tática de aprimoramento em vários aspectos para o professor. É a partir do auto-conhecimento que podemos buscar nossos objetivos e conseguir trabalhar e melhorar nossas falhas.
Um professor que se conhece, vai procurar colocar em prática suas melhores habilidades, vai saber lidar com seus alunos, ajudá-los a se conhecerem, a buscar as melhores maneiras de convívio, de ensino, métodos, técnicas, e entender que o outro é diferente e que isso exige respeito, assim como as maneiras diferentes de tratamento e aprendizagem que cada indivíduo possui. O eneagrama vem para isso, ele é carregado de informações de fácil compreensão para qualquer pessoa que queira possa se aprofundar e se conhecer com ele, claro que é sempre bom à orientação de um professor especializado no assunto para ajudar com isso. Muitas pessoas acreditam que ir a psicólogo é coisa de ‘louco’, mas não é, esse profissional nos ajuda e muito na compreensão de nossas dúvidas, medo, angustia, nos fazendo entender e evitar futuras doenças psicológicas.
Sabemos que crianças, assim como os adultos necessitam de uma atenção, mas a atenção que deve ser dado a elas necessita ser maior ainda, e para que elas não passem por essas dificuldades emocionais que os adultos costumam passar, o professor deve estar preparado para tudo e saber remediar isso. Muitas crianças de hoje passam por diversos problemas, e o que mais afeta o psicológico deles, influênciando seu aprendizado, convívio, deixando-os com vergonha de si, de se divertir como criança, a revolta, a violência, entre outros são os problemas que eles trazem de casa. O professor como trabalhador direto com essas crianças assume um papel fundamental. O professor e a escola muitas vezes passam a ser refúgio para as crianças, fazendo com que as mesmas sejam soluções, os pais também esperam muito deles, exigindo mais ainda um emprenho não só de tratamento, mas no geral.
Para concluir, acredito que o educador sempre vai ser a peça principal para a transformação do mundo, pois ele é o profissional que mais contribui na construção da base e caráter de quase todos os indivíduos. Sua responsabilidade, portanto é tão grande, exigindo realmente que ele seja um profissional competente. E é isso que a sociedade espera de nós.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNA: Ursula Andress Duarte Romualdo de Lavor
Idade: 21 anos
Eneagrama
Durante as aulas de psicologia onde nos foi apresentado o eneagrama, fiquei buscando qual seria o meu tipo. Fiquei um pouco decepcionado pois a princípio não consegui me identificar totalmente com nenhum dos 9 tipos. Entretanto nas últimas aulas quando o professor Roberto falou da sua própria história de vida e revelou o seu tipo no eneagrama foi que eu consegui me identificar dentro do eneagrama. Foi preciso retornar a minha infância e resgatar alguns traumas que vivi para poder entender como encontrar o meu tipo. Sou de uma família pobre, morávamos na periferia da cidade, no Bairro do Seminário, exatamente na Rua “Diógenes Frazão”, porém essa Rua tinha um nome no passado que era “Misericórdia”. Isso mesmo misericórdia, não sei por que tinha esse nome, mas a fama da Rua não era das melhores, acho que por isso nossa mãe não permitia que saíssemos na Rua para brincar, só podíamos sair para a escola, ou seja, até os 12 anos nosso mundo se limitava a escola e a nossa casa. Isso me proporcionou uma certa covardia e medo em relação ao mundo pois não enfrentava a realidade das ruas já que ficávamos muito presos em casa.
Vou tentar falar um pouco de mim e de meus complexos. Dos três irmãos eu era o mais gordo, e os gordinhos eram motivo de gozação, o meu cabelo era mito ruim, todo enrolado. Eu era muito ruim de bola, no colégio, acredito que era porque nossa mãe não permitia que a gente frequentasse os campinhos de areia como os outros garotos. Entretanto meus irmãos jogavam muito bem, então eu pensava: “Não nasci par jogar bola, não nasci com o cabelo bom e ainda por cima era gordo, ou seja, não nasci com sorte.” Além de todas essas coisas minha mãe me achava preguiçoso e distraído e todos os dias me dizia isso. Aquelas palavras me fizeram acreditar por muito tempo que eu era realmente inferior as outras pessoas.
Nossa família passou por um momento muito difícil, quando me pai ficou desempregado, tivemos que trabalhar muito cedo para ajudar nas despesas da casa. Essa condição de ter que trabalhar muito cedo nos deu um amadurecimento precoce, logo tivemos a responsabilidade no sustento da casa. Comecei a trabalhar exatamente com 15 anos na empresa de ônibus Viação Pernambucana. Para minha surpresa convivi com os mesmos problemas da minha infância, pois todos achavam que meu irmão que trabalhava comigo era mais inteligente do que eu, e que eu jamais aprenderia alguma coisa. No inicio isso me perturbava muito, mas depois me deu forças para tentar mostrar a todos que estavam enganados. Hoje continuo trabalhando na mesma empresa e sou chefe da manutenção e responsável pelo treinamento de motoristas, cobradores, mecânicos, eletricistas e serviços gerais.
Por isso acredito que meu tipo é o nove, pois as dificuldades da infância onde me achava ignorado e inferior em relação aos outros, desenvolveu em mim uma fuga dos conflitos e das mudanças, me tornou um pouco acomodado e preso à aquilo que tenho, não gosto, ou talvez tenha medo de mudar, já que trabalho na mesma empresa há 24 anos, sempre corto o cabelo no mesmo salão, só vou a mesma padaria, só gosto dos mesmos lugares, dificilmente vejo coisas ou experimento coisas novas. Entretanto me vejo um pouco no tipo oito, por que gosto que me vejam forte. Sou muito protetor, sou justo, gosto de controlar as situações, gosto de liderar, organizar e sou bastante fiel dos meus princípios. Tenho também afinidade com o tipo um, pois gosto muito de ambientes organizados, esforço-me para corrigir meus defeitos, sou muito auto-crítico, vivo me policiando nas minhas atitudes, e me chateio quando alguém fica magoado comigo, isso me deixa muito triste, prefiro que as pessoas me ofendam a magoar alguém. Sinto também que o tempo passa muito rápido e sempre fica alguma coisa por fazer. Portanto, o eneagrama é uma ferramenta fundamental no auto-conhecimento, pois com ele conhecemos nossos potenciais, nossas fraquezas e podemos a partir no seu estudo nos tornar pessoas mais completas no equilíbrio dos nossos relacionamentos mais equilibradas no individual, na maneira de como somos nós para nós mesmos, de saber que temos defeitos, e que esses defeitos podem ser trabalhados, mas que temos muitas qualidades e podemos aperfeiçoar essas qualidade.
Qual a contribuição do eneagrama para o educador?
O objetivo do eneagrama é? Conhecer-se e entender-se, ou seja, o professor ao entender e estudar o eneagrama poderá compreender melhor os outros, relacionar-se melhor diante as diferentes formas de comportamento. Isso colabora para que o professor consiga conviver com as diversidades tão distintas e tão singular de cada aluno. Alerta o professor e orienta e orienta para não rotular seus alunos e tentar compreender a partir do estudo do eneagrama o porquê do comportamento de cada aluno e como ele pode contribuir os pontos a serem trabalhados para o melhor desenvolvimento do aluno.
Com o estudo do eneagrama o professor irá descobrir que existem três tipos de inteligência: o emocional, o racional e a prática, cada um com suas características. Cada pessoa possui três tipos, mas na infância um deles foi reprimido. Diante dessa afirmação o professor da educação básica deve ter muito cuidado no método e na maneira de lecionar, ter cuidado com sua apresentação e que imagem ele passa para o aluno, pois aquele momento é muito importante na construção da personalidade e na visão de mundo que a criança tem. Cabe ao educador se aprofundar não só no eneagrama, mas em toda ciência, que estuda o desenvolvimento do comportamento. E que possa contribuir de forma positiva na sua missa de educador.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNO: JAQUES PAULO PEREIRA DA SILVA
Jaques Paulo Pereira da Silva, 39 anos
CRATO-MARÇO DE 2011
Quem sou eu?
“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos.” (O pequeno Principe, de Antoine de Saint-Exupéry)
Introdução
O presente trabalho visa expandir a capacidade de alcance do olhar, quando o voltamos para nós mesmos, e não somente para o outro, ao qual apontamos o olhar e o dedo carregados de preceitos, que são o resultado das barreiras que não conseguimos quebrar sem antes mergulharmos no nosso próprio eu.
Quem sou eu?
Década de 90, de características marcantes, conflitos surgiram e vários outros cessaram, utopias ganhavam vida, a esperança do terceiro milênio tomava mais força e consistência. O início desta década foi marcado pela divisão do mundo em duas partes completamente distintas e simbolizadas pela construção de um muro. A partir da queda do muro, escolheram um “novo mundo”, ao qual uma criança iria nascer meses depois sem a mínima possibilidade de escolha. A outra metade, a derrotada, fora narrada como um sistema militar, opressor, fechado e antidemocrático, construindo-se a idéia de que estávamos inseridos no melhor e mais perfeito sistema possível.
Em meio à explosão do processo de desenvolvimento tecnológico e de globalização, no interior do Ceará, em 11 de abril de 1990, na pacata cidade de Iguatu, nasceu o ultimo de uma prole de quatro irmãos, este ser tão inocente que prefiro referir-me em terceira pessoa, pelo menos por enquanto.
Esta criança nasce no ano em que a sua cidade muda o foco de subsistência. A grande produção de algodão chega ao fim por conta de uma praga e dá espaço à pecuária e ao processo de expansão industrial e comercial jamais vistos anteriormente. Ela foi criada também num meio novo, de uma forma mais didática e menos rígida em relação aos seus pais e até mesmo aos seus irmãos mais velhos.
O pequeno garoto cresceu, amadureceu, começou a ter mais responsabilidades, ficava em pânico só de pensar na possibilidade de o mundo chegar ao fim no início do terceiro milênio (pobre inocente preso em lendas e crendices populares); ele também chorou o 11 de setembro e seis meses depois decepcionou-se por tomar consciência da outra parte da guerra em uma aula de história. Ele teve medo na grande enchente de 2004, chorou em vários episódios de catástrofes naturais, de violência, emoções essas incitadas com a ajuda da imprensa sensacionalista.
Foi um menino normal, que brincava ou estudava enquanto a sua mãe assistia as novelas mexicanas. Este já foi muito cobrado, por isso que ele próprio se cobra tanto hoje em dia. Contudo, tem qualidades como a busca pela verdade, pela justiça, quesitos estes que o renderam grandes e verdadeiros amigos, os quais são muito responsáveis por uma boa parte do que ele é hoje, das suas idéias e suas ações.
O seu gosto pelas artes e pela literatura lhe dá a versatilidade quando fala e escreve. Todavia, busca o os momentos corretos de expressar-se, escuta muito bem antes de posicionar-se sobre algo, mesmo muitas vezes parecendo ser egocêntrico e arrogante quando se impõe demais. Neste caso atrevo-me a defendê-lo, pois a forma arrogante só acende quando o menino está inserido no que outrora condenara, pois tudo o que ele não quer ser, é demagogo.
Seu perfeccionismo e senso de cobrança contínuo o levam a pensar várias vezes antes de tomar alguma atitude. Para ser sincera, tal senso por muito se apresenta mais forte do que ele próprio. Frustra-se por ter defeitos e por muitas vezes não conseguir corrigi-los. Os sentimentos geralmente são maquiados pelo jeito certinho e até mesmo moralista. Ele finge que nada o atinge, enquanto é capaz de perder uma noite de sono por conta de uma única palavra.
Este menino continua sendo um simples menino, um garoto que ama a sua família, seus amigos e a sua vida, que surpreende a si e aos outros pelas suas ações, aliás, essa é uma das características mais próximas do mesmo para com seu meio, pois as duas facções são metamorfoses ambulantes, como diria Raul Seixas. Este garoto não sou eu, e sim um constructo constante, e eu não sou quase nada, no máximo um pequeno momento, serei outro quando estiver entregando este trabalho, e outro quando o estiver recebendo, afinal somos filho de cronos, e regidos por este temperante ser coercitivo.
Eneagrama / Lecionar
Sobre este tema, é importante ressaltar que a partir do momento que quebramos tal barreira e conseguimos perceber as nossas características e como estão diretamente ligadas as nossas escolhas, modo de pensar, agir e sentir, visualiza-se o quão salutar é o conhecimento do eneagrama para se trabalhar com as pessoas.
O eneagrama não é algo distante a nossa realidade, pelo contrário. Se o tivesse conhecido na época do ensino médio, ápice da adolescência, das dúvidas e inquietações, com certeza aprenderia a tratar com maior maestria os problemas, os conflitos com familiares e até mesmo com os amigos, pois o eneagrama proporciona justamente isto, mai um passo maturacional, na tentativa de chegar mais próximo do próprio eu.
A aplicação do eneagrama é também salutar para o trabalho em equipe, à percepção e à sensibilidade para com o outro. O indivíduo começa agora a relativizar ações e posicionamentos que antes para ele eram radicais e extremas. Na adolescência, o “eu” centro do mundo, daria espaço ao “eu” que também percebe o outro, que sabe trabalhar em equipe, e que se socializa com maior facilidade.
Quando não conhecemos o outro e nem mesmo nos conhecemos, abrimos espaço para a intolerância, egocentrismo e à razão radicais. Em conseqüência de tal fato, continuamos submersos em uma realidade instintiva e insensível, que só poderá ser quebrada com educação e auto-conhecimento.
Conclusão
Conclui-se este trabalho com a certeza de que o que somos nada mais é do que a postura e as escolhas que temos e tomamos diante da vida. Todavia tais escolhas e posturas estão arraigadas a vários outros fatores.
Temos a dádiva da inconstância e da imperfeição, suprimos a beleza do poder errar e do aprender com as escolhas erradas, e porque não dizer visualizar-se e aprender com os erros dos outros?
A excelência de se conhecer é alcançada por poucos. Estes terão a supremacia da experiência, e não somente do conhecimento científico-acadêmico.
Universidade Regional do Cariri
Curso História
Professor: Roberto
Aluno: Cleilson Queiroz Lopes
Crato,Março de 2011
Introdução
O presente trabalho visa expandir a capacidade de alcance do olhar, quando o voltamos para nós mesmos, e não somente para o outro, ao qual apontamos o olhar e o dedo carregados de preceitos, que são o resultado das barreiras que não conseguimos quebrar sem antes mergulharmos no nosso próprio eu.
Quem sou eu?
Década de 90, de características marcantes, conflitos surgiram e vários outros cessaram, utopias ganhavam vida, a esperança do terceiro milênio tomava mais força e consistência. O início desta década foi marcado pela divisão do mundo em duas partes completamente distintas e simbolizadas pela construção de um muro. A partir da queda do muro, escolheram um “novo mundo”, ao qual uma criança iria nascer meses depois sem a mínima possibilidade de escolha. A outra metade, a derrotada, fora narrada como um sistema militar, opressor, fechado e antidemocrático, construindo-se a idéia de que estávamos inseridos no melhor e mais perfeito sistema possível.
Em meio à explosão do processo de desenvolvimento tecnológico e de globalização, no interior do Ceará, em 11 de abril de 1990, na pacata cidade de Iguatu, nasceu o ultimo de uma prole de quatro irmãos, este ser tão inocente que prefiro referir-me em terceira pessoa, pelo menos por enquanto.
Esta criança nasce no ano em que a sua cidade muda o foco de subsistência. A grande produção de algodão chega ao fim por conta de uma praga e dá espaço à pecuária e ao processo de expansão industrial e comercial jamais vistos anteriormente. Ela foi criada também num meio novo, de uma forma mais didática e menos rígida em relação aos seus pais e até mesmo aos seus irmãos mais velhos.
O pequeno garoto cresceu, amadureceu, começou a ter mais responsabilidades, ficava em pânico só de pensar na possibilidade de o mundo chegar ao fim no início do terceiro milênio (pobre inocente preso em lendas e crendices populares); ele também chorou o 11 de setembro e seis meses depois decepcionou-se por tomar consciência da outra parte da guerra em uma aula de história. Ele teve medo na grande enchente de 2004, chorou em vários episódios de catástrofes naturais, de violência, emoções essas incitadas com a ajuda da imprensa sensacionalista.
Foi um menino normal, que brincava ou estudava enquanto a sua mãe assistia as novelas mexicanas. Este já foi muito cobrado, por isso que ele próprio se cobra tanto hoje em dia. Contudo, tem qualidades como a busca pela verdade, pela justiça, quesitos estes que o renderam grandes e verdadeiros amigos, os quais são muito responsáveis por uma boa parte do que ele é hoje, das suas idéias e suas ações.
O seu gosto pelas artes e pela literatura lhe dá a versatilidade quando fala e escreve. Todavia, busca o os momentos corretos de expressar-se, escuta muito bem antes de posicionar-se sobre algo, mesmo muitas vezes parecendo ser egocêntrico e arrogante quando se impõe demais. Neste caso atrevo-me a defendê-lo, pois a forma arrogante só acende quando o menino está inserido no que outrora condenara, pois tudo o que ele não quer ser, é demagogo.
Seu perfeccionismo e senso de cobrança contínuo o levam a pensar várias vezes antes de tomar alguma atitude. Para ser sincera, tal senso por muito se apresenta mais forte do que ele próprio. Frustra-se por ter defeitos e por muitas vezes não conseguir corrigi-los. Os sentimentos geralmente são maquiados pelo jeito certinho e até mesmo moralista. Ele finge que nada o atinge, enquanto é capaz de perder uma noite de sono por conta de uma única palavra.
Este menino continua sendo um simples menino, um garoto que ama a sua família, seus amigos e a sua vida, que surpreende a si e aos outros pelas suas ações, aliás, essa é uma das características mais próximas do mesmo para com seu meio, pois as duas facções são metamorfoses ambulantes, como diria Raul Seixas. Este garoto não sou eu, e sim um constructo constante, e eu não sou quase nada, no máximo um pequeno momento, serei outro quando estiver entregando este trabalho, e outro quando o estiver recebendo, afinal somos filho de cronos, e regidos por este temperante ser coercitivo.
Eneagrama / Lecionar
Sobre este tema, é importante ressaltar que a partir do momento que quebramos tal barreira e conseguimos perceber as nossas características e como estão diretamente ligadas as nossas escolhas, modo de pensar, agir e sentir, visualiza-se o quão salutar é o conhecimento do eneagrama para se trabalhar com as pessoas.
O eneagrama não é algo distante a nossa realidade, pelo contrário. Se o tivesse conhecido na época do ensino médio, ápice da adolescência, das dúvidas e inquietações, com certeza aprenderia a tratar com maior maestria os problemas, os conflitos com familiares e até mesmo com os amigos, pois o eneagrama proporciona justamente isto, mai um passo maturacional, na tentativa de chegar mais próximo do próprio eu.
A aplicação do eneagrama é também salutar para o trabalho em equipe, à percepção e à sensibilidade para com o outro. O indivíduo começa agora a relativizar ações e posicionamentos que antes para ele eram radicais e extremas. Na adolescência, o “eu” centro do mundo, daria espaço ao “eu” que também percebe o outro, que sabe trabalhar em equipe, e que se socializa com maior facilidade.
Quando não conhecemos o outro e nem mesmo nos conhecemos, abrimos espaço para a intolerância, egocentrismo e à razão radicais. Em conseqüência de tal fato, continuamos submersos em uma realidade instintiva e insensível, que só poderá ser quebrada com educação e auto-conhecimento.
Conclusão
Conclui-se este trabalho com a certeza de que o que somos nada mais é do que a postura e as escolhas que temos e tomamos diante da vida. Todavia tais escolhas e posturas estão arraigadas a vários outros fatores.
Temos a dádiva da inconstância e da imperfeição, suprimos a beleza do poder errar e do aprender com as escolhas erradas, e porque não dizer visualizar-se e aprender com os erros dos outros?
A excelência de se conhecer é alcançada por poucos. Estes terão a supremacia da experiência, e não somente do conhecimento científico-acadêmico.
Universidade Regional do Cariri
Curso História
Professor: Roberto
Aluno: Cleilson Queiroz Lopes
Crato,Março de 2011
O estudo do Eneagrama possibilitou a cada um identificar seu tipo de personalidade, promovendo um autoconhecimento e abrindo caminho para o próprio crescimento.
Sou a caçula de quatro irmãos, na minha infância fui muito mimada por minha mãe, e sempre tive tudo nas mãos, sentia muito ciúmes dela, e até hoje sinto quando percebo que ela dá mais atenção aos meus irmãos do que a mim. Não gostava de dividir seu amor com ninguém. Ela sempre foi guerreira, se sacrificava para nos ver felizes, e investiu desde cedo nos nossos estudos, e sempre nos incentivou a ser alguém melhor para ter uma vida melhor do quê a que ela teve.
Creio que minha mãe tem a personalidade tipo dois, porque ela ajuda todo mundo, é altamente altruísta, e sei que ela precisa de reconhecimento, caso contrário fica triste, sua auto-estima baixa, achando que não tem valor, porém não deixa de ajudar o próximo.
Minha avó sempre morou com a gente, mas ela não interferia muito na nossa educação, por ela não sairíamos de casa, e ela sempre achou que minha mãe era muito liberal comigo e meus irmãos. Já o meu pai era mais ausente, bebia muito, e raramente tinha tempo para gente, estava sempre por fora do que acontecia conosco, para ele não era necessário que estudássemos. Em 2000, quando eu tinha dez anos de idade ele adoeceu, teve infecção generalizada por causa da bebida e em menos de duas semanas ele faleceu. Foi muito difícil crescer sem o meu pai, e sinto certa inveja de quem tem pai e mãe, quem tem ou teve a oportunidade de crescer ao lado dos dois. Mas graças a Deus minha mãe nunca nos deixou faltar nada.
Fui uma criança extremamente tímida e fechada até com minha família, o que hoje resultou em problema de socialização, e embora eu tenha melhorado significadamente, creio que no momento, esse é o meu maior desafio, no entanto pretendo vencê-lo, mesmo que aos poucos.
Identifiquei-me com a personalidade do tipo nove porque me acho uma pessoa descomplicada, pacífica, e fácil de conviver. Desde criança fui educada para fugir de confusão, de conflitos, minha mãe sempre nos ensinou que brigar é feio, principalmente para uma mocinha. Em muitas vezes prefiro calar-me ou ceder, ao invés de confrontar, porém não abro mão da minha razão.
Consigo confiar nas pessoas mesmo quando pisam na bola comigo, mas não é qualquer pessoa, são aquelas que são importantes para mim. Acredito que todos merecem uma segunda chance, e creio no melhor que cada um tem a oferecer. Irrito-me fácil com pessoa que dão mais valor ao dinheiro, do que ao seu próximo.
Minha asa é a personalidade tipo um, porque gosto de ambientes organizados, acho que na maioria das vezes tenho razão, quando magoou alguém me arrependo e me sinto culpada, porém admito o erro e peço desculpas.
Pretendo me aprofundar no estudo do Eneagrama para aperfeiçoar minhas qualidades, superar os defeitos e adquirir as qualidades dos demais tipos.
NOME: Jairlânia da Silva Felix IDADE: 20 Anos
CIDADE: Crato-CE
Sou a caçula de quatro irmãos, na minha infância fui muito mimada por minha mãe, e sempre tive tudo nas mãos, sentia muito ciúmes dela, e até hoje sinto quando percebo que ela dá mais atenção aos meus irmãos do que a mim. Não gostava de dividir seu amor com ninguém. Ela sempre foi guerreira, se sacrificava para nos ver felizes, e investiu desde cedo nos nossos estudos, e sempre nos incentivou a ser alguém melhor para ter uma vida melhor do quê a que ela teve.
Creio que minha mãe tem a personalidade tipo dois, porque ela ajuda todo mundo, é altamente altruísta, e sei que ela precisa de reconhecimento, caso contrário fica triste, sua auto-estima baixa, achando que não tem valor, porém não deixa de ajudar o próximo.
Minha avó sempre morou com a gente, mas ela não interferia muito na nossa educação, por ela não sairíamos de casa, e ela sempre achou que minha mãe era muito liberal comigo e meus irmãos. Já o meu pai era mais ausente, bebia muito, e raramente tinha tempo para gente, estava sempre por fora do que acontecia conosco, para ele não era necessário que estudássemos. Em 2000, quando eu tinha dez anos de idade ele adoeceu, teve infecção generalizada por causa da bebida e em menos de duas semanas ele faleceu. Foi muito difícil crescer sem o meu pai, e sinto certa inveja de quem tem pai e mãe, quem tem ou teve a oportunidade de crescer ao lado dos dois. Mas graças a Deus minha mãe nunca nos deixou faltar nada.
Fui uma criança extremamente tímida e fechada até com minha família, o que hoje resultou em problema de socialização, e embora eu tenha melhorado significadamente, creio que no momento, esse é o meu maior desafio, no entanto pretendo vencê-lo, mesmo que aos poucos.
Identifiquei-me com a personalidade do tipo nove porque me acho uma pessoa descomplicada, pacífica, e fácil de conviver. Desde criança fui educada para fugir de confusão, de conflitos, minha mãe sempre nos ensinou que brigar é feio, principalmente para uma mocinha. Em muitas vezes prefiro calar-me ou ceder, ao invés de confrontar, porém não abro mão da minha razão.
Consigo confiar nas pessoas mesmo quando pisam na bola comigo, mas não é qualquer pessoa, são aquelas que são importantes para mim. Acredito que todos merecem uma segunda chance, e creio no melhor que cada um tem a oferecer. Irrito-me fácil com pessoa que dão mais valor ao dinheiro, do que ao seu próximo.
Minha asa é a personalidade tipo um, porque gosto de ambientes organizados, acho que na maioria das vezes tenho razão, quando magoou alguém me arrependo e me sinto culpada, porém admito o erro e peço desculpas.
Pretendo me aprofundar no estudo do Eneagrama para aperfeiçoar minhas qualidades, superar os defeitos e adquirir as qualidades dos demais tipos.
NOME: Jairlânia da Silva Felix IDADE: 20 Anos
CIDADE: Crato-CE
COMO DESCOBRI MINHA PERSONALIDADE NO ENEAGRAMA
Através do estudo do eneagrama nas aulas de psicologia da educação, pude perceber que ninguém pode ser do apenas de um só tipo, ou seja, puro, mas que todos nós temos um pouco de todos os tipos, sendo que um dos nove tipos predomina em um determinado indivíduo.
Quando começamos o estudo com o tipo 2 do eneagrama, achei algumas coisas parecidas comigo, mas vi que a maioria dos aspectos daquele tipo não se encaixavam com minha personalidade e assim foi com o tipo 4, tipo 7, não gostei muito do tipo 9 e o interessante é que eu não sabia responder o porquê de tanta familiaridade com esses tipos ao mesmo tempo que não via predominarem mim nenhum deles.
No entanto, quando começamos a explorar o tipo 1, comecei a perceber a predominância desse tipo em minha personalidade. Assim, à medida que avançava, eu tinha a certeza que o tipo 1 era a minha personalidade predominante. Mas confirmando o que eu já tinha percebido antes e o professor tinha falado, ou seja, ninguém pode ser de um só tipo, pois vi que tinha coisas do tipo1 que não condizia com minha personalidade, porém, o mesmo era predominante.
Uma das coisas mais interessante que me chamou a atenção, foi os tipos de personalidades que tinham alguma relação com a minha como os tipos 2, 4, 7 e os que eu não via tanta relação como tipo 9, por exemplo. Esses tipos são exatamente minhas asas e meus pontos de integração e desintegração.
Aprendi na aula que minha asa desenvolvida é a personalidade do tipo 2 e que a asa que tenho que desenvolver é a personalidade do tipo 9, por isso, tenho uma certa antipatias por pessoas com esse tipo. E que o tipo 7, é meu ponto de integração e o tipo 4, meu ponto de desintegração, sendo que gosto mais de pessoas do tipo 4 que do tipo 7, pois temos mais momentos triste que alegres e que as pessoas do tipo 7 são aquelas que gostaríamos de ser, mas que nosso senso moral não deixa que isso aconteça, pois somos do tipo 7 de essência, mas que essa personalidade foi reprimida em alguma fase de sua vida, na infância principalmente, por algum motivo.
Devo lembrar que minha personalidade foi formada não por motivos ocorridos na infância, mas por acontecimentos ocorridos na minha adolescência.
Qual a importância do eneagrama para os educadores?
Como o eneagrama é o estudo da personalidade, as quais são nove tipos, é de grande importância o conhecimento do mesmo por parte dos educadores, pois com esse conhecimento o professor pode conviver com problemas que pessoas que não conhece o eneagrama dificilmente conseguiriam amenizá-lo, isso se tratando de personalidades que acarreta dificuldades nos relacionamentos entre alunos, por exemplo.
O educador que estuda o eneagrama tem a possibilidade de se conhecer, corrigindo-se em todos os aspectos e principalmente no que diz respeito ao ato de educar. Ele pode ter mais controle sobre si mesmo evitando as crises de stress, pois, todos nós sabemos que mesmo os professores estando fazendo o que gostam, eles são pessoas geralmente estão sobrecarregadas e por conta disso sempre têm crises de stress.
Em sala de aula os professores convivem com muitos alunos de diversas personalidades, sendo que ele não pode ignorar tão fato apenas dando aulas expositivas deixando de lado os sentimentos de seus educando. Assim, educador que conhece e estuda o eneagrama podem interagir mais facilmente com uma turma de alunos, pois se tratando de personalidade ele sabe como tratar todos no ambiente de aula.
Outro importante exemplo para que todo educador procure adquirir os conhecimentos do eneagrama, é nos casão em que os pais de alunos vêm à escola em busca de ajuda para ter um controle maior sobre sues filhos, devido já ter chegado ao ponto em que eles não sabem mais o que fazer. É aí que entra o educador com seu conhecimento sobre as personalidades em favor da reorganização do ambiente familiar.
Por fim, podemos dizer que o eneagrama é um conhecimento que os educadores podem manejá-lo em dos outros e de si mesmo, de maneira que, em certas situações problemáticas, ele pode fazer uso desse conhecimento para resolver ou amenizá-las, com o intuito de evitar que as mesmas ganhem grandes proporções. Como exemplo, podemos citar os problemas de relacionamento entre alunos devido a alguma antipatia entre ambos.
João Paulo de Amaral, 26 anos. 29/03/2011.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Quando começamos o estudo com o tipo 2 do eneagrama, achei algumas coisas parecidas comigo, mas vi que a maioria dos aspectos daquele tipo não se encaixavam com minha personalidade e assim foi com o tipo 4, tipo 7, não gostei muito do tipo 9 e o interessante é que eu não sabia responder o porquê de tanta familiaridade com esses tipos ao mesmo tempo que não via predominarem mim nenhum deles.
No entanto, quando começamos a explorar o tipo 1, comecei a perceber a predominância desse tipo em minha personalidade. Assim, à medida que avançava, eu tinha a certeza que o tipo 1 era a minha personalidade predominante. Mas confirmando o que eu já tinha percebido antes e o professor tinha falado, ou seja, ninguém pode ser de um só tipo, pois vi que tinha coisas do tipo1 que não condizia com minha personalidade, porém, o mesmo era predominante.
Uma das coisas mais interessante que me chamou a atenção, foi os tipos de personalidades que tinham alguma relação com a minha como os tipos 2, 4, 7 e os que eu não via tanta relação como tipo 9, por exemplo. Esses tipos são exatamente minhas asas e meus pontos de integração e desintegração.
Aprendi na aula que minha asa desenvolvida é a personalidade do tipo 2 e que a asa que tenho que desenvolver é a personalidade do tipo 9, por isso, tenho uma certa antipatias por pessoas com esse tipo. E que o tipo 7, é meu ponto de integração e o tipo 4, meu ponto de desintegração, sendo que gosto mais de pessoas do tipo 4 que do tipo 7, pois temos mais momentos triste que alegres e que as pessoas do tipo 7 são aquelas que gostaríamos de ser, mas que nosso senso moral não deixa que isso aconteça, pois somos do tipo 7 de essência, mas que essa personalidade foi reprimida em alguma fase de sua vida, na infância principalmente, por algum motivo.
Devo lembrar que minha personalidade foi formada não por motivos ocorridos na infância, mas por acontecimentos ocorridos na minha adolescência.
Qual a importância do eneagrama para os educadores?
Como o eneagrama é o estudo da personalidade, as quais são nove tipos, é de grande importância o conhecimento do mesmo por parte dos educadores, pois com esse conhecimento o professor pode conviver com problemas que pessoas que não conhece o eneagrama dificilmente conseguiriam amenizá-lo, isso se tratando de personalidades que acarreta dificuldades nos relacionamentos entre alunos, por exemplo.
O educador que estuda o eneagrama tem a possibilidade de se conhecer, corrigindo-se em todos os aspectos e principalmente no que diz respeito ao ato de educar. Ele pode ter mais controle sobre si mesmo evitando as crises de stress, pois, todos nós sabemos que mesmo os professores estando fazendo o que gostam, eles são pessoas geralmente estão sobrecarregadas e por conta disso sempre têm crises de stress.
Em sala de aula os professores convivem com muitos alunos de diversas personalidades, sendo que ele não pode ignorar tão fato apenas dando aulas expositivas deixando de lado os sentimentos de seus educando. Assim, educador que conhece e estuda o eneagrama podem interagir mais facilmente com uma turma de alunos, pois se tratando de personalidade ele sabe como tratar todos no ambiente de aula.
Outro importante exemplo para que todo educador procure adquirir os conhecimentos do eneagrama, é nos casão em que os pais de alunos vêm à escola em busca de ajuda para ter um controle maior sobre sues filhos, devido já ter chegado ao ponto em que eles não sabem mais o que fazer. É aí que entra o educador com seu conhecimento sobre as personalidades em favor da reorganização do ambiente familiar.
Por fim, podemos dizer que o eneagrama é um conhecimento que os educadores podem manejá-lo em dos outros e de si mesmo, de maneira que, em certas situações problemáticas, ele pode fazer uso desse conhecimento para resolver ou amenizá-las, com o intuito de evitar que as mesmas ganhem grandes proporções. Como exemplo, podemos citar os problemas de relacionamento entre alunos devido a alguma antipatia entre ambos.
João Paulo de Amaral, 26 anos. 29/03/2011.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
Resumo da minha vida Depois do Eneagrama
Na primeira aula onde falava do eneagrama, eu não entedi muito e não me encontrei, mas no segundo momento, e lendo em casa me encontrei no lipo 2 pois me vejo uma pessoa prestativa, solidária e as vezes esqueço de mim para ajudar os outros.
Começando a minha história: sou a 3° filha de uma família de 6 irmãos. Da minha infância tenho muitas lembranças tristes, raramente passa uma coisa boa, um momento feliz. Dos 8 aos 12 anos lembro-me que trabalhava muito na roça, plantando, limpando, apanhando algodão, ia deixar almoço a meu pai e meus irmãos e ficava mais minha mãe ou a irmã mais velha até a noite.Meu pai e minha mãe nunca tiveram oportunidade de estudar sempre viveram da roça e também não se preocupavam muito com os estudos dos filhos nós morávamos no sítio e tinha uma professora que dava aulas particular, mas pra chegar até ela era uns 8 km, isso a uns 30 anos atrás, éramos matriculados, mas faltávamos demais por isso repetia de ano sempre.
Quando passamos a morar na cidade eu já tinha 12 anos e lembro que um dia estava plantando da roça avistava a escola, e via todos entrando no colégio, eu pedia pra ir meu pai falava só na próxima semana quando terminar as plantas, e assim faltava muito e repetia de ano de novo.
Na adolescência não ia as festas, não saia para a pracinha não tinha diversão nenhuma por isso casei logo, eu acho, com 18 anos, aos 19 tive meu filho, era aquela dona de casa dedicada, quis voltar a estudar o marido não deixou.
Aos 26 anos de idade, há doze anos aí atrás passei por um grande problema de saúde, tive C.A o qual perdi o útero e os dois ovários, fiquei 3 meses no hospital do câncer em Fortaleza fazendo quimioterapia, cheguei a ficar com 43 kg muito magra e frágil nesse momento prometi pra mim mesma, que se saísse daquela situação com vida, ia começar a viver a minha vida.Quando me recuperei a 1ª coisa que fiz foi me separar do meu marido, pois no momento que mais precisei dele, ele não me deu força não me ajudou, bebia muito. Me separei fiquei só mais meu filho e Deus, sem trabalho tendo que ir de 3 em 3 meses fazer revisão em Fortaleza, por isso vendi quase tudo que tinha dentro de casa, meu filho foi minha fortaleza ele sempre esteve do meu lado. Voltei a estudar fiz de 5ª a 8ª pelo tele curso e o ensino médio também. Sempre incentivando meu filho a estudar, nunca deixei ele faltar, quando ele estava terminando o ensino médio, e eu sempre falando estude que é pra passar no vestibular e entrar numa faculdade. Um dia ele me cobrou por que mãe nunca fez vestibular? Aquilo ficou marcado e no mesmo ano fiz minha inscrição no vestibular a 1ª vez e passei, hoje estou cursando pedagogia o qual eu me identifico muito e estou muito feliz.
Já trabalhei em casa de família em super mercado, hoje sou professora infantil graças a Deus.
Moro perto dos meus pais, e dos meus irmãos, tenho minha casa, um filho que é o que eu amo nesse mundo. Amo meus pais também, não os culpo pela infância que tive, sempre foram pessoas da roça, não viam outro futuro se não trabalhar só pra se manter.
Eu nunca fui de ter muitos amigos, até aqui mesmo na sala, eu fico dispersa dos colegas procuro me enturmar mas parece que fogem de mim ou sou eu que não sou muito de me enturmar, sou uma pessoa sociável sim. Com vizinhos e familiares estou sempre presente, sou amiga e prestativa, sempre chego junto quando precisam, se for preciso dou a roupa do corpo, meu filho detesta esse meu jeito. Costumo dizer que faço pelo próximo ou que espero que no futuro façam comigo ou com ele, quando precisar alguém que faça algumas coisas por nós se precisar.
Assim sou eu uma pessoa que com 39 anos já passou por muitos altos e baixos.
Maria Valdenia Soares da Silva
39 anos, Altaneira-CE
Começando a minha história: sou a 3° filha de uma família de 6 irmãos. Da minha infância tenho muitas lembranças tristes, raramente passa uma coisa boa, um momento feliz. Dos 8 aos 12 anos lembro-me que trabalhava muito na roça, plantando, limpando, apanhando algodão, ia deixar almoço a meu pai e meus irmãos e ficava mais minha mãe ou a irmã mais velha até a noite.Meu pai e minha mãe nunca tiveram oportunidade de estudar sempre viveram da roça e também não se preocupavam muito com os estudos dos filhos nós morávamos no sítio e tinha uma professora que dava aulas particular, mas pra chegar até ela era uns 8 km, isso a uns 30 anos atrás, éramos matriculados, mas faltávamos demais por isso repetia de ano sempre.
Quando passamos a morar na cidade eu já tinha 12 anos e lembro que um dia estava plantando da roça avistava a escola, e via todos entrando no colégio, eu pedia pra ir meu pai falava só na próxima semana quando terminar as plantas, e assim faltava muito e repetia de ano de novo.
Na adolescência não ia as festas, não saia para a pracinha não tinha diversão nenhuma por isso casei logo, eu acho, com 18 anos, aos 19 tive meu filho, era aquela dona de casa dedicada, quis voltar a estudar o marido não deixou.
Aos 26 anos de idade, há doze anos aí atrás passei por um grande problema de saúde, tive C.A o qual perdi o útero e os dois ovários, fiquei 3 meses no hospital do câncer em Fortaleza fazendo quimioterapia, cheguei a ficar com 43 kg muito magra e frágil nesse momento prometi pra mim mesma, que se saísse daquela situação com vida, ia começar a viver a minha vida.Quando me recuperei a 1ª coisa que fiz foi me separar do meu marido, pois no momento que mais precisei dele, ele não me deu força não me ajudou, bebia muito. Me separei fiquei só mais meu filho e Deus, sem trabalho tendo que ir de 3 em 3 meses fazer revisão em Fortaleza, por isso vendi quase tudo que tinha dentro de casa, meu filho foi minha fortaleza ele sempre esteve do meu lado. Voltei a estudar fiz de 5ª a 8ª pelo tele curso e o ensino médio também. Sempre incentivando meu filho a estudar, nunca deixei ele faltar, quando ele estava terminando o ensino médio, e eu sempre falando estude que é pra passar no vestibular e entrar numa faculdade. Um dia ele me cobrou por que mãe nunca fez vestibular? Aquilo ficou marcado e no mesmo ano fiz minha inscrição no vestibular a 1ª vez e passei, hoje estou cursando pedagogia o qual eu me identifico muito e estou muito feliz.
Já trabalhei em casa de família em super mercado, hoje sou professora infantil graças a Deus.
Moro perto dos meus pais, e dos meus irmãos, tenho minha casa, um filho que é o que eu amo nesse mundo. Amo meus pais também, não os culpo pela infância que tive, sempre foram pessoas da roça, não viam outro futuro se não trabalhar só pra se manter.
Eu nunca fui de ter muitos amigos, até aqui mesmo na sala, eu fico dispersa dos colegas procuro me enturmar mas parece que fogem de mim ou sou eu que não sou muito de me enturmar, sou uma pessoa sociável sim. Com vizinhos e familiares estou sempre presente, sou amiga e prestativa, sempre chego junto quando precisam, se for preciso dou a roupa do corpo, meu filho detesta esse meu jeito. Costumo dizer que faço pelo próximo ou que espero que no futuro façam comigo ou com ele, quando precisar alguém que faça algumas coisas por nós se precisar.
Assim sou eu uma pessoa que com 39 anos já passou por muitos altos e baixos.
Maria Valdenia Soares da Silva
39 anos, Altaneira-CE
Autodescoberta
O eneagrama em um conhecimento antigo que conduz ao autodescoberta e propõe a reflexão sobre o modo como agimos e pensamos em determinadas situações de nossa vida.
A partir do momento que fui apresentada ao eneagrama senti-me convidada a refleti e pensar sobre minha personalidade e também acerca das características que assumi ao longo dos anos. No decorrer do tempo informações e conhecimentos a respeito de cada tipo de personalidade: tipos 2-3-4(emocionais/centro de energia no coração), 5-6-7(racionais/centro de energia na cabeça), 8-9-1(tipos práticos /centro visceral).
A princípio identifiquei-me com todos os tipos, pois estava voltando minha atenção para as características secundárias e deixando de lado as essenciais. Essas são definidas pelo modo como o indivíduo se comporta no ambiente de trabalho, com os amigos, nos relacionamentos amorosos e também pelos sentimentos que esse indivíduo sentiu na infância, as formas que ele usou para lidar com sua carência afetiva e as situações enfrentadas no ambiente familiar. É essencial para quem quer descobrir sua personalidade o mergulho no seu íntimo; nas motivações, desejos e sentimentos mais ocultos, a fim de si conhecer realmente, buscar compreender e aceitar as imperfeições humanas.
À medida que as fraquezas e falhas das nove personalidades foram apresentadas, fui me sentindo incomodada com as características de algumas e como esta é um dos primeiros indícios para encontrar a personalidade, percebi que estava no caminho certo. No decorrer das leituras sobre as personalidades percebi que me identifico mais com o tipo 1(um) ,pelo fato de ser uma pessoa perfeccionista que gosta de organização e que também tem uma critica interior muito forte.Mas como todas as nove personalidades sofrem influência das outras ,tenho procurado a prender a desenvolver o melhor da minha e das outras,ou seja estou buscando o equilíbrio.
O conhecimento presente no eneagrama pode contribuir para que o educador se conheça e reflita sobre sua essência, podendo assim desenvolver mais segurança pra falar, expor opiniões e idéias, se posicionar perante situações conflitantes, buscar autonomia e também poder dar aulas melhores, com convicção naquilo que está passando para os alunos. A partir do momento que uma pessoa conhece sua personalidade ela pode criar maneiras de superar as fraquezas e a conseguir o equilíbrio.
Como diz Paulo Freire “A educação é um ato de amor e, portanto, um ato de coragem não pode temer o debate, a analise da realidade; não pode fugir da discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.” Desse modo é fundamental para o educador compreender a si e aos outros e o eneagrama permite isso.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI
Departamento de Ciências e Tecnologia
Curso de Graduação em Física
Psicologia
Aluna: Francisca Daniela de Jesus Silva
Profº:Roberto
A partir do momento que fui apresentada ao eneagrama senti-me convidada a refleti e pensar sobre minha personalidade e também acerca das características que assumi ao longo dos anos. No decorrer do tempo informações e conhecimentos a respeito de cada tipo de personalidade: tipos 2-3-4(emocionais/centro de energia no coração), 5-6-7(racionais/centro de energia na cabeça), 8-9-1(tipos práticos /centro visceral).
A princípio identifiquei-me com todos os tipos, pois estava voltando minha atenção para as características secundárias e deixando de lado as essenciais. Essas são definidas pelo modo como o indivíduo se comporta no ambiente de trabalho, com os amigos, nos relacionamentos amorosos e também pelos sentimentos que esse indivíduo sentiu na infância, as formas que ele usou para lidar com sua carência afetiva e as situações enfrentadas no ambiente familiar. É essencial para quem quer descobrir sua personalidade o mergulho no seu íntimo; nas motivações, desejos e sentimentos mais ocultos, a fim de si conhecer realmente, buscar compreender e aceitar as imperfeições humanas.
À medida que as fraquezas e falhas das nove personalidades foram apresentadas, fui me sentindo incomodada com as características de algumas e como esta é um dos primeiros indícios para encontrar a personalidade, percebi que estava no caminho certo. No decorrer das leituras sobre as personalidades percebi que me identifico mais com o tipo 1(um) ,pelo fato de ser uma pessoa perfeccionista que gosta de organização e que também tem uma critica interior muito forte.Mas como todas as nove personalidades sofrem influência das outras ,tenho procurado a prender a desenvolver o melhor da minha e das outras,ou seja estou buscando o equilíbrio.
O conhecimento presente no eneagrama pode contribuir para que o educador se conheça e reflita sobre sua essência, podendo assim desenvolver mais segurança pra falar, expor opiniões e idéias, se posicionar perante situações conflitantes, buscar autonomia e também poder dar aulas melhores, com convicção naquilo que está passando para os alunos. A partir do momento que uma pessoa conhece sua personalidade ela pode criar maneiras de superar as fraquezas e a conseguir o equilíbrio.
Como diz Paulo Freire “A educação é um ato de amor e, portanto, um ato de coragem não pode temer o debate, a analise da realidade; não pode fugir da discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.” Desse modo é fundamental para o educador compreender a si e aos outros e o eneagrama permite isso.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI
Departamento de Ciências e Tecnologia
Curso de Graduação em Física
Psicologia
Aluna: Francisca Daniela de Jesus Silva
Profº:Roberto
A descoberta
O estudo do Eneagrama me proporcionou múltiplos momentos de reflexão sobre a minha vida. Este saber, o qual nunca imaginei existir, contribuiu muito para meu crescimento como ser humano, estudante e profissional. Através deste conhecimento, consegui definir a minha personalidade. Analisando assim, a minha infância e adolescência.
Durante a minha infância brinquei bastante em casa, tive muitos brinquedos, fui muito amada por mainha, vô e familiares. Não conseguia brincar na rua durante muito tempo, pois tinha muito medo de deixar meus pais sozinhos. Meu pai sempre foi alcoólatra e continua sendo. Arranjava mulheres, gastava o dinheiro, chegava na maioria das vezes bêbado em casa. Meu avô, amor da minha vida, sempre nos ajudou em tudo, financeiramente e sentimentalmente. Vô era meu protetor, meu pai do coração. Não deixava nada nos faltar
Fui crescendo, e sempre procurei suprir o amor que meu pai não dava a mainha e aos meus irmãos. Quando meu pai brigava com mainha, eu ficava assustada, com muito medo. Mas ao longo do tempo isto mudou. Então, passei a me colocar a frente da minha mãe, e ele acabava me batendo, quebrou cabo de vassoura em minhas costas, jogou um garrafão de 20L de água, cheio, em mim, queria quebrar um prato na cabeça da minha irmã. Tenho quatro irmãos, mas um nunca morou conosco, não presenciava esses episódios.
Na escola sempre fui boa aluna, geralmente o destaque da sala. Sempre fui o motivo de orgulho para minha mãe. Porém, só ficava na escola se minha mãe ficasse. Sentia um medo tão grande e sempre chorava ao chegar na escola. Todavia, mainha ficava toda a manhã na escola, esperando a aula terminar. Quando ela conseguiu um emprego depois de muito penar, já estava me adaptando a ir a escola sem ela. Ao chegar da escola dava conta de tudo, das minha irmãs e de outras responsabilidades. Queria tudo organizado, nunca gostei de bagunça.
No período da adolescência mudou muita coisa em nossa vida. Vivíamos de aluguel, depois ganhamos uma casa, que vô nos deu, mas, a casa após dez anos teve que ser vendida, voltamos então a morar de aluguel novamente. Meu pai passou a beber cada vez mais, arranjou uma mulher e dois filhos. No entanto não os assumiu. Em 2005, meu vô muito amado, o qual nos ajudava, faleceu. Mainha sofreu uma grave queimadura em todo o rosto, meu pai enlouqueceu. Ele não nos deixava dormir, via bichos por toda a casa, queimou a Bíblia, perdeu um pouco dos sentidos, passou seis meses sem andar, mas graças a Deus recuperou-se.
Quando estava neste tormento , todos sofriam com a situação. Nesse período, estava cursando o 3º ano do ensino médio. Chegava na sala de aula sempre abatida. Ficamos oito meses sem energia, mas mesmo assim eu estudava. A noite ficava estudando a luz de velas ou na luz do poste, na calçada. Fiz vestibular para medicina, e enfermagem tentei duas vezes, fiquei nos classificáveis. Tive a oportunidade de cursar Direito, Enfermagem ou Administração, através do ENEM, pois ganhei bolsas. No entanto não pude cursar, mainha estava doente e também não tinha condições financeiras para se manter em outra cidade.
Após a morte de meu avô, tivemos que nos manter sozinhos. Nesta fase até os vizinhos nos ajudaram. Em 13 de maio de 2005 consegui meu primeiro emprego, em uma escola, ganhando R$ 120,00. Fomos nos mantendo. As coisas foram melhorando, meu irmão conseguiu um emprego e fomos nos mantendo como dava. Minha mãe adoeceu novamente, por conseqüência de uma tentativa de estrangulamento ocasionada por meu pai, quando ela estava a dormir conosco no quarto. Ela sofreu uma paralisia facial, perdendo 80% da visão e ficando totalmente estrábica.
Após meses de fisioterapia ela recuperou 70% da visão e continuou sua luta. Não foi possível a permanência do meu pai em casa. Ele foi morar com minha vó, mas nunca deixamos de lhe dá assistência. Em 2008 mainha entrou em depressão e início de síndrome do pânico. Acompanho o tratamento dela desde o início até hoje. Minhas irmãs são amorosas, no entanto preguiçosas, mas dão trabalho, só os rapazes que as vezes nos dão dor de cabeça. Neste mesmo ano sofri dois acidentes de moto e tenho marcas até hoje. Neste ano também passei no vestibular para Fisioterapia, mas não pude cursar.
Em 2009, passei numa universidade pública, curso Pedagogia, gosto e atuo na área a seis anos. Neste mesmo ano minha avó faleceu de forma trágica. Fui vítima de um incêndio, sofrendo graves queimaduras em 50% do corpo, todo lado esquerdo. Esta situação nos abalou muito, mas continuamos a nossa luta. Gosto de fazer de tudo um pouco, sou professora, boleira, decoradora, agente social, educadora social, canto, danço e sou voluntária. Já passei em concurso, mas não fui convocada. No entanto não me canso de tentar.
Após várias reflexões, ainda me restavam dúvidas a respeito do meu tipo de personalidade. Logo no início da apresentação dos tipos, me identifiquei muito com o tipo seis, pois, lembro muito das coisas negativas do meu passado, cumpro com meu dever, fujo de atitudes erradas e sinto muito medo. Porém sempre que recebo uma ordem, reflito antes de agir.
O tipo dois me chamou atenção, porque sou uma pessoa que me adapto facilmente a tudo, gosto muito de ajudar o próximo, dou conselhos, tenho medo de dizer não, pois, me sinto mal. Mas, não bajulo, não espero algo em troca. Quando o tipo nove foi apresentado, pensei que ali era minha personalidade. Não gosto de conflitos, fico satisfeita com qualquer coisa, não exijo muito em material. Contudo, não sou preguiçosa, nem tão pouco acomodada.
Já estava impaciente, pois não conseguia determinar minha personalidade. Quando estudei um pouco mais o tipo um, comecei a rir, em outros momentos angustiada, mas ali realmente era minha personalidade. Minha mãe, quando me reclama diz sempre, que a perfeição está no céu. É, realmente está, mas sou assim, me critico, me culpo, cobro muito de mim e acabo cobrando dos outros. Fico impaciente com indivíduos preguiçosos, me esforço muito, para corrigir meus defeitos, me preocupo com tudo e todos. Tenho uma grande dificuldade de relaxar, descontrair e ficar alegre. Sou realmente o tipo um, com as asas nove e dois, um pouco desenvolvidas. Sinto hoje, após esse estudo que preciso mudar muito, em vários aspectos.
NOME: FABRÍCIA AGAPTO BEZERRA DE ALMEIDA
CIDADE: CRATO
IDADE: 23 ANOS
Durante a minha infância brinquei bastante em casa, tive muitos brinquedos, fui muito amada por mainha, vô e familiares. Não conseguia brincar na rua durante muito tempo, pois tinha muito medo de deixar meus pais sozinhos. Meu pai sempre foi alcoólatra e continua sendo. Arranjava mulheres, gastava o dinheiro, chegava na maioria das vezes bêbado em casa. Meu avô, amor da minha vida, sempre nos ajudou em tudo, financeiramente e sentimentalmente. Vô era meu protetor, meu pai do coração. Não deixava nada nos faltar
Fui crescendo, e sempre procurei suprir o amor que meu pai não dava a mainha e aos meus irmãos. Quando meu pai brigava com mainha, eu ficava assustada, com muito medo. Mas ao longo do tempo isto mudou. Então, passei a me colocar a frente da minha mãe, e ele acabava me batendo, quebrou cabo de vassoura em minhas costas, jogou um garrafão de 20L de água, cheio, em mim, queria quebrar um prato na cabeça da minha irmã. Tenho quatro irmãos, mas um nunca morou conosco, não presenciava esses episódios.
Na escola sempre fui boa aluna, geralmente o destaque da sala. Sempre fui o motivo de orgulho para minha mãe. Porém, só ficava na escola se minha mãe ficasse. Sentia um medo tão grande e sempre chorava ao chegar na escola. Todavia, mainha ficava toda a manhã na escola, esperando a aula terminar. Quando ela conseguiu um emprego depois de muito penar, já estava me adaptando a ir a escola sem ela. Ao chegar da escola dava conta de tudo, das minha irmãs e de outras responsabilidades. Queria tudo organizado, nunca gostei de bagunça.
No período da adolescência mudou muita coisa em nossa vida. Vivíamos de aluguel, depois ganhamos uma casa, que vô nos deu, mas, a casa após dez anos teve que ser vendida, voltamos então a morar de aluguel novamente. Meu pai passou a beber cada vez mais, arranjou uma mulher e dois filhos. No entanto não os assumiu. Em 2005, meu vô muito amado, o qual nos ajudava, faleceu. Mainha sofreu uma grave queimadura em todo o rosto, meu pai enlouqueceu. Ele não nos deixava dormir, via bichos por toda a casa, queimou a Bíblia, perdeu um pouco dos sentidos, passou seis meses sem andar, mas graças a Deus recuperou-se.
Quando estava neste tormento , todos sofriam com a situação. Nesse período, estava cursando o 3º ano do ensino médio. Chegava na sala de aula sempre abatida. Ficamos oito meses sem energia, mas mesmo assim eu estudava. A noite ficava estudando a luz de velas ou na luz do poste, na calçada. Fiz vestibular para medicina, e enfermagem tentei duas vezes, fiquei nos classificáveis. Tive a oportunidade de cursar Direito, Enfermagem ou Administração, através do ENEM, pois ganhei bolsas. No entanto não pude cursar, mainha estava doente e também não tinha condições financeiras para se manter em outra cidade.
Após a morte de meu avô, tivemos que nos manter sozinhos. Nesta fase até os vizinhos nos ajudaram. Em 13 de maio de 2005 consegui meu primeiro emprego, em uma escola, ganhando R$ 120,00. Fomos nos mantendo. As coisas foram melhorando, meu irmão conseguiu um emprego e fomos nos mantendo como dava. Minha mãe adoeceu novamente, por conseqüência de uma tentativa de estrangulamento ocasionada por meu pai, quando ela estava a dormir conosco no quarto. Ela sofreu uma paralisia facial, perdendo 80% da visão e ficando totalmente estrábica.
Após meses de fisioterapia ela recuperou 70% da visão e continuou sua luta. Não foi possível a permanência do meu pai em casa. Ele foi morar com minha vó, mas nunca deixamos de lhe dá assistência. Em 2008 mainha entrou em depressão e início de síndrome do pânico. Acompanho o tratamento dela desde o início até hoje. Minhas irmãs são amorosas, no entanto preguiçosas, mas dão trabalho, só os rapazes que as vezes nos dão dor de cabeça. Neste mesmo ano sofri dois acidentes de moto e tenho marcas até hoje. Neste ano também passei no vestibular para Fisioterapia, mas não pude cursar.
Em 2009, passei numa universidade pública, curso Pedagogia, gosto e atuo na área a seis anos. Neste mesmo ano minha avó faleceu de forma trágica. Fui vítima de um incêndio, sofrendo graves queimaduras em 50% do corpo, todo lado esquerdo. Esta situação nos abalou muito, mas continuamos a nossa luta. Gosto de fazer de tudo um pouco, sou professora, boleira, decoradora, agente social, educadora social, canto, danço e sou voluntária. Já passei em concurso, mas não fui convocada. No entanto não me canso de tentar.
Após várias reflexões, ainda me restavam dúvidas a respeito do meu tipo de personalidade. Logo no início da apresentação dos tipos, me identifiquei muito com o tipo seis, pois, lembro muito das coisas negativas do meu passado, cumpro com meu dever, fujo de atitudes erradas e sinto muito medo. Porém sempre que recebo uma ordem, reflito antes de agir.
O tipo dois me chamou atenção, porque sou uma pessoa que me adapto facilmente a tudo, gosto muito de ajudar o próximo, dou conselhos, tenho medo de dizer não, pois, me sinto mal. Mas, não bajulo, não espero algo em troca. Quando o tipo nove foi apresentado, pensei que ali era minha personalidade. Não gosto de conflitos, fico satisfeita com qualquer coisa, não exijo muito em material. Contudo, não sou preguiçosa, nem tão pouco acomodada.
Já estava impaciente, pois não conseguia determinar minha personalidade. Quando estudei um pouco mais o tipo um, comecei a rir, em outros momentos angustiada, mas ali realmente era minha personalidade. Minha mãe, quando me reclama diz sempre, que a perfeição está no céu. É, realmente está, mas sou assim, me critico, me culpo, cobro muito de mim e acabo cobrando dos outros. Fico impaciente com indivíduos preguiçosos, me esforço muito, para corrigir meus defeitos, me preocupo com tudo e todos. Tenho uma grande dificuldade de relaxar, descontrair e ficar alegre. Sou realmente o tipo um, com as asas nove e dois, um pouco desenvolvidas. Sinto hoje, após esse estudo que preciso mudar muito, em vários aspectos.
NOME: FABRÍCIA AGAPTO BEZERRA DE ALMEIDA
CIDADE: CRATO
IDADE: 23 ANOS
Durante as aulas de psicologia, o professor Roberto trouxe um tema novo pouco estudado no curso de pedagogia. O assunto tem como tema “eneagrama” os noves tipos de personalidade. Durante o estudo pude identificar o meu tipo de personalidade a começar pela a infância, depois como sou atualmente e qual a asa que desenvolvi mais.
Na minha infância fui uma criança muito assustada e tive muito medos, pelo o fato de ter passado por muitas experiências ruins. Quando tinha idade de quatro pra cinco anos minha irmã mais velha me cortou com uma foice no tornozelo. Obviamente que não foi intencional, foi um acidente, mas ela contou a historia do jeito dela para minha mãe, e eu mesmo no estado que estava sem andar, apanhei da minha mãe e aquilo foi muito doloroso para mim, apartir daquele momento desenvolvi um sentimento dentro de me que só meu pai me amava de verdade. Quando meu pai ficou sabendo do que aconteceu comigo, veio imediatamente para casa, pois, o mesmo estava trabalhando fora, e apartir desse momento começou a cuidar de mim, e ao lado dele eu me sentia protegida porque ele dizia que ia fazer tudo que tivesse ao alcance dele para eu voltar andar, e depois de muito tempo voltei a andar. Hoje, na idade adulta, quando escuto falar que alguém sofreu um acidente, mudo logo de assunto e nem quero saber em que estado à pessoa se encontra, pois me vêm à mente todas as experiências ruins que me aconteceu.
Logo que o professor começou a falar do tipo sete, comecei a identificar minha personalidade. Gosto de me sentir jovem, sou vaidosa com meu corpo, sou feliz e quero que todas as pessoas que estejam ao meu lado também se sintam felizes, gosto de sorrir e às vezes faço com que as pessoas que estejam ao meu lado riam de me mesma do meu jeito meio atrapalhado. Gosto de fazer amizade com as pessoas não importa qual o nível de autoridade que ela exerça trato todos de igual modo. Tenho dificuldades em decidir uma carreira e prefiro fazer varias coisas ao mesmo tempo, tenho muita dificuldade de tomar decisões, se sou pressionada para tomar alguma decisão, fico logo irritada e procuro sempre uma desculpa para me sair. Gosto de viver o melhor da vida, e tudo que faço é exageradamente, seja no trabalho, nas compras, nos relacionamentos, na alimentação, etc. Gosto de fazer planos e vivo sonhado como vai ser meu futuro. Sou muito fantasiosa em minha vida amorosa, gosto de excitações e experiências vividas pelo o corpo. Sou tagarela e às vezes fico um pouco dispersa observando as coisas e fazendo ligações só pra me mesma. Apesar de ser tão tagarela, não consigo falar muito diante de varias pessoas, fico nervosa e parece que as palavras travam, e não consigo falar tudo que tinha para ser explicado, faço muitos recortes.
A asa que mais densenvolvir foi a seis pelo o fato de ser uma pessoa insegura, nervosa e ansiosa, e de me achar uma pessoa incapaz, porem quando estou no meu momento de stress subitamente me torno um perfeccionista e critico tipo um. Em suma minhas característas positivas são: Sou criativa, bem humorada, gosto de improvisar as coisas e sou otimista. Já as minhas características negativas são: Dificuldades com regras, não gosto de rotina, argumentos compulsivos, e ás vezes sou pouco sensível aos valores dos outros.
O eneagrama ira contribuir muito para nos educadores, não só na nossa vida pessoal como também na profissional, porque se não nos conhecermos não podemos também conhecer as pessoas. Só assim podemos melhorar naquilo que esta sendo falho em nossa vida e também contribuir para que as outras pessoas também se conheçam, assim podemos tratar melhor as crianças e entender-las e contribuir também no desenvolvimento de sua personalidade já que a infância é a base de tudo e vamos lidar com as crianças diariamente.
Nome= Maria Lidionete Silva Souza
Idade= 34 anos
Cidade= Juazeiro do Norte CE
Curso= Pedagogia III Semestre
O estudo das personalidades foi bem interessante, pois pude conhecê-las detalhadamente e ao mesmo tempo identificar o tipo semelhante ao meu, tendo a oportunidade de me conhecer um pouco mais, bem como melhor compreender o outro para então buscar melhorar o meu jeito de ser em prol de um desenvolvimento pessoal.
O tipo que está mais próximo do meu, cujas características eu me identifiquei mais é o seis, pois sou uma pessoa extremamente insegura para tomar decisões, por isso estou sempre consultando a opinião de outra pessoa pra qualquer iniciativa. Sou estressada, me irritando por qualquer besteira. Sou tímida e não consigo falar muito, falo apenas o necessário, às vezes nem isso. O que acaba me deixando muito triste. Desconfiada, querendo saber o porquê de tudo, e, além disso, o medo invade a minha vida me impedindo de realizar várias coisas que desejo. Tenho pânico de falar em público, isso me causa um nervosismo que é mais forte que eu, pois não consigo controlar, disfarçar nem mesmo explicar a razão do mesmo. Porém sou responsável e não aprovo atitudes erradas.
A minha infância foi bem tranquila, eu estudava e brincava bastante com minhas irmãs e primos, às vezes brigávamos, mas logo fazia as pazes. Meu pai sempre que ia para algum lugar nos levava, tínhamos uma relação muito boa. Entretanto na fase adolescente isso foi mudando por conta de muitas vezes ele falar com ignorância e por isso fomos ficando com receio de falar com ele. Falando apenas o necessário. Apesar disso é um pai maravilhoso, trabalhador, que se preocupa com os filhos e ajuda em tudo que precisamos. Com a minha mãe conversamos mais, ela é uma pessoa calma e está sempre disposta a ajudar o próximo. Meus pais são liberais, mas costumam falar que se escolhermos o caminho errado vira as costas e não quer mais nem saber.
Contudo desejo superar esses defeitos, pois estes só têm proporcionado coisas ruins e que não me levam a lugar nenhum, pelo contrario, só atrasa. Sei que não é fácil alcançar esse objetivo, porque além de exigir força de vontade para enfrentá-los, é preciso buscar ajuda de um profissional, para então acompanhar o meu problema e juntos tentarmos solucioná-lo.
Qual a contribuição do eneagrama para o educador?
O eneagrama possibilita ao educador conhecer as personalidades, e principalmente a dele, para, a partir daí, compreender melhor a si mesmo e o outro. Sabendo que os seres humanos são diferentes, que cada um possui características próprias e com jeito de ser particular. Então este ajuda o educador a lidar melhor com cada indivíduo e também tem o objetivo de auxiliá-lo na relação com os educandos.
Conforme o estudo do eneagrama a pessoa volta seu olhar para si e começa a repensar seus atos, vendo o fez de bom e ruim, fazendo uma análise das qualidades e defeitos e assim acabam percebendo a necessidade de se trabalhar.
Então o eneagrama traz conhecimento de vida, o que leva o professor a ensinar a seus alunos o desenvolvimento dos valores educacionais.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
CURSO: PEDAGOGIA III SEMESTRE (NOITE)
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNA: MARIA ELIANE GOMES LIMA
O tipo que está mais próximo do meu, cujas características eu me identifiquei mais é o seis, pois sou uma pessoa extremamente insegura para tomar decisões, por isso estou sempre consultando a opinião de outra pessoa pra qualquer iniciativa. Sou estressada, me irritando por qualquer besteira. Sou tímida e não consigo falar muito, falo apenas o necessário, às vezes nem isso. O que acaba me deixando muito triste. Desconfiada, querendo saber o porquê de tudo, e, além disso, o medo invade a minha vida me impedindo de realizar várias coisas que desejo. Tenho pânico de falar em público, isso me causa um nervosismo que é mais forte que eu, pois não consigo controlar, disfarçar nem mesmo explicar a razão do mesmo. Porém sou responsável e não aprovo atitudes erradas.
A minha infância foi bem tranquila, eu estudava e brincava bastante com minhas irmãs e primos, às vezes brigávamos, mas logo fazia as pazes. Meu pai sempre que ia para algum lugar nos levava, tínhamos uma relação muito boa. Entretanto na fase adolescente isso foi mudando por conta de muitas vezes ele falar com ignorância e por isso fomos ficando com receio de falar com ele. Falando apenas o necessário. Apesar disso é um pai maravilhoso, trabalhador, que se preocupa com os filhos e ajuda em tudo que precisamos. Com a minha mãe conversamos mais, ela é uma pessoa calma e está sempre disposta a ajudar o próximo. Meus pais são liberais, mas costumam falar que se escolhermos o caminho errado vira as costas e não quer mais nem saber.
Contudo desejo superar esses defeitos, pois estes só têm proporcionado coisas ruins e que não me levam a lugar nenhum, pelo contrario, só atrasa. Sei que não é fácil alcançar esse objetivo, porque além de exigir força de vontade para enfrentá-los, é preciso buscar ajuda de um profissional, para então acompanhar o meu problema e juntos tentarmos solucioná-lo.
Qual a contribuição do eneagrama para o educador?
O eneagrama possibilita ao educador conhecer as personalidades, e principalmente a dele, para, a partir daí, compreender melhor a si mesmo e o outro. Sabendo que os seres humanos são diferentes, que cada um possui características próprias e com jeito de ser particular. Então este ajuda o educador a lidar melhor com cada indivíduo e também tem o objetivo de auxiliá-lo na relação com os educandos.
Conforme o estudo do eneagrama a pessoa volta seu olhar para si e começa a repensar seus atos, vendo o fez de bom e ruim, fazendo uma análise das qualidades e defeitos e assim acabam percebendo a necessidade de se trabalhar.
Então o eneagrama traz conhecimento de vida, o que leva o professor a ensinar a seus alunos o desenvolvimento dos valores educacionais.
UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
CURSO: PEDAGOGIA III SEMESTRE (NOITE)
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNA: MARIA ELIANE GOMES LIMA
Tipo Oito do Eneagrama, o "confrontador".
A primeira vista me identifiquei com esse tipo, principalmente pela marca do confronto. Sou uma pessoa que não tenho medo de me confrontar com as outras, e quem me conhece sabe que essa é uma de minhas principais características. Sinto-me motivado a mostrar minha força, consiguindo o que quero e protegendo o que acho justo.
Além dessas características evidentes à maioria dos confrontadores, eu não gosto que digam que me adapte. Sou muito chato em relação a isso, sei que não gosto de ter a atenção chamada. Porém, entre as características, também existem pontos positivos, como por exemplo:
- Assertivos: todo tipo 8 que se preza possui assertividade.
- Objetivos: gostamos de agir.
- Realizadores: não esperamos parado.
- Eficazes: levamos isso a sério.
Devo melhorar meu ponto de integração, a fim de abrandar meu coração. Com o filme exposto em aula hoje,Ônibus 171, percebi que a vida não gira em torno da frieza. Me identifiquei bastante com a situação do sequestrador e compreendi um pouco mais as pessoas. Certamente isso desenvolveu meu ponto de integração.
Creio que temos além de tudo isso um medo básico, o temor de sermos controlados pelos outros. Daí o gosto pelo confronto.
Pecado-capital: Luxúria. Devo trabalhar isso, ainda sou bastante tentado. Sou muito firme em minhas ações, às vezes autoritário. Isso é bastante prejudicial, percebo que as pessoas têm receio de se relacionar comigo.
Creio que o eneagrama me ajudou a evoluir, e sei que em breve, com muito trabalho sobre a minha personalidade, me tornarei uma pessoa mais calma, sensível e melhor. Obrigado e Boa noite.
*O nome Confrontador vem da facilidade com que se posicionam a respeito do que querem, expressando-se de forma direta e objetiva, intimidando com sua aparente segurança.
Aluno: Paulo José Ferreira Martins
Turno: Noturno
Universidade Regional do Cariri
Primeiro semestre de Direito
Além dessas características evidentes à maioria dos confrontadores, eu não gosto que digam que me adapte. Sou muito chato em relação a isso, sei que não gosto de ter a atenção chamada. Porém, entre as características, também existem pontos positivos, como por exemplo:
- Assertivos: todo tipo 8 que se preza possui assertividade.
- Objetivos: gostamos de agir.
- Realizadores: não esperamos parado.
- Eficazes: levamos isso a sério.
Devo melhorar meu ponto de integração, a fim de abrandar meu coração. Com o filme exposto em aula hoje,Ônibus 171, percebi que a vida não gira em torno da frieza. Me identifiquei bastante com a situação do sequestrador e compreendi um pouco mais as pessoas. Certamente isso desenvolveu meu ponto de integração.
Creio que temos além de tudo isso um medo básico, o temor de sermos controlados pelos outros. Daí o gosto pelo confronto.
Pecado-capital: Luxúria. Devo trabalhar isso, ainda sou bastante tentado. Sou muito firme em minhas ações, às vezes autoritário. Isso é bastante prejudicial, percebo que as pessoas têm receio de se relacionar comigo.
Creio que o eneagrama me ajudou a evoluir, e sei que em breve, com muito trabalho sobre a minha personalidade, me tornarei uma pessoa mais calma, sensível e melhor. Obrigado e Boa noite.
*O nome Confrontador vem da facilidade com que se posicionam a respeito do que querem, expressando-se de forma direta e objetiva, intimidando com sua aparente segurança.
Aluno: Paulo José Ferreira Martins
Turno: Noturno
Universidade Regional do Cariri
Primeiro semestre de Direito
Após as primeiras aulas sobre o Eneagrama, eu pensei que fosse do tipo 5, porém, após a finalização da apresentação de todos os tipos, cheguei a conclusão que sou do tipo 1. Sou muito organizado e calmo, quando estou com raiva, eu não mostro isso, guardo a raiva dentro de mim e ela vai se acumulando, até que chega um momento e eu não aguento mais, e por qualquer futilidade, eu explodo! O mais triste disso é que eu sempre desconto a raiva na minha família. Desenvolvi a asa do 9; a asa do 2 vou procurar desenvolver e acho que o curso de Direito vai me ajudar bastante a fazê-lo. O meu ponto de desintegração é o 4, como já disse, guardo toda raiva e descarrego-a de uma só vez. Porém, apesar de tanta raiva e mágoa guardadas, meu ponto de integração é o 7. Quando me sinto bem, sou muito alegre e divertido, conto piadas e estórias, brinco com meus amigos,... Vivo entre esses dois extremos: guardar raiva e liberar alegria. O Eneagrama me ajudou e continua ajudando ao meu autoconhecimento; ao analisar todos os tipos e descobrir o meu, pude ver o motivo de meu inconsciente guardar uma máscara do tipo 1. Sempre fiz tudo certinho, tirava notas boas, era um modelo de criança perfeita; porém, nunca fui recompensado por nada que conquistei. No colégio eu era sempre o melhor aluno da sala, tirava as melhores notas, ganhava certificados de mérito, no entanto, nunca mim deram nada por meu esforço. O mais difícil de suportar foi ver os meus colegas ganhando bicicletas e videogames só pelos simples fato de terem ficado na média. E eu? Eu ganhava o que? Meu 10 não valia nada! Enquanto um 7 do meu colega valia uma bicicleta novinha... Até hoje nunca fui recompensado por nada! Hoje busco independência financeira; quero trabalhar, ganhar dinheiro, e me presentear!!!
Anônimo
Anônimo
Após a exposição de todos os tipos do Eneagrama descobri que sou do tipo Um, descobri também que quase tudo que sou hoje é um feedback da minha infância, um retorno de tudo que vivi e passei com minha família. Por cobrar muita organização e nunca me recompensarem por nada absorvi de tal maneira que ajo do jeito que vi minha infância passar, vendo cobranças e mais cobranças, de certo modo, sou perfeccionista. O meu ponto de integração é o Sete, mas a espontaneidade nem sempre “vem à tona”, mas com certeza tento viver feliz e penso no meu futuro com opções muito agradáveis. Meu ponto de desintegração é o Quatro e o maior problema que tenho com esse tipo é acumular tanta raiva e acabar me afastando das pessoas que gosto por não tentar chegar e conversar para resolver logo alguma situação e quando falo acabo usando palavras erradas que possam machucar alguém. Estou em processo de mudança e ainda não estou conseguindo me sair tão bem, mas ainda sou nova e usando algumas ferramentas que a psicologia dispõe espero que eu consiga reverter isso tudo.
Anônimo
Anônimo
Minha Auto Avaliação
Me vejo como uma pessoa muito individualista, muitas vezes preciso ficar completamente isolado para poder pensar e resolver meus problemas, pois não gosto de expor eles para ninguém. Eu como tipo cinco não sou de muitas palavas e por isso muitas vezes não sou compreendido pelas pessoas que diferente de mim esbanjam vocabulário.muitas pessoas dizem que eu tenho uma língua afiada, que sou caladão mas quando falo sai de baixo que lá vem bomba, bem, de alguma forma é isso que acontece. Quando estou calado, costumo observar bem os acontecimentos ao meu redor e assim tenho mais facilidade de fazer uma sugestão ou até mesmo uma crítica ao que eu acho que não é o correto. apesar de tímido, quando eu pego confiança de alguma pessoa costumo ser muito brincalhão, mas com alguém que eu não tenho tanta intimidade sou muito tímido. Quando estou sozinho procuro fazer algo que me tire um pouco da realidade, leio um livro, escuto uma música ou fico simplesmente pensando no passado e no futuro, meu maior medo, pois é algo que mesmo com muito planejamento, não há garantias de que vá dar tudo certo. Sou uma pessoa de temperamento forte, por qualquer coisa me tiram do sério. Mas o que mais me irrita é a injustiça, judiação com seres que não têm como se defender, e também o que me deixa furioso também são aqueles pessoas que querem ser o dono da verdade sempre. Quando me apego com alguém gosto de cuidar dessa pessoa mais do que a mim mesmo. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por agir por impulso e assim, quebrar a cara algumas vezes, sou alguém que se preocupa com tudo, até demais, isso já me atrapalhou várias vezes. Eu acho que esse meu comportamento de tipo cinco surgiu na minha infância por ter sido criado numa família bastante conservadora, que gostam de ter seus filhos sempre sobre seu controle, e por isso me tornei uma pessoa que sente muita dificuldade de se expressar mas com muita facilidade de pensar.
Nome: Silvio Enrique Siebra Sousa
Idade: 18 anos
Cidade: Araripe
ALUNO DO TERCEIRO SEMESTRE DE GEOGRAFIA NO TURNO DA MANHÃ
Eu aprendi muito com esse método de ensino, pois consegui alcançar o autoconhecimento, que é o principal objetivo desse livro. Descobri que sou tipo 8, pois sou muito competitiva, faço as coisas de maneira imediata e sem pensar e depois muitas vezes me arrependo.
Tenho como asa mais definida a 7 e por isso sou divertida e gosto de fazer as pessoas sorrirem. Entretanto as vezes sou um pouco desleixada e preguiçosa como o tipo 9.
Não tive uma infância ruim, no entantio, minha mãe trabalhava muito e por isso tive que aprender desde muito cedo a fazer as coisas da maneira certa e na maioria do tempo sozinha.
Minha grande diferença para com o tipo 8 é que quando percebo que magoei alguém com quem realmente me importo tenho a coragem de pedir perdão.
Meu ponto de desintegração é o tipo 5 e por isso em alguns momentos me sinto insegura e incapaz, por outro lado, meu ponto de integração é o tipo 2 e nesses momentos eu demonstro grande generosidade e sou muito afetiva principalmente com os meus amigos.
Sou muito protetora e não gosto mesmo de injustiças, por isso em várias situações acababo levando a culpa, porque tenho coragem de devender os mais fracos.
Foram essas coisas que aprendi icom o Eneagrama e gostei muito, pois assim pude descobri em quais pontos devo mudar e agora correrei atrás disso.
Tália Luciano
Direito – Noite - 1º semestre
Universidade Regional do Cariri
O brincalhão
Analisando todos os tipos visto no eneagrama me identifiquei com o tipo 7 (sete). Este tipo mostrou-me muitas características como, por exemplo: alegria, companheirismo, amizade e comunição.
Sinto-me uma pessoa alegre, pois tento sempre está de bem comigo e com os outros ao meu redor. Procuro sempre fazer novas amizades e manter integrado com os outros. Em relação a minha família procuro sempre está próximo deles mantendo um bom relacionamento. Minha postura com pessoas que não conheço é de aproximar-los e tentar ajuda-los.
Gosto muito de lazer. Procuro está sempre de bem com a vida e transmitir para os amigos. No trabalho faço o melhor que posso. Vivo de maneira radiante e consigo manter sempre o bom humor. Planejo muito meu futuro e sempre estou estudando para galgar algo melhor na minha vida. Gosto que os outros me veja sempre alegre. Acho que falo muito, sou do tipo exagerado. Às vezes gosto de ficar sozinho.
Nas minhas asas encontro o tipo 1 (desintegração), o perfeccionista . Não me relaciono muito bem com pessoas deste tipo, pois as acho muito organizadas, medrosas e até mesmo (cricri). Já na integração vejo o tipo 5 como um lado que as vezes passo a me comportar ou dele me integro alguns momentos.
Portanto, vejo que o eneagrama relata de uma maneira muito verdadeira meu perfil. Ele detectou muitas características presentes em mim, e assim a partir de agora posso repensar e analisar meus pontos negativos e positivos.
Anônimo
Sinto-me uma pessoa alegre, pois tento sempre está de bem comigo e com os outros ao meu redor. Procuro sempre fazer novas amizades e manter integrado com os outros. Em relação a minha família procuro sempre está próximo deles mantendo um bom relacionamento. Minha postura com pessoas que não conheço é de aproximar-los e tentar ajuda-los.
Gosto muito de lazer. Procuro está sempre de bem com a vida e transmitir para os amigos. No trabalho faço o melhor que posso. Vivo de maneira radiante e consigo manter sempre o bom humor. Planejo muito meu futuro e sempre estou estudando para galgar algo melhor na minha vida. Gosto que os outros me veja sempre alegre. Acho que falo muito, sou do tipo exagerado. Às vezes gosto de ficar sozinho.
Nas minhas asas encontro o tipo 1 (desintegração), o perfeccionista . Não me relaciono muito bem com pessoas deste tipo, pois as acho muito organizadas, medrosas e até mesmo (cricri). Já na integração vejo o tipo 5 como um lado que as vezes passo a me comportar ou dele me integro alguns momentos.
Portanto, vejo que o eneagrama relata de uma maneira muito verdadeira meu perfil. Ele detectou muitas características presentes em mim, e assim a partir de agora posso repensar e analisar meus pontos negativos e positivos.
Anônimo
TIPO 7: UMA ALMA PSICODÉLICA
Fora um sonho de juventude – Passaste;
E como todos os sonhos juvenis – Foste belo;
Dançaste o bolero efêmero das horas doces;
Paraste na valsa triste, sem par, sem elo;
Quiseste a aventura da eternidade;
A fonte da qual bebera o inebriou;
Pediste qual um mendigo a liberdade;
Mas esta já possuía e a renegou;
O mundo, o céu, o mar – Tudo era pouco;
Rebelara-se então a vida inteira;
Dera, pois, para roubar asas de anjo;
Mas as asas de Ícaro eram de cera;
Hoje vagas no imensurável deserto;
Que conduz entre o sutil e o divino;
Permeando um espaço semiaberto;
Que conduz o coração sempre menino.
MARIA VALMANARA COSTA
CRATO-CE
1º SEMESTRE DE DIREITO
Minha personalidade indefinida
Após avaliar todas as tipologias, asas,pontos de integração e desintegração ainda não me sinto seguro e muito menos a vontade para me defilnir como um dos tipos do eneagrama.
Ainda me deparo com situaçãoes diversas e sempre me vejo como um tipo diferente para encara-los, não sei bem explicar a essencia e o por que disso.Se houvesse um tipo situacional eu me encaixaria muito bem, assumo diversas mascaras para encarar a realidade.
Ao passar das aulas e observandoos exemplos de colegas só encontrava cada vez mais duvidas sobre a minha personalidade consegui encontrar alguns caracteres do tipo 9 mas minha cabeça como que em uma metamorfose ambulante me eliminou essa ideia.
Procuro manter uma organização em minha vidacomo o Tipo 1;muitas vezes me pego pensando em como será minha morte e na dos meus entes queridos como o Tipo 4;demoro algum tempo para me abrir a pessoas desconhecidas caracteristica marcante do Tipo 6;odeio a tristeza Tipo 7;enfim vejo em mim um entrelaçado de carac teristicas que me deixam mais confuso.
Jamais me sentiria bem ou honesto dizendo que encontri-me no eneagrama.Mas estou procurando me definir, creio que essa minha definição será de suma importancia para o futuro.
Aluno:Antonio Benedito dos Santo Filho 1°semestre-URCA (Noite)Direito
Ainda me deparo com situaçãoes diversas e sempre me vejo como um tipo diferente para encara-los, não sei bem explicar a essencia e o por que disso.Se houvesse um tipo situacional eu me encaixaria muito bem, assumo diversas mascaras para encarar a realidade.
Ao passar das aulas e observandoos exemplos de colegas só encontrava cada vez mais duvidas sobre a minha personalidade consegui encontrar alguns caracteres do tipo 9 mas minha cabeça como que em uma metamorfose ambulante me eliminou essa ideia.
Procuro manter uma organização em minha vidacomo o Tipo 1;muitas vezes me pego pensando em como será minha morte e na dos meus entes queridos como o Tipo 4;demoro algum tempo para me abrir a pessoas desconhecidas caracteristica marcante do Tipo 6;odeio a tristeza Tipo 7;enfim vejo em mim um entrelaçado de carac teristicas que me deixam mais confuso.
Jamais me sentiria bem ou honesto dizendo que encontri-me no eneagrama.Mas estou procurando me definir, creio que essa minha definição será de suma importancia para o futuro.
Aluno:Antonio Benedito dos Santo Filho 1°semestre-URCA (Noite)Direito
Identifico-me mais com o tipo nove,porque me acho reservado , tranqüilo e também vejo o lado bom de toda alternativa então acabo ficando sempre em dúvida,ou seja, para mim é muito difícil tomar decisões. Há algum tempo, eu era do tipo oito, não agüentava desaforos, discutia muito com os meus colegas e era muito solidário com os problemas alheios; hoje procuro ser mais tolerante com as pessoas ,procuro não me desesperar com as situações, procuro levar tudo na calma ,percebi também que as coisas não se resolvem só a base do grito que é preciso ser ouvido e principalmente saber ouvir para assim compreender.
Nome : Ivan Cézar Alencar homem
23 anos
geografia, III semestre noite, URCA
Santana do cariri-ce
Nome : Ivan Cézar Alencar homem
23 anos
geografia, III semestre noite, URCA
Santana do cariri-ce
Eu Tipo 6
Pela primeira vez, com auxilio do Eneagrama, consegui identificar com clareza meus defeitos e qualidades e me conhecer ainda mais e assim descobrir o que preciso fazer para melhorar.
Logo no inicio das aulas eu tinha a certeza que o sentimento que me movia era a emoção mas descobrir que o que me guia realmente e a razão.Dentre minhas qualidades percebi que sou fiel, responsável , organizado e prudente. Penso em todas as possibilidades antes de agir, sou muito medroso quando algo ou alguém mexe com minha razão ou minhas emoções. Na maioria dos casos e situações que surgem em minha vida prefiro não ter que lidar com aquelas mais difíceis, mas quando fugir e inevitável, encaro tais situações com garra e força, e as vezes para nao demostrar fraqueza uso e abuso da arrogância e da ignorância. Fidelidade e o ponto mais importante que me tocou no eneagrama.Todos os amigos com os quais me relaciono e aqueles que irei me relacionar, tem de mim passar segurança e ainda mais se pretendo ter algo mais alem do que amizade, porque pra mim a desconfiança e pior do que a própria traição.
Dentre meus defeitos vi claramente meu ponto de desintegração, o tipo 3, quando passo a ser autoritário, arrogante, e bastante desconfiado. Sou pessimista ate demais, tudo de ruim ou a maioria das coisas ruim caem sobre mim.O meu medo de agir me faz usar da arrogância pra ver se assim paro de pensar tanto e passo a agir mais, mas o que queria mesmo e para com esse medo e essa insegurança e me torna uma pessoa calma e serena que segundo o eneagrama são os melhores remédios para o medo e já percebi que realmente e uma afirmação verdadeira.
Agora que me conheço melhor sei o que tenho de mudar e esse foi o melhor conhecimento que o eneagrama me passou.
19/06/2011,
FELIPE GONÇALVES FERREIRA
URCA CAMPUS SÃO MIGUEL - DIREITO - NOITE
Logo no inicio das aulas eu tinha a certeza que o sentimento que me movia era a emoção mas descobrir que o que me guia realmente e a razão.Dentre minhas qualidades percebi que sou fiel, responsável , organizado e prudente. Penso em todas as possibilidades antes de agir, sou muito medroso quando algo ou alguém mexe com minha razão ou minhas emoções. Na maioria dos casos e situações que surgem em minha vida prefiro não ter que lidar com aquelas mais difíceis, mas quando fugir e inevitável, encaro tais situações com garra e força, e as vezes para nao demostrar fraqueza uso e abuso da arrogância e da ignorância. Fidelidade e o ponto mais importante que me tocou no eneagrama.Todos os amigos com os quais me relaciono e aqueles que irei me relacionar, tem de mim passar segurança e ainda mais se pretendo ter algo mais alem do que amizade, porque pra mim a desconfiança e pior do que a própria traição.
Dentre meus defeitos vi claramente meu ponto de desintegração, o tipo 3, quando passo a ser autoritário, arrogante, e bastante desconfiado. Sou pessimista ate demais, tudo de ruim ou a maioria das coisas ruim caem sobre mim.O meu medo de agir me faz usar da arrogância pra ver se assim paro de pensar tanto e passo a agir mais, mas o que queria mesmo e para com esse medo e essa insegurança e me torna uma pessoa calma e serena que segundo o eneagrama são os melhores remédios para o medo e já percebi que realmente e uma afirmação verdadeira.
Agora que me conheço melhor sei o que tenho de mudar e esse foi o melhor conhecimento que o eneagrama me passou.
19/06/2011,
FELIPE GONÇALVES FERREIRA
URCA CAMPUS SÃO MIGUEL - DIREITO - NOITE
tipo 4
O tipo 4 em aluguns momentos me lembra bastante,gosto que as pessoas me vejam de forma espeçial,sou muito preocupada com sofrimentos,não gosto de sofrer...não sei lidar som perdas,sempre que termino uma relação entro na maior depressão penso que é o fim do mundo,tenho muito medo da morte so de imaginar uqe posso perder pessoas que amo da vontade chorar.gosto de fazer coisas diferentes eu ando de skate ,eu jogo handball essa sou eu,como o texto diz amo teatro,dança,sou loucamente apaixonada por musica ,escutala me faz bem.gosto de pedir opiniões,conselhos aos meus amigos,mais no final nunca consigo seguilos seria tão facil pra min saber escutar assim eu não sofreria tanto.na infancia tive uma perda que me faz chorar ate hoje,meu pai me abondonou quando eu era muito pequena,nunca ouvi sua voz,nunva senti o seu cheiro,não sei o que é um pai.não quero passar mais porisso,não gosto de ficar só,mesmo assim consigo disfarçar toda essa trizteza toda essa melancolia dentro de min,tento ser o mais feliz possivel acho que tabem uso uma mascara pois minto pra min mesmo mais tento ser o mais feliz possivel porque a vida é linda demais para se viver..
Francicleide Nunes de Freitas
2º semestre - ciencias biologicas- URCA
Francicleide Nunes de Freitas
2º semestre - ciencias biologicas- URCA
Meu tipo de personalidade
Meu tipo de personalidade foi descoberto após a apresentação de todos os tipos,fiquei em duvida,pois algumas pareciam comigo(em algumas características) mas depois fui analisando os pontos ,(checando) os meus sentimentos para ter a certeza que é o tipo 6,pois sou as vezes tímida e busco muito a segurança ,gosto de ter a situações sempre ao meu controle,por acaso se fugir desse controle,me desespero.
Sou pessimista acho que tudo pode da errado,acredito muito em Deus e sigo a religião católica “uma característica predominante na minha personalidade”,Não tenho problema em seguir ordens do chefe no trabalho,desde que não prejudique a mim e aos colegas de trabalho.Possuo algumas “Fobias” que estou aos poucos melhorando.
Prezo muito pela fidelidade nos relacionamentos em que estou, tanto amoroso quanto na questão dos amigos.Tenho dificuldade para perdoar as pessoas que me fazem mal, e também não gosto de episódios de discussão ,odeio brigas!!!.
Não busco a riqueza, mas sim uma vida estável com uma qualidade de vida boa afinal todos querem ter uma vida próspera.
Acredito que uma das conseqüências da minha personalidade seja o tipo 6
Resultou dos traumas de infância, minha mãe perdeu os pais ainda jovem, e não estava preparada pra vida,ela sofreu muito e por isso não teve segurança para passar pra mim.Após a separação ela ficou ainda mais insegura,pois ela se casou em busca de um relacionamento estável mas meu pai infelizmente não correspondeu essas expectativas,alias só nos decepcionou!! Não guardo raiva dele, mas tenho uma tristeza por ele não esta presente na minha vida, a separação foi á 13 anos,hoje estou com 23, mas o tempo não apagou o ressentimento.
Eu consegui vencer tanta provação, estudo e aos poucos vou conseguindo o que planejo para o meu futuro,já sinto as mudanças em mim após me conhecer melhor estou mais segura no que eu falo e faço,não me preocupo tanto com a opinião dos outros e nem tento agradar alguém quando não quero faze-lo.
Agora busco somente o crescimento interior, ser o meu melhor, não o que impus a mim por causa de situações passadas,posso dizer que passo a cada dia á viver mais e ser feliz.
Obrigada professor Roberto pelas aulas
Abraços!!!
Aluna: kallyanna Araujo Moraes
Sou pessimista acho que tudo pode da errado,acredito muito em Deus e sigo a religião católica “uma característica predominante na minha personalidade”,Não tenho problema em seguir ordens do chefe no trabalho,desde que não prejudique a mim e aos colegas de trabalho.Possuo algumas “Fobias” que estou aos poucos melhorando.
Prezo muito pela fidelidade nos relacionamentos em que estou, tanto amoroso quanto na questão dos amigos.Tenho dificuldade para perdoar as pessoas que me fazem mal, e também não gosto de episódios de discussão ,odeio brigas!!!.
Não busco a riqueza, mas sim uma vida estável com uma qualidade de vida boa afinal todos querem ter uma vida próspera.
Acredito que uma das conseqüências da minha personalidade seja o tipo 6
Resultou dos traumas de infância, minha mãe perdeu os pais ainda jovem, e não estava preparada pra vida,ela sofreu muito e por isso não teve segurança para passar pra mim.Após a separação ela ficou ainda mais insegura,pois ela se casou em busca de um relacionamento estável mas meu pai infelizmente não correspondeu essas expectativas,alias só nos decepcionou!! Não guardo raiva dele, mas tenho uma tristeza por ele não esta presente na minha vida, a separação foi á 13 anos,hoje estou com 23, mas o tempo não apagou o ressentimento.
Eu consegui vencer tanta provação, estudo e aos poucos vou conseguindo o que planejo para o meu futuro,já sinto as mudanças em mim após me conhecer melhor estou mais segura no que eu falo e faço,não me preocupo tanto com a opinião dos outros e nem tento agradar alguém quando não quero faze-lo.
Agora busco somente o crescimento interior, ser o meu melhor, não o que impus a mim por causa de situações passadas,posso dizer que passo a cada dia á viver mais e ser feliz.
Obrigada professor Roberto pelas aulas
Abraços!!!
Aluna: kallyanna Araujo Moraes
Minha Personalidade
Sendo a personalidade uma máscara, armadura que adquirimos na infância com a convivência familiar; quando alcançamos a fase adulta transmitimos tal personalidade baseada nas interpretações de situações vivenciadas quando criança.
O estudo sobre eneagrama permitiu-me um autoconhecimento profundo, me fez compreender minhas atitudes mostrando o caminho para lidar com os pontos fracos visando sempre melhoria contínua.
No decorrer das aulas sobre os tipos de personalidade fiquei bastante ansiosa, queria descobrir logo qual seria o meu tipo. Pois bem, não fiquei em dúvida entre dois ou três tipos, não, de primeira com as explicações sobre traços, características, atitudes e forma de ser que a pessoa do tipo 2 possui me tocou profundamente, tive uma nítida impressão de que alguns olhares vinham em minha direção me apontando. Mera impressão!Pois ninguém percebeu, ou melhor, as pessoas que fazem parte da minha vida afetiva nem desconfiam que eu as ajudo e me doou buscando conquistar a atenção e o amor das mesmas.
Eu sempre me coloco a disposição dessas pessoas, em especial das que fazem parte da minha vida afetiva. Faço de um tudo por elas, porém quero que elas reconheçam fazendo o mesmo por mim. Basta apenas um telefonema pedindo minha ajuda, um favor, que eu não penso duas vezes, procuro logo realizá-lo. Ás vezes deixo de fazer algo de importância para mim e atendo a um pedido delas.Há momentos que penso que não tenho nenhuma importância para essas pessoas,e que só passarei a ter se ajudá-las.
Na infância quando tinha meus 8,9,10 anos a forma que minha mãe demonstrava sentir carinho por mim era diferente;contava-se os carinhos em forma de abraços e beijos,não dialogava muito comigo;mas cuidava de mim perfeitamente;da minha educação,alimentação e saúde.Ela adorava saber que eu era comportada na escola,só tirava notas excelentes;então eu estudava,me dedicava bastante,comportava-se em todos os lugares pois eu sabia que isso a agradava.Além disso eu passei a ajudá-la no zelo da casa,já que só quem trabalhava era meu pai,e ela me elogiava bastante,eu adorava receber elogios dela;essa foi a forma que eu encontrei de suprir minha carência de carinho e afeto.Meu pai pelo contrário,demonstrava seu carinho claramente;me levava para passear,dialogava comigo,assistíamos desenhos juntos,mas era por pouco tempo pois ele trabalhava o dia inteiro então minha convivência era mais com minha mãe.
Hoje eu sei que ela me amava e me ama muito, só não tinha muito jeito de demonstrar; meus pais são minha segurança. Tenho medo de perdê-los, ou melhor, temo em perder pessoas queridas que fazem parte do meu lado afetivo,então faço de um tudo para ajudá-las e não perdê-las!
Estou me trabalhando, buscando situar-se no meu ponto de integração, acreditar mais em mim, descobrir minhas necessidades e se desenvolver procurando fazer o bem sim, mas visando á pessoa a quem ajudo, e não tanto o reconhecimento.
Ana Raquel Domingos da Paz, 19 anos
Curso: Biologia
URCA
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