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Eneagrama

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Claúdio Naranjo

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Eneagrama para o Ser tão

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quem sou eu pesoalmente?


Quem sou eu pesoalmente?
Uma pessoa sentimental,
Que leva tudo criativamente
Pela solução menos casual.

Me considero um maluco,
Que foge do foco
E gosta de não aparecer
Para o mundo poder entender!!!!!

Eu sou um retirante,
Que veio de Sampa para uma terra
Muito alegre e sinceramente
Calma e rica de cultura!!!!

Eu sou difícil,
Gosto de cultivar amizade gentil,
Pensando que toda pessoa
Tem sentimentos,personalidades,vontade e caráter que voa
Com as asas do saber

Eu sou detalhista,
Mas mostro esses detalhes como poeta.
É...não é minha praia!!!!
Você já sabia?

Eu sou da simplicidade,
Sinceridade é tudo,
Emocionar faz parte da criatividade,
Eu gosto do inesperado,
Porque eu sou inesperado!!!!

Nome:cássio expedito
Idade:19
cidade:São Paulo
Curso:Geografia

Personalidades


REVERÊNCIA AO DESTINO
(Livro, ágape)

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião... Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar as pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente o conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e às vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração (...)


Sou tipo 2 guardo e vivo muito do meu passado, sofro muito com fatos que ocorreram, e que até hoje de repente vem a minha memória, e um deles é a minha infância. Era uma menina muito quieta, gostava de ficar em casa, mas de vez em quando brincava, mas preferia brincar sozinha. Fui obrigada a amadurecer antes do tempo, na minha casa tinha muitos problemas e um deles era o vício do meu pai, e como filha chorava muito com as discussões dele com a minha mãe, queria protegê-la, mas não podia, pois era uma criança muito indefesa. Quando me refiro que não tive infância é porque morei certo tempo em são Paulo, e os meus país precisavam trabalhar. Eles saiam para ir ao trabalho e já levava eu e os meus irmãos para o jardim de infância, e eu só via eles na hora de deixar e na hora de buscar, ou seja, passávamos o dia todo. Já na adolescência ainda tive alguns problemas com o vício do meu pai, pois ele bebia muito, mas no decorrer do nosso desenvolvimento para a fase adulta ele mudou bastante, se tornou outra pessoa, acho que ele mudou o tipo dele. Mas uma vez só que agora na fase adulta, um relacionamento que durou cerca de 6 anos, ou seja, uma boa parte da minha vida, é ai que entra a minha família que sempre foi e sempre será o alicerce de toda a minha vida, me ajudaram muito, principalmente quando tive a iniciativa de sair de casa para vir estudar, trabalhar e o pior morar fora. No início foi difícil me adaptar, e sofria mais com a distância de todos. Hoje vivo muito bem. Sou muito responsável, faço minha faculdade e gosto muito do que faço. Aprendi a lhe dar com a distância, e superei um trauma que tinha, pois não conseguia falar para os meus pais o tanto quanto eu os amava. Com as aulas venho aprendendo a me relacionar com todos os tipos de personalidades. Sou muito hiperativa e venho aprendendo muito com os amigos de sala. As aulas são muito ricas e o professor Roberto Brito está de parabéns.


Sou Mônica Felipe da Silva, natural da cidade de Barro - CE
Tenho 24 anos e curso o 2º semestre de biologia na URCA

O que sou e o que posso ser.


Sou uma pessoa muito persistente, não desisto fácil de algo que quero e dou sempre o melhor de mim em tudo o que faço. Gosto muito de ajudar as pessoas, faço isso com muita facilidade e frequência.
Sou uma pessoa do tipo 2, mas para fazer essa descoberta, voltei a uma época muito dolorosa, a minha infância, a qual guardo mágoas até hoje. Quando tinha 10 anos de idade minha mãe teve um grave problema de saúde e nesse momento o meu pai nos abandonou. Guardei a minha dor e tristeza, achava que naquele momento minha família precisava de mim, então assumi uma postura de pessoa forte e responsável que ia cuidar da família, me sentia muito satisfeita quando sabia que era eu que assumia essa tarefa, isso é assim até hoje, me tornei uma pessoa dedicada e responsável, ajudo a todos, porém não gosto de ser ajudada, faço o possível para resolver minhas coisas sozinhas sem precisar dos outros. Mal sabendo eu que a pessoa que mais precisa ser ajudada sou eu mesma. Essa ajuda deve partir de mim mesma, tendo autoestima e cuidando de mim antes de cuidar do outro.
Eu achava que ajudava somente por generosidade até conhecer o eneagrama, a partir dele descobri que ajudo, não sei dizer não, estou sempre disposta a oferecer um ombro e estender a mão quando necessário, mas quando as pessoas não reconhecem o que faço me chateio bastante.
No meu pior estado de desintegração me torno autoritária, me reclamo bastante e penso, faço tudo pelos outros e ninguém faz nada por mim, nada do que planejo e quero dá certo, mal sabendo eu que ninguém tem nada a fazer por mim. Essa tarefa cabe a mim mesma.
Descobri que devo cuidar de mim, antes de me doar para alguém. Quantas vezes em algum esqueci dos meus desejos e vontades para ajudar o outro? Sem parar para pensar se aquilo realmente era bom pra mim, se realmente estava ao meu alcance.
Às vezes ofereço ajuda sem nem mesmo ser solicitada. Procuro me mostrar sempre como uma pessoa forte, batalhadora, que está presente em todos os momentos e pronta para resolver todos os problemas. É assim que minha família me vê. No entanto, por trás dessa fortaleza se esconde uma pessoa carente, que também se entristece e que chora, mas em nenhum transparece essas fraquezas.
Hoje procuro adormecer mágoas do passado, mas ainda não consegui, nos momentos de dificuldade relembro o que já passei, mas para vencer isso, busco nessas lembranças ruins o confronto com o presente, no qual vivo com paz e conforto e encontro o alívio.
Busco seguir as dicas que o prof. Roberto oferece, vou cuidar mais de mim e entender que as pessoas conseguem viver sem minha ajuda, que isso foi uma máscara que eu mesma criei para acreditar que assim seria reconhecida e amada pelos outros.
Descobri que não vale a pena esperar o reconhecimento de ninguém, devo me amar para poder amar o outro e o reconhecimento que tanto espero das pessoas, posso encontrar dentro de mim mesma, é o amor próprio e que muitas vezes em prol do outro acabei deixando de lado. Inspirada no eneagrama, hoje busco me alicerçar em uma frase e deixo como referência para todas as pessoas do tipo 2.

"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".
William Shakespeare


Me chamo Ângela tavares moro no distrito de Jamacaru, Missão Velha-CE
Tenho 22 anos, curso o 2º semestre do curso de biologia-URCA.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Assim eu sou (tipo cinco)


Não tenho limitações,
Resolvo as variações,
Obstáculos e dispersões,
Usando a minha mente.

Pouco entrego-me as emoções,
Disfarço as sensações,
Distante vou ficar.

Observador, grande especialista,
Pouco combatente,
Porem muito estrategista.

Vencedor e manipulador,
Nas artes da razão.
Vencido e manipulado,
No ofício da ação.

Assim eu sou,
Assim eu estou.
Potente e forte na razão,
Fraco e despreparado na ação.

ALUNO: Emanuel Rui Luna Figueirêdo
Milagres-CE
1° Semestre do curso de Direito

Tipo 7

Durante todas as aulas, principalmente à primeira foi muito impactante sobre minha personalidade . Quando comecei a ler o livro, ja com o meu tipo definido senti muita angústia e uma sensação de medo. Para mim foi angustiante lembrar quantos vezes fui intolerânte com as pessoas que me cercam; por não saber que a "janela" que eles vêem o mundo não é a mesma que eu. Logo depois senti medo quando parei para pensar que o que eu sei sobre mim era muito insignificante. por perceber que eu teria que repensar tudo que eu considerava certo até hoje. Exceto o que mesmo depois dessa experiência continua sendo o certo a ser feito. Desde entao comecei a aprimorar minha personalidade. A superar os meus medos a minha de uma forma que entitulei de "por trás das risadas" pois bem nois do tipo sete estamos sempre rindo brincando, por que não conseguimos enfrentar a dor e a tristeza.
Hoje para mim é impossivel observar uma pessoa sem que não leve em consideração o que aprendi sobre as personalidades.

Jose Adailson Albuquerque Pereira
Cidade: Barro - Ceará

SOU EU MESMO


Olá amigos leitores, acredito que vocês também são ou foram alunos do professor Roberto ou então o conhecem das escolas da vida. Sabemos que nas aulas de Psicologia (ou pelo menos para quem teve o privilegio de ser aluno desse professor) temos o prazer de estudar o Eneagrama, ou seja, o estudo das personalidades distribuídas em nove tipos distontos. Pois bem, nas linhas a seguir falarei um pouco sobre mim e o tipo ao qual eu me identifico.
De início, acho que todos nós tivemos dificuldades de reconhecer o tipo que melhor nos defini (não falarei sobre todos, aliás, não sou especialista no assunto por isso falarei apenas do meu), pois em todos os nove tipos encontramos características que possuímos, na maioria delas as qualidades, mas já quanto ao pecado de raiz não concordamos e por isso tendemos a passar para o próximo tipo.
Eu, assim como muitas pessoas, ao descobrir meu tipo, tive vergonha de assumi-lo, pois nem todas as personalidades são vistas pelas pessoas como normais. Acho que já deu para entender um pouco como eu me sentia e agora posso lhes dizer qual o meu tipo, pois bem, sou o tipo “3”, realmente gosto de ser admirado, elogiado, e gosto de me elogiar, isso me ajuda a ter sempre auto-estima mesmo quando estou em situações difíceis. A maioria das pessoas não me vêem com bons olhos, para elas eu sou “convencido”, “me acho”, “me sinto a última Coca-Cola do deserto”, “o último biscoito do pacote” e assim vai. Na verdade não sou nada disso, sempre faço o melhor de mim, não tenho culpa se as pessoas reconhecem isso, sempre estou na busca de êxito, de sucesso.
Não foi fácil eu descobrir isso, e muito menos de assumir que era isso. No começo dos estudos eu achei que era um tipo dois, muito prestativo, ajudava a todo mundo, mas depois percebi que ajudava mesmo, mas ajudava por que isso me fazia diferente, eu era reconhecido por isso, eu era popular justamente por esse motivo. Também pensei ser o tipo 7, mas vi que eu não era tão feliz assim e a minha infância também não batia com a dos tipo 7.
Finalmente, posso lhes dizer que pode até parecer um pouco fútil esse negócio de Eneagrama, mas não é, é um saber milenar e por isso merece seu respeito, pois ao descobrirmos nosso tipo podemos melhorar nossa vida, corrigir defeitos e tornarmos pessoas melhores. Então busque descobri seu tipo e veja que o que digo é verdade.

Francisco Edigley Macêdo
Curso: Geografia

Tipo 7

Me identifiquei com o tipo 7. Tenho grande facilidade de comunicação e dificilmente estarei triste. Estou sempre brincando, fazendo piadas com as mais variadas situações. Ás vezes, me incomoda quando quero levar algo a sério e não consigo. Minha tristeza desaparece facilmente e quase sempre não guardo mágoas. Gosto de estar em uma roda com amigos conversando, brincando, sorrindo e tomando uma cervejinha de leve. Talvez tenha trazido tudo isso da minha infância, quando me eram ensinadas várias piadas para que em ocasiões não formais eu as contasse. A asa desenvolvida na infância foi o tipo 8, pois gostava muito de mandar e me sentia forte diante dos meus colegas. Meu ponto de integração é o tipo 5, me causa um certo incômodo esse tipo de pessoa que é cautelosa e sinto como se estivesse me limitando.

Anônimo

Eneagrama


Eu sou do tipo de pessoa que gosta de estar sempre feliz satisfeita com a vida. Na minha infância, fui uma criança criada apenas pela minha mãe e pelo os meus irmãos, sendo eles (as) 5. Apesar da ausência do meu pai não considero que tenha sido uma infância assustadora, de sofrimento, pois apesar de minha mãe ter feito e fazer até hoje o papel de pai e mãe, ela soube me educar, me fez crescer como pessoa. Foi importante ainda na minha infância que minha mãe tinha que trabalhar e quem cuidava de mim era minha irmã, e por conta disso, ela me ensinou a chamá-la de mainha, assim eu fazia. Por conta disso até hoje eu continuo fazendo isso. Portanto digo que tenho 2 mães, uma que chamada de mãe e a outra mainha.
Na minha adolescência, tive uma grande duvida na escolha da minha profissão, qual área queria trabalhar, seguir carreira. Às vezes ainda me deparo pensando, em duvidas de qual área mesmo me identifico, pois quero experimentar um pouco de tudo, ter opções para escolher.
Durante as aulas descobri qual o meu verdadeiro tipo de personalidade eu sou, e é o tipo 7. Uma pessoa tagarela, feliz, exagerada em tudo que tem sonhos que planeja o futuro, que procura estar de bem com a vida e com as pessoas. O meu tipo tem como asa o 6 e 8, sendo que a minha é a 6, o qual é responsável no seu trabalho nas suas obrigações. Aquele que se dedica de corpo e alma as pessoas de quem gostam.

Nome: Maria Suiane de Moraes
Cidade: Crato-ce
Idade: 21 anos
Curso: Geografia- noite

COMENTARIOS SOBRE AS AULAS

AULA 1 – APRESENTAÇÃO
Na aula de hoje – aula inaugural – foi bastante interessante, pois foi uma apresentação através de uma dinâmica que nos possibilitou conhecer os nossos colegas sem nenhuma palavra, apenas com ações e atitudes. Ficamos em grupo e o fato de ser conduzido por pessoas que não conhecíamos foi realmente incrível. Ter que confiar em alguém instantaneamente é difícil e ao mesmo tempo engraçado.
Nesta dinâmica aprendi que devemos acreditar mais nas pessoas.
Em outro momento da dinâmica tivemos que ir ao centro de todos e nos apresentarmos, no escuro. Percebi que todos tivemos facilidade mesmo estando no centro das atenções, principalmente na nossa profissão que precisará falar em público constantemente. Assim o professor acertou em cheio com essa dinâmica de apresentação da disciplina, e também do curso já que é a primeira semana de aula.

AULA 2 – EIXOS DA PERSONALIDADE DO ENEAGRAMA
A aula de hoje foi muito interessante. O professor o professor começou a falar sobre as personalidades através da classificação pelo eneagrama. Este divide três grandes eixos de personalidades, o emocional, o racional e o prático, e dentro de cada eixo existem três personalidades distintas.
Entre as características dos três eixos pude de cara não me identificar com o eixo emocional, já entre o racional e o pratico tive afinidade, assim creio que encontrarei a minha personalidade em um desses dois eixos. Acredito ainda que eu seja mais do eixo prático que do eixo racional.
O que me destacou mais nesta aula foi o fato de conhecer tantas personalidades divididas em eixos e que ninguém vai ser 100% uma única personalidade, sempre teremos características de algumas personalidades, porem uma delas se destacará mais.

AULA 3 – EIXO EMOCIONAL: TIPOS 2, 3 E 4
Hoje foram abordadas as personalidades do eixo emocional que são os tipos 2, 3 e 4. Como já havia percebido não me encontro nesse eixo emocional, não combino com as suas características. Porém o professor orientou-nos a reconhecer tanto as características que nos identificamos quanto aquelas em que não nos sentimos bem, pois esses podem ser indícios d nossa personalidade. Fiquei um pouco confuso em imaginar em ser do eixo emocional, mas devemos primeiro ver todas as personalidades para só depois nos tiparmos em uma delas.
Em relação aos tipos 2, 3 e 4 do eixo emocional, acho que são um pouco fracos, ou talvez eu seja muito frio. Ao mesmo tempo acho que mesmo com a melancolia e sofrimento, eles são bem felizes por conseguirem expressar suas emoções. Talvez sinta um pouco de inveja boa olhando desta forma.

AULA 4 – EIXO RACIONAL: TIPOS 5, 6 E 7
Após a aula de hoje, sobre os tipos de personalidades 5, 6 e 7 do eixo da inteligência racional me senti mais encaixado, pois até então visto o eixo emocional não tinha me encontrado. Agora já comecei a me enquadrar em muitas características das personalidades racionais.
Sempre gostei muito de buscar as informações, pesquisar sobre o que não conheço, gosto muito de estudar e estar sempre bem informado sobre as diversas áreas, porém não tenho obsessão do conhecimento, por isso não creio que seja do tipo 5 ou 6. Já o tipo 7 adorei, tenho muito haver com uma metade do tipo 7, que é o lado de bem com a vida, curtir as coisas boas. Por outro lado não me identifico nem um pouco com o lado palhaço, brincalhão do tipo 7. Gosto dessas pessoas, mas não me vejo com este comportamento.
Agora me sinto mais confortável quanto a meu tipo, pois me identifiquei muito com este eixo, mas ainda não me sinto em nenhum dos tipos 5. 6 e 7.

AULA 5 – EIXO PRÁTICO: TIPOS 8, 9 E 1
Com a aula de hoje e a discursão dos tipos de personalidades do eixo da inteligência prática encerraram todas as personalidades e também as minhas angústias de não se enquadrar em nenhum tipo, dúvida esta que vários outros colegas também demonstraram.
Assim como o eixo racional me identifiquei com bastantes características entre os tipos práticos, até mais que os racionais. Sempre gostei muito de atividades que exigissem ação, atividade. O agir sempre me confortou, mas um agir fundamentado na razão, daí a minha dúvida nesses dois eixos. Dos três tipos práticos, o tipo 1 , com certeza, foi o que mais me identifiquei. Até porque pude excluir facilmente o tipo 8 e tipo 9.
Desta forma, consegui me ver bem encaixado na personalidade do tipo 1, lembrando que algumas características não concordo, e por algum motivo tenho muito haver com metade do tipo 7 do eixo racional, como se esses dois tipos juntos me identificasse. Outro fato que me chamou atenção foi a quantidade de colegas que ainda não se descobriram, e que o professor orientou como sendo normal, pois ainda há outros pontos que vão nos ajudar. Outra curiosidade é que assim como eu outros colegas estão na dúvida entre dois ou mais tipos, e apenas alguns já se definiram como um só tipo.


AULA 6 – ASAS E PONTOS DE INTEGRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO
Após essa aula creio que praticamente todos os colegas conseguiram se identificar em algum tipo de personalidade, talvez um ou outro ainda esteja em dúvida.
As asas que tipo possui que são manifestações de outra personalidade em determinados momentos de nossa vida completam e fecham com precisão as dúvidas sobre o tipo de personalidade.
Um ponto muito importante para mim foi perceber que uma das asas nós desenvolvemos nas fases de infância e adolescência. Comigo foi a asa tipo 9 – mais tranquilo e de ser mediador, ajudar. Ao mesmo tempo em que percebo que a asa tipo 2 do eixo emocional – que eu não tinha gostado, eu preciso desenvolvê-la agora na fase adulta para se aproximar de um equilíbrio emocional.
Em relação à afinidade com o tipo 7, descobri que é justamente o meu ponto de integração, e que são nos momentos de integração, de bem estar, que estarei agindo de maneira mais agradável, mais de bem com a vida.
Assim, com essa aula finalizando todos os pontos do eneagrama pude me identificar perfeitamente no tipo 1, com a asa tipo 2 precisando ser desenvolvida e com um forte ponto de integração bem utilizado que é o tipo 7. Pude perceber também que a maioria dos colegas se encontraram muito bem após a discursão sobre as asas e os pontos.

AULA 7 – DISCURSÃO EM GRUPO ENTRE OS COLEGAS DE CADA TIPO
Hoje houve uma discursão em grupo somente com os colegas de cada tipo de personalidade. Acho que não poderíamos fechar esse estudo das personalidades de maneira melhor. Ao ouvir o depoimento dos nossos colegas de mesmo tipo, temos mais certeza da personalidade definida e também podemos trocar sugestões sobre dificuldades encontradas, concelhos que vão ajudar a resolver muitos problemas que nós do tipo 1 podemos vir a enfrentar.
Mais que nos ajudarmos, foi uma forma de acolher uns aos outros. Senti-me muito bem em compartilhar experiências semelhantes com colegas de mesma personalidade.

ALUNO: GUILHERME ALVARO MAIA ESMERALDO JUNIOR
CURSO :DIREITO
CIDADE: CRATO

segunda-feira, 4 de julho de 2011


Perfeccionista...Essa é a palavra ideal para descrever minha personalidade. Personalidade essa que não só eu, mas todos procuram, para compreender-se melhor e a viver melhor conhecendo suas qualidades, capacidades e defeitos. É impressionante ver o quanto tenho para melhorar. Nas minhas discursões, eu sempre achava que tinha razão, que o meu modo de fazer as coisas era o mais acertado, que todos deveriam seguir minhas regras. Mas hoje, descobrindo coisas que antes eu não percebia, vejo o quanto era intolerante, implicante; o quanto eu discutia-principalmente com a família-por ser zeloso demais. Vejo o quanto eu poderia ter evitado brigas que me deixaram triste e arrependido, por ser o pivô da situação. Percebo agora que a vida pode ser encarada com mais naturalidade, sem tanta cobrança. Temos muito o que aprender com cada pessoa que convivemos, aceitando seus defeitos e fazendo de suas qualidades, nossas qualidades; engrandecendo diariamente a si mesmo, o seu eu, a sua personalidade. Porque nisso consiste a vida: viver e aprender, até o último minuto de nossa existência.

Breno Gomes Ferreira - 19 anos
Biologia-Noite-2° semestre
Assaré-Ce

Descobrimento da minha personalidade

Ao passar das aulas sobre o eneagrama, participei de todas ansiosa pelo momento em que descobriria o tipo de minha personalidade, foi quando o professor Roberto expões o tipo 1, ao ler os tópicos do teste, notei que essa personalidade tinha haver comigo, mas a confirmação veio por ter acontecido como ele havia descrito, que sua personalidade seria a que você sentisse incomodo, como se todos olhassem lhe apontando, e foi o que aconteceu e realimente alguns amigos apontaram.
No que ele ia explicando, vinha em minha mente recordações de alguns momentos da infância, onde me lembrei como eu era uma criança alegre, extrovertida e despreocupada de responsabilidades dos adultos, mas lembrei também que meus pais sempre controlavam o que fazia, nunca deixavam que me divertisse, não apenas pelo que o professor falou por dever me tornar uma filha modelo, mas por que na infância tive muitos problemas de saúde que me impediam de fazer o que as crianças na minha idade faziam, os meus pais sempre procuravam me proteger. Outro ponto, é o fato de ser a filha mais velha, quando tinha por volta dos meus nove para dez anos minha mãe retornou aos estudos, me deixando para cuidar dos meus irmãos, então com isso me tornei responsável bem mais rápido do que deveria ser. Lembro-me que eles nunca decidiam o que queriam de mim, hora me diziam que era jovem demais para tomar certas decisões, expor minhas opiniões, hora muito velha para agir como criança e isto costumava me confundir.
Em relação à asa que desenvolvi, acredito ter sido a tipo 2, pois me preocupo demais em cuidar dos outros, principalmente das minhas irmãs , ainda hoje as trato como se fossem minhas filhas, as vezes chego a ser insuportável, como elas dizem, por me preocupar em protegê-las exageradamente. Em alguns momentos penso que me importo tanto com os outros que acabo esquecendo de mim. Acredito ter desenvolvido está personalidade auxiliar, por ter cuidado dos meus irmãos quando mais jovem.
Algo continua a me perturbar, pois apesar de ter descoberto a minha personalidade, continuo presa a ela, não consegui me libertar, deixar de me cobrar tanto. Os meus amigos falam que devo relaxar, mas não consigo parar, fico perguntando se sou capaz de mudar.
BOA TARDE

TEXTO DE JOSEFA NAGYLA PEREIRA SANTOS,NASCIDA EM 16/05/1990;
2° SEMESTRE DO CURSO DE CIENCIAS BIOLOGICAS- URCA;
APRESENTADO NA CADEIRA DE PSICOLOGIA, TURNO NOITE

Sou tipo nove, estou sempre satisfeito com as coisas, me considero descomplicado, simples e sincero, sempre digo o que penso mesmo que os outros não gostem. Tenho o dom de aceitar os outros sem preconceitos aceitos como elas são. Sou promotor da paz, dificilmente tenho raiva e quando tenho fico só pra mim não demonstro e nem desconto em ninguém.
Todo tipo nove tem a fama de ser preguiçoso, eu não poderia ser diferente, não tanto no sentido de não fazer nada, mais no sentido de não conseguir ficar concentrado, sem desviar a atenção para coisas sem interesses que não tem nada a ver com o que estou fazendo naquele momento.
E isso acontece comigo mesmo sem querer, principalmente nos estudos, quando tenho que me dedicar pra estudar para alguma prova ou trabalho e ate mesmo pra eu escrever esse texto quase que não começava todo dia eu deixava pra amanhã nunca tinha interesse sempre desvio minha atenção para outras coisas que não tem nada a ver com o que eu devia estar engajado naquele momento, às vezes largo tudo e vou ver televisão ou saio com algum amigo, não consigo tem um foco.
Sei que isso atrapalha minha vida tanto no pessoal como no profissional, varias ocasiões sei que posso e consigo fazer melhor fazer, fazer mais. Por causa disso Tenho muita dificuldade, sinto que há uma barreira que me impede de me expressar e agir melhor. E para quebrar essa barreira tenho que trabalhar meu ponto de integração e aprender a agir com objetividade e construtivamente, não ficar limitado com medo ou vergonha de me expressar de agir não me importar com que os outros vão falar. Começar a descobrir e empregar os meus dons por que sei que tenho e posso fazer isso assim como todos. E como sou sonhador sei que um dia eu consigo.

Natanael Macedo Correa

QUEM SOU EU ?


Meu nome é, Luciano Rodrigues Ferreira, natural: de Juazeiro do Norte, costumo dizer que nasci em duas datas uma em: 06 de março de 1989, e a outra dia 11 de abril de 1989, esta ultima tenho como minha data oficial, pois, foi neste dia que recebi o Batismo. Em muitas lembranças de minha infância as que mais gosto de recordar é os momentos de alegria e de lazer que tinha com o meu pai, aqui acolá costumo lembrar destes momentos importantes do meu passado.
Um momento muito confuso na minha vida do qual me lembro com bastante frequência foi o dia que meu pai faleceu, eu, tinha apenas 3 anos e não entendia toda aquela movimentação, ver meu pai no caixão e as pessoas chorando me causava uma verdadeira confusão de informações e por muito tempo esperava na porta de minha casa o retorno de meu pai, imaginava ele voltando de varias maneiras mais a minha espera sempre foi eterna e em vão.
Aos cinco anos, de idade comecei a sentir duas paixões, uma pela politica outra pela religião, quando era indagado na escola o que eu queria ser respondia que queria ser um padre ou um politico, aos poucos minha concepção sobre estas duas profissões foram ficando mais claras e a medida que passava o tempo mais apaixonado por elas eu ficava. Minha mãe sempre foi contra a minha ideia de ser padre, ela dizia que assim ela nunca teria netos, como se a minha irmã nunca fosse casar e ter filhos, isso por muitas vezes me deixava amargurado e dava uma profunda angustia, o tempo foi passando e aos oito anos, entrei para a catequese e no dia 08 de dezembro de 1998, aos 9 anos, fiz minha primeira Eucaristia na capela da Imaculada Conceição, no bairro Pio XII, na cidade de Juazeiro do Norte, depois deste momento me considerei bastante importante entrei para um movimento religioso dentro da igreja chamado Legião de Maria, e cada vez mais me sentia chamado ao serviço religioso, com 13 anos, entrei na catequese como catequista e lá comecei a ter uma experiência de vida que me possibilitou conhecer novas pessoas e novos lugares e logo me enturmei com novas pessoas e sem perceber aquilo que achava ser vocação foi desaparecendo aos poucos e logo já não mais nutria o desejo de ser padre, pra sorte e alegria de minha mãe, que apesar de me apoiar e de me aceitar não queria que eu seguisse uma carreira sacerdotal.
Aos 14 anos, comecei a namorar e via no namoro uma forma de ser mais feliz, apesar do meu primeiro namoro não ter durado mais que 8 meses, muito aprendi muito e mais ainda me tirou de uma vez por todas a ideia de ser padre.
Só nunca consegui me livrar do desejo de servir as pessoas através da politica e não me imagino fora dela, com 15 anos comecei a participar dos movimentos políticos de minha comunidade e de minha escola, entrei para o grêmio estudantil e passei a participar das campanhas eleitorais de maneira mais ativa apoiando e manifestando minhas opiniões, com essa mesma idade conheci uma militante politica do Partido dos Trabalhadores (PT), e estamos namorando desde então.
No dia 17 de fevereiro de 2007, depois de ter lido a historia e origem de todos os partidos políticos do Brasil, resolvi me filiar ao PT, e em 2008, me candidatei ao cargo de vereador pelo meu município, e 30 dias, depois resolvo renunciar minha candidatura por motivos particulares.
Dentro de minhas atuais atividades estou Secretário executivo de uma fundação sem fins lucrativos que atende 180 famílias carentes de minha comunidade no bairro Timbaúbas; Coordeno o Grupo Missionário Nova Filadélfia e ocupo o cargo de Diretor do Departamento de Turismo e Romaria, da Secretaria de Desenvolvimento econômico Turismo e Romaria de Juazeiro do Norte.
Ao longo de minha vida tive uma infância comum, sem muitas novidades, mas o a presença sempre atuante de minha mãe, que me educou numa rigidez com muitas surras, orientações e conselhos e considero estas ações, como três grandes pilares para uma boa formação, não gosto de festas seja elas, quais forem, me sinto bastante angustiado nestes eventos e tenho uma vida bastante pacata.

Luciano Rodrigues Ferreira
Geografia

Texto de leitura do Eneagrama


Cada um de nós humanos tem uma maneira diferente de olharmos e encararmos a vida. Às vezes alguns acontecimentos acabam fazendo com que a vejamos pelo o seu lado bom, onde tudo é maravilhoso, onde tudo dá certo e não há lugar para tristezas e coisas desagradáveis.
Mas a mesma vida que muitas vezes nos mostra seu lado bom, nos trás a realidade, onde o perfeito não existe e é preciso ter força e garra para encarar seus altos e baixos diariamente, para que consigamos adquirir sabedoria para encarar essa grande aventura que é a vida, onde nenhum de nós saíramos vivos, mas que é única, curta e cheia de dificuldades dando a ela a graça e o brilho de estarmos vivos, afinal não há nada melhor do que sentirmos a sensação de que somos capazes de encarar suas dificuldades e ainda aprender uma lição em cada momento que ela nos proporciona.
Ao longo das aulas eu vinha tentando encontrar em um dos tipos do Eneagrama aquele que realmente descrevesse quem sou, mas demorou, só no ultimo tipo apresentado foi que conseguir encontrar o tipo da minha personalidade. Fiquei relembrando de como tinha sido a minha infância, de como era o meu comportamento e minha atitudes de hoje, enfim fui me dando conta de que naquela descrição estava grande parte daquilo que compõe minha personalidade.
Desde pequena fui cobrada pra ser uma espécie de “modelo”, típico do tipo 1, e isso fez com que eu me torna-se uma pessoa que gosta de coisas certas, que odeia errar e que não suporta quando as coisas saem fogem controle, evito ao máximo não fazer planos para eu não me irritar, mas nem sempre consigo, preciso desenvolver minha asa nove.
Enfim, considero o Eneagrama uma verdadeira oportunidade que possibilita o autoconhecimento e que nos mostra o quanto nossas experiências de vida desde a infância influência no que somos hoje e naquilo que ainda poderemos ser.

Sou Linaria Martins Ferreira, aluna do curso de Ciências Biológicas II semestre-noite;
Tenho 18 anos
Moro em juazeiro do Norte e sou uma pessoa do tipo 1.

email:linariamartins@hotmail.com

Minha história de vida


Minha história de vida está muito relacionada ao tipo Sete, pois na minha infância passei por muitas dificuldades relacionadas ao medo e ao trauma da perda, porém fugi muitas vezes da realidade e das possibilidades de se comunicar com os amigos e pessoas mais próximas. Tive também momentos de alegria e de muitas atividades, onde, a maior parte da minha infância foi voltada para a cultura, através da Sociedade Lírica do Belmonte- SOLIBEL, lá participei do coral infantil, aprendi o básico sobre a teoria musical, aprendi a tocar vários instrumentos como, violino, piano, instrumentos de percussão e a sanfona.
Na adolescência participei da Orquestra Pe. David Moreira como violinista, participei também em muitos outros grupos da mesma escola, daí fui crescendo e estudando na escola tradicional do ensino fundamental e médio onde tive toda a base estrutural de um cidadão. Como um bom aluno e muito bem orientado pelos meus professores de música e também depois de conseguir um pouco da experiência como músico junto com amigos e companheiros formamos uma banda de forró pé de serra de nome Belo Xote e que ainda hoje atuamos nas melhores festas da região do cariri e em outras regiões.
Hoje com minha fase adulta sou acadêmico do curso de geografia da Universidade Regional do Cariri e estou atuando como professor de música na escola Aderson da Franca Alencar no Bairro Lameiro, Crato-Ce, onde estou tendo uma grande experiência como um profissional e como pessoa humana e cidadã. Atualmente me considero uma pessoa muito alegre, extrovertida e de bem com a vida, tenho muitas amizades verdadeiras e uma relação muito amigável com todas as pessoas que me cercam.

Universidade Regional do Cariri- URCA
Professor: Ms Roberto Brito
Aluno: Carlos Raphael dos Santos Silva
Cuso: Geografia- III Semestre Noite
Idade: 26
Cidade: Crato
Abraço!
Onde esta aquele garoto que se encondia do mundo mundo e vivia no seu casulo, o que colocava os enteresses dos demais acima dos seu, além de nunca buscar o reconhecimento e se contentar com qualquer situação estava sempre tentando estar a altura da imagem que faziam dele, mas não dava mais pra se manter assim e conter sua vontade própria precisava expressar quem ele era de verdade, apesar das pessoas em sua volta estarem bem com essa imagem, ele mesmo se sentia mal com o acumulo incosciente de seus verdadeiros sentimentos e ações que devia ter tomado.
Ele mudou da agua para o vinho, ou não, dependendo do ponto de vista, mas agora ele se encontra sempre em primeiro plano, colocando-se acima dos outros, deixou de se esconder através de ´planejamentos e partiu para a ação buscando o reconhecimento dos demais, porque parece que de forma incoscientemente o reconhecimento deles é mais importante que o dele mesmo, não se importando se isso quebraria sua imagem perfeitinha perante os outros, aliás parece que isso é sua aprovação como forma de mostrar que ele mudou e que todos devem se adaptar a ele, pois ele não vai ceder de nada perante a mais ninguém. “ Rebeldia ou a criação de uma nova máscara (Personalidade).

Raimundo Alves da Silva Neto – 2º semestre Biologia

CORDEL DO ENEGRAMA


Segunda, terça, quarta e quinta-feira
É só monotonia
Mas quando chega na sexta-feira
Sinto uma imensa alegria
Pois é prazeroso ter
Aula de psicologia

Com o professor Roberto
Falando da personalidade humana
Revelar seu comportamento
É uma coisa bacana
Isso só pode acontecer
Usando o eneagrama

Para fazer melhor análise
Há um aspecto principal
É preciso usar os centros
Um deles é o mental
Em seguida o motor
E também o emocional

Descobrir a personalidade
É necessário atenção
Pois são nove os tipos
Que trazem convicção
Retrata como é seu tipo
Lida com sua emoção
O tipo um é perfeccionista
Exibe criatividade
Tem exigência nociva
Demonstra capacidade
Lida com situações
E mostra habilidade

Tipo dois é amigável
As vezes é orgulhoso
Gosta de ajudar o próximo
É passivo e carinhoso
Chega a fazer sacrifícios
Para agradar os outros

Já o três é egoísta
Progressista e mentiroso
Cria uma falsa imagem
Para chamar atenção dos outros
Vivem buscando o sucesso
Tem sentimento enganoso

O tipo quatro é insatisfeito
E bastante emotivo
Exagera o sentimento
Vive de puro masoquismo
E sente dificuldade
De admitir esse vicio
Depois vem o tipo cinco
Planejador e estrategista
É bastante reservado
Intelectual e objetivista
Gosta de ser observador
É muito individualista

O tipo seis é desconfiado
E bastante cuidadoso
Para lidar com as coisas
Costuma ser cauteloso
Mas no fundo, no fundo
Não passa de um medroso

O tipo sete é otimista
E acima de tudo feliz
Bem humorado e ativo
Corta o mal pela raiz
Ah! Ser esse tipo
É tudo que eu sempre quis

O tipo oito é autoritário
E bastante desafiador
Gosta de vingar injustiça
E de ser confrontador
Tem habito incontestável
De ser dominador.

Finalmente o tipo nove
O preguiçoso e pacifista
Preservador da paz
Gosta de ser ocasionalista
É indeciso e lerdo
E bastante conformista

NOME: JOSEFA EDILENE DA SILVA
CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
IDADE: 19 ANOS
CIDADE: CARIRIAÇU

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Quem eu sou...

Uma menina, mulher que adora aventuras de personalidade forte e e tinhosa.
Um tanto comunicativa mais necessito de um espaço só meu. Sou egoísta,penso muito em mim pois a algum tempo costumo dizer “que aprendi a me amar primeiro,para evitar sofrimentos desnecessários ” , tento ser racional , mais sempre me deixo levar pelo emocional.
Acredito que se faz com amor e dedicação seja próspero.Mentiria se dissesse que não sou capitalista, mais a escassez do sistema me traz uma certa revolta pois odeio injustiça.
Não sou u,a pessoa de fácil convivência, pois me acho organizada e por isso me nego a aceitar o espaço do outro.considero a família e educação a base para uma vida melhor.
Adoro sair e conhecer o novo. Por isso decidir ingressar no curso de geografia, a ciência mais abrangente,para mim a necessidade de entender as divisões políticas do planeta é imensa.
Estar rodeada de amigos me faz bem . para mim um sorriso sempre conforta,por isso me acho um tanto sorridente,não me ligo a religião mais carrego comigo uma força maior DEUS .
Por fim , acho que já amadureci a vida me impôs isso, aprendi com erros e acertos vivo em constate mudança, encaro a vida com responsabilidade e insensatez.Brincar de se feliz é o termo que seixo para melhor me definir!

Isla Tainar, III Semestre de geografia da manhã
Ao longo das aulas reconheci que desenvolvi o tipo 6, pois costumava guardar somente para mim minhas emoções e sentimentos, era bastante tímida, não conseguia relaxar com facilidade e não tinha habilidade para relacionamentos. Hoje reconheço que perdi várias oportunidades de aprender algo novo e conquistar mais amigos, pelo medo de arriscar, cometer erros ou de que alguém não gostasse de mim. Percebi que precisamos lutar com tudo para ser feliz, não deixando as oportunidades passarem ou esperar que um dia tudo se resolva e a felicidade bata na nossa porta. Creio que ser feliz é uma questão de escolha, e essa escolha depende de cada um de nós.

Jordânia Oliveira de Sousa
20 anos
Curso de Ciências Biológicas
Juazeiro do Norte

Eneagrama


Sempre morei com minha mãe e meu irmão, meu pai nos deixou quando eu tinha 1 ano de idade, minha mãe soube nos ensinar o caminho certo a ser seguido na nossa vida, hoje agradeço a minha mãe pela a personalidade que tenho,pois ela que me ajudou a criá-la. Depois de algum tempo ficamos sabendo que meu pai estava morando em São Paulo e ele mesmo nos procurou. Hoje meu pai nos dá segurança, se preocupa conosco e posso dizer que meu pai é o meu melhor amigo aqui na terra, expresso sentimentos a ele que não expresso com minha mãe, ele sempre consegue me entender e qualquer dificuldade que tenho comunico a ele e ele tenta resolver da melhor forma possível, muitas vezes queria ser igual a ele com uma paciência inabalável.
A cada aula ministrada pelo professor sobre as tipologias de personalidade tentei descobrir a minha, sou a pessoa do tipo 1 (a formiga), a característica que mais me identifiquei foi a que tenho energia agressiva para dentro.Quando alguém me chateia não demonstro muito,mas por dentro fico altamente nervosa,querendo expressar minha agressividade, consigo controlá-la até que chegue a um certo ponto e falo tudo que estava engasgado.Quando eu erro peço perdão a certa pessoa, mas quando acontece alguma situação e sei que não fui eu que errei não peço perdão de jeito nenhum (pode até parecer orgulho). Sabe o que eu não consigo aceitar de jeito nenhum? As fraquezas dos outros não consigo ver determinada pessoa passando por alguma dificuldade, humilhação e não fazer nada para resolver.Me senti bastante satisfeita ao descobrir minha personalidade que ninguém nem eu mesmo havia conseguido descobrir antes,na minoria das características pretendo mudar, como por exemplo a questão de sempre querer fazer com que os outros digam que eu tenho razão.

NOME: JESSYKA SUYANE AGUIAR PEREIRA
IDADE: 17
CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS (LICENCIATURA, NOITE)
CIDADE: JUAZEIRO-DO-NORTE

Eneagrama


Podemos observar uma grande variedade de etnias, pensamentos, atitudes de toda a humanidade, onde uma parte da população tenta imitar a outra, muitos trabalham sozinhos, outros se organizam em grupo, ou seja, há uma diversidade de personalidades no mundo que regem e dão funcionamento as atividades seculares.
Creio que seja uma pessoa tipo 6 devido o gosto pelo trabalho em equipe que é muito importante porque, além de ser bem mais produtivo, a capacidade de ser uma pessoa mais sociável vai se desenvolvendo. Gosto de estar muito seguro antes de tomar uma decisão, obtendo, assim, uma quantidade adequada de informações para não entrar em um caminho que possa prejudicar a mim ou até mesmo outra pessoa. Estou vigilante diante do que faço, penso, falo ou para onde me dirijo. Antes de realizar alguma atividade que me pedem gosto que sejam bem definidos o que devo fazer.
Diferente de algumas características do tipo 6, sou otimista, uma das características da pessoa tipo 9 (ponto de integração do tipo 6); não sou medroso como a pessoa tipo 6, sei que durante a minha vida passarei por problemas e sei também que diante desses obstáculos sairei com mais experiências que ajudarão na estruturação de minha personalidade, pois, como dia a Bíblia: Tudo posso naquele que me fortalece (Filipenses 4:13).
Desenvolvo também algumas características do tipo 3 (ponto de desintegração) como o gosto pelo trabalho em equipe, que citei já citei; acredito também, assim como o tipo 3, que a aparência é importante, porém não é tudo. Uma frase cujo autor é desconhecido diz: é preciso buscar a essência em vez de nos prendermos a aparência. Podemos caracterizar essa frase usando como exemplo uma favela. Ao imaginarmos uma favela várias coisas ruins vem a nossa mente, mas precisamos ver a essência que na favela existem pessoas que também querem vencer na vida, querem ter um bom emprego, uma casa para morar, uma família estruturada. Completo do autor desconhecido a minha que diz: a busca pela verdade não estar no internalizado costume ou crença e sim no explícito assunto lícito que nos convém. Isto é, a verdade não estar numa internalização de valores de uma geração para outra, mas estar em um assunto que podemos ver buscar conhecimento para o nosso desenvolvimento mental, físico e espiritual.
Portanto, como é denominado a segurança como uma das características do tipo 6, gosto de tomar a iniciativa quando vejo que o conhecimento que tenho para oferecer convém com aquela determinada circuntância.
Nome: Nillrobson de Sousa Gualberto
2° semestre de Ciências Biológicas (Urca)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A aula foi assim...
16 de novembro de 2010.
FAFIDAM

Faltavam os últimos quatro tipos da personalidade a serem estudados, o professor iniciou a aula falando dos tipos. Sobre o tipo sete, resumidamente, este tipo acredita que você nunca deve desanimar e deve estar sempre aberto para ver o lado positivo da vida, desta forma, eles, conseqüentemente, são otimistas, buscando sempre o prazer e sendo aventureiros, mas também podem evitar, a dor e as decisões difíceis, terem dificuldades com compromissos e serem auto-referentes.
Como sempre dou exemplos, uma pessoa que tem estas características, visivelmente, é o Jô Soares, representando uma maneira alegre e irradiante, curti a vida em tudo que ela lhe trás, e adora contar historias de forma engraçada, entre meus amigos tem um, Tiago, que é altamente tipo sete, entre todas as pessoas que conheci, é a que tem este tipo mais desenvolvido, historia simples viram altamente hilariantes, é uma cara que desiste facilmente das coisas a partir de uma cobrança. Para todos os tipos eu coloquei um adjetivo com a letra p, neste caso, tipo é símbolo do prazer,
Agora, vou falar do tipo oito, o primeiro tipo das personalidades motoras, ativas, como podia ser diferente, o tipo oito, transparece muito esta característica, são lutadores, batalham pelo o que querem e tem direito, por que acreditam que você deve ser forte e poderoso para assegurar sua proteção e respeito sobre em um mundo. Difícil, conseqüentemente, buscam justiça, são direitos, fortes, orientados para a ação, mais são também impactantes, dizem na lata sem temer ou perceber os sentimentos, são pessoas que são impulsivas.
O tipo oito, é o tipo do adjetivo, poder, um exemplo, entre famosos, é o técnico da seleção brasileira de vôlei, Bernardinho, demonstra sua vontade na explosão de sua fúria, achando que isso é positivo, sempre buscando trabalhar cada vez mais.
Este tipo percebe facilmente o ponto fraco dos outros, e atacam se provocarem, mas também as defendem se precisar, por motivos de injustiça entre as pessoas que a conheço, Morlânia, minha ex-coordenadora do estado, ela era dura, forte, mas altamente protetora, para que todos fizessem um trabalho bem feito, muitos achavam que ela os oprimiam e intimidavam e tinham medo de demonstra suas idéias.
Sobre, o tipo nove, me identifiquei com a forma que dialogam com as pessoas, dizendo a verdade de uma forma natural e calma. Acredita que para ser valorizado, você tem que se harmonizar, tem que concordar para se relacionar bem se apresenta satisfeito, conseqüentemente, eles se esquecem de si mesmos, mantendo conforto e a estabilidade, mas também evitam conflitos, e às vezes, são teimosos.
A personalidade famosa, que escolhe, onde apresenta estas características, é o cantor baiano Gilberto Gil, ele passa uma visão de uma pessoa cansada ou relaxada, sempre satisfeita com o que tem, demonstra ser uma pessoa que não faz uma coisa por reconhecimento, e que afaz, todo dia, e mesmo com a rotina isso o deixa satisfeito. Entre meus amigos, que tem uma forte personalidade do tipo nove, é Anselmo, ele é tranqüilo, sempre na dele, não o vemos reclamando das coisas, e as aceita com a maior naturalidade, como se tivesse de acontecer de fato, ele não é esquentado com nada e deixa tudo ao seu redor sem se manifestar. Entre os adjetivos da letra p, para o tipo nove, é a paz, ou a própria preguiça em agir sem necessidade.
O ultimo tipo, o tipo um, quando começou as características desta personalidade lembrei do jogador Kaka, neste tipo ele mesmo, transparecem em que acreditam que você deve ser bom e correto para ser merecedor. Demonstra ser pessoas responsáveis, orientados para o aprimoramento, auto controladores, críticos e ressentidos, são pessoa s que se sentem bem em lugares onde vem organização, trabalhos com bom planejamento, e são pessoas que estão sempre se corrigindo e não gosta quando alguém os fala.
Minha irmã, Aurinha, é muito perfeccionista e tem o tipo um aguçado, se irrita quando algo sai fora do ela planejou, no trabalho o apelido dela é nojenta, por que gosta das coisas feitas bem planejadas e executadas como foi estabelecidos. Ela sempre esta fazendo algo ou age como se tivesse ocupada, se alguém falar de algum defeito seu é facilmente perceptível sua tristeza.
Agora que foi visto todos os tipos, fiquei muito indeciso em qual aquele que me descreve, minha auto avaliação me forneceu as seguintes analises. Em casa, sou o tipo 5, gosto de ficar sozinho, sem ninguém perturbando, apreendendo algo novo ou vendo coisas e as procurando através de minha curiosidade, em grupo tenho comportamento distintos, com os amigos sou mais tipo 7, acananhado, agora quando é grupo de reunião sou mais observador e concentrado no que falam, não sou apegado aos bens materiais a não ser aos joguinhos de futebol de botão que guardo ate hoje. Não confio muito nas pessoas e nem sou apegadas a elas, só depois que as conheço bem e que confio e me aproximo.
Na sala de aula, mudei muito, por isso hoje, sou uma mesclagem de tipos, sou organizado e gosto de planejar como o tipo 1, sou honesto e preocupo com o meu conhecimento e minha performance como o tipo 3, brinco, em certo intervalos ou quando sai algo fora do planejado e improviso, como o tipo 7, e gosto de dialogar de forma serena como o tipo 9. Antes de aprender o eneagrama, estava na fase um do conhecimento, eu sempre tentei me aprimorar na parte relacionamento com os alunos, entendi só por que sou de um jeito com os outros que não são obrigados a ser, aprendi que cada um tem seu jeito de ser e pensar, e tenho que respeitar esta forma, para que seja mais fácil a minha orientação educacional dadas a eles. O Eneagrama, agora, veio da sentido ao que pensava de uma forma mais detalhada, fiquei em duvida em alguns tipos, por isso, vou procurar algum programa que me ajude a descobrir qual tipo é mais forte em mim.
Ate mais!!!

Anônimo

RELATÓRIO PESSOAL – TEXTO SENTIDO


Uma boa menina, essa sempre foi minha definição, não porque eu fosse um bibelô para meus pais, mas porque eu realmente sempre fui assim, desde pequena procuro ser e dar o melhor, raramente guardo raiva e sempre tento ser verdadeira, expondo meus sentimentos, fraquezas, enfim, provavelmente trago vestígios da personalidade do meu pai e mãe, e tenho quase certeza que é da parte boa, depois do término das apresentações de todas os tipos de personalidades, acredito que meu pai é o tipo 1, um pai correto, perfeccionista, organizado, mas pelo fato de sempre querer esquecer das coisas, com sua alegria extrema e falar o que pensa quando bebe alguma coisa alcoólica, tendendo para o tipo 7, causa desde o meu entendimento como gente, conflitos no meu lar, minha mãe por sua vez, sempre foi e continua sendo um exemplo de mãe, creio que ela é do tipo 2, uma mulher dada, que ajuda todo mundo, que quando vê alguém precisando de algo está junto, se não tiver dá até o que possui, ela sempre foi uma amiga para mim, quase nunca me negou nada, transmitiu sempre muito amor e confiança para mim, depois dos estudos percebi também que ela necessita de reconhecimento, me recordei de situações onde senti esse querer dela, mas diferente do que o tipo 2 faz, ela não é manipuladora e nem vingativa, não deixa de fazer coisas boas, só porque não foi reconhecida, hoje em dia tento fazer isso, dar o reconhecimento porque é merecido e sinto que ela se sente amada dessa forma e quero que minha mãe sinta o meu amor por ela. Deles dois recebi, por exemplo, buscar a perfeição, mas sem neura e ser boa e gentil com meu próximo e amá-lo como a mim mesma.
Eu me identifiquei muito com o tipo 3 com asa 4, meu ponto de desintegração é o 9 e de integração 6, gosto de trabalhar, de obter sucesso, de ganhar dinheiro fazendo o que gosto e realizar um bom trabalho, sempre tento fazer tudo da melhor maneira, isso exige mais ainda porque trabalho para mim, sou preocupada, e na medida do possível organizada, como tive que delegar um pouco do meu trabalho para outras pessoas procuro não me estressar muito quando algo não sai do jeito que quero, mas me irrito se eu ensinar mais de uma vez e mesmo assim não sair do jeito que é para ser, apesar do meu tipo ter como pecado de raiz a mentira, aprendi a excluir isso da minha vida a anos, e se por alguma coisa eu tender e não mentir, mas não expor as coisas como realmente são, isso me incomoda e acabo de alguma maneira falando o que é. Em casa não sou neurótica, mas organizada, odeio casa bagunçada e mais ainda pela falta de tempo disponível para isso, amo cozinhar e de preferência coisas não convencionais, gosto de inventar, de ser diferente no sentindo bom, tento transmitir amor afinal de contas sou sentimental e necessito desse retorno, não espero muito ser reconhecida no sentido do fazer, mas se por acaso algo sair errado e se minha atenção for chamada por pequenas falhas eu me irrito, e dependendo das pessoas eu exponho o que já fiz, de tudo que ofereci, e depois compartilho isso com amigos e família, pois acho injusto. Considero-me uma boa amiga, amo convivência. Casada com um marido tipo 1, mas assim como eu já evoluído em vários aspectos, convivemos maravilhosamente bem, sempre tentamos superar as opiniões contrárias, somos felizes, para evitar conflitos fazemos balanços dos aspectos, ele corresponde muito bem o que eu procuro.
Para concluir, sem nenhuma dúvida esse estudo do eneagrama me fez rever e repensar meus atos, de relembrar o que eu preciso melhorar, de me fazer recordar da minha infância e adolescência, de ver o quanto eu já mudei e também de perceber que tenho características de vários outros tipos de personalidade. Estou muito satisfeita com o resultado e com certeza irei me aprofundar no assunto.

QUAL A CONTRIBUIÇÃO DO ENEAGRAMA PARA O EDUCADOR?

A importância dessa fonte de conhecimento (o eneagrama) para o educador, é sem sombra de dúvidas uma grande tática de aprimoramento em vários aspectos para o professor. É a partir do auto-conhecimento que podemos buscar nossos objetivos e conseguir trabalhar e melhorar nossas falhas.
Um professor que se conhece, vai procurar colocar em prática suas melhores habilidades, vai saber lidar com seus alunos, ajudá-los a se conhecerem, a buscar as melhores maneiras de convívio, de ensino, métodos, técnicas, e entender que o outro é diferente e que isso exige respeito, assim como as maneiras diferentes de tratamento e aprendizagem que cada indivíduo possui. O eneagrama vem para isso, ele é carregado de informações de fácil compreensão para qualquer pessoa que queira possa se aprofundar e se conhecer com ele, claro que é sempre bom à orientação de um professor especializado no assunto para ajudar com isso. Muitas pessoas acreditam que ir a psicólogo é coisa de ‘louco’, mas não é, esse profissional nos ajuda e muito na compreensão de nossas dúvidas, medo, angustia, nos fazendo entender e evitar futuras doenças psicológicas.
Sabemos que crianças, assim como os adultos necessitam de uma atenção, mas a atenção que deve ser dado a elas necessita ser maior ainda, e para que elas não passem por essas dificuldades emocionais que os adultos costumam passar, o professor deve estar preparado para tudo e saber remediar isso. Muitas crianças de hoje passam por diversos problemas, e o que mais afeta o psicológico deles, influênciando seu aprendizado, convívio, deixando-os com vergonha de si, de se divertir como criança, a revolta, a violência, entre outros são os problemas que eles trazem de casa. O professor como trabalhador direto com essas crianças assume um papel fundamental. O professor e a escola muitas vezes passam a ser refúgio para as crianças, fazendo com que as mesmas sejam soluções, os pais também esperam muito deles, exigindo mais ainda um emprenho não só de tratamento, mas no geral.
Para concluir, acredito que o educador sempre vai ser a peça principal para a transformação do mundo, pois ele é o profissional que mais contribui na construção da base e caráter de quase todos os indivíduos. Sua responsabilidade, portanto é tão grande, exigindo realmente que ele seja um profissional competente. E é isso que a sociedade espera de nós.

UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNA: Ursula Andress Duarte Romualdo de Lavor
Idade: 21 anos

Eneagrama


Durante as aulas de psicologia onde nos foi apresentado o eneagrama, fiquei buscando qual seria o meu tipo. Fiquei um pouco decepcionado pois a princípio não consegui me identificar totalmente com nenhum dos 9 tipos. Entretanto nas últimas aulas quando o professor Roberto falou da sua própria história de vida e revelou o seu tipo no eneagrama foi que eu consegui me identificar dentro do eneagrama. Foi preciso retornar a minha infância e resgatar alguns traumas que vivi para poder entender como encontrar o meu tipo. Sou de uma família pobre, morávamos na periferia da cidade, no Bairro do Seminário, exatamente na Rua “Diógenes Frazão”, porém essa Rua tinha um nome no passado que era “Misericórdia”. Isso mesmo misericórdia, não sei por que tinha esse nome, mas a fama da Rua não era das melhores, acho que por isso nossa mãe não permitia que saíssemos na Rua para brincar, só podíamos sair para a escola, ou seja, até os 12 anos nosso mundo se limitava a escola e a nossa casa. Isso me proporcionou uma certa covardia e medo em relação ao mundo pois não enfrentava a realidade das ruas já que ficávamos muito presos em casa.
Vou tentar falar um pouco de mim e de meus complexos. Dos três irmãos eu era o mais gordo, e os gordinhos eram motivo de gozação, o meu cabelo era mito ruim, todo enrolado. Eu era muito ruim de bola, no colégio, acredito que era porque nossa mãe não permitia que a gente frequentasse os campinhos de areia como os outros garotos. Entretanto meus irmãos jogavam muito bem, então eu pensava: “Não nasci par jogar bola, não nasci com o cabelo bom e ainda por cima era gordo, ou seja, não nasci com sorte.” Além de todas essas coisas minha mãe me achava preguiçoso e distraído e todos os dias me dizia isso. Aquelas palavras me fizeram acreditar por muito tempo que eu era realmente inferior as outras pessoas.
Nossa família passou por um momento muito difícil, quando me pai ficou desempregado, tivemos que trabalhar muito cedo para ajudar nas despesas da casa. Essa condição de ter que trabalhar muito cedo nos deu um amadurecimento precoce, logo tivemos a responsabilidade no sustento da casa. Comecei a trabalhar exatamente com 15 anos na empresa de ônibus Viação Pernambucana. Para minha surpresa convivi com os mesmos problemas da minha infância, pois todos achavam que meu irmão que trabalhava comigo era mais inteligente do que eu, e que eu jamais aprenderia alguma coisa. No inicio isso me perturbava muito, mas depois me deu forças para tentar mostrar a todos que estavam enganados. Hoje continuo trabalhando na mesma empresa e sou chefe da manutenção e responsável pelo treinamento de motoristas, cobradores, mecânicos, eletricistas e serviços gerais.
Por isso acredito que meu tipo é o nove, pois as dificuldades da infância onde me achava ignorado e inferior em relação aos outros, desenvolveu em mim uma fuga dos conflitos e das mudanças, me tornou um pouco acomodado e preso à aquilo que tenho, não gosto, ou talvez tenha medo de mudar, já que trabalho na mesma empresa há 24 anos, sempre corto o cabelo no mesmo salão, só vou a mesma padaria, só gosto dos mesmos lugares, dificilmente vejo coisas ou experimento coisas novas. Entretanto me vejo um pouco no tipo oito, por que gosto que me vejam forte. Sou muito protetor, sou justo, gosto de controlar as situações, gosto de liderar, organizar e sou bastante fiel dos meus princípios. Tenho também afinidade com o tipo um, pois gosto muito de ambientes organizados, esforço-me para corrigir meus defeitos, sou muito auto-crítico, vivo me policiando nas minhas atitudes, e me chateio quando alguém fica magoado comigo, isso me deixa muito triste, prefiro que as pessoas me ofendam a magoar alguém. Sinto também que o tempo passa muito rápido e sempre fica alguma coisa por fazer. Portanto, o eneagrama é uma ferramenta fundamental no auto-conhecimento, pois com ele conhecemos nossos potenciais, nossas fraquezas e podemos a partir no seu estudo nos tornar pessoas mais completas no equilíbrio dos nossos relacionamentos mais equilibradas no individual, na maneira de como somos nós para nós mesmos, de saber que temos defeitos, e que esses defeitos podem ser trabalhados, mas que temos muitas qualidades e podemos aperfeiçoar essas qualidade.

Qual a contribuição do eneagrama para o educador?

O objetivo do eneagrama é? Conhecer-se e entender-se, ou seja, o professor ao entender e estudar o eneagrama poderá compreender melhor os outros, relacionar-se melhor diante as diferentes formas de comportamento. Isso colabora para que o professor consiga conviver com as diversidades tão distintas e tão singular de cada aluno. Alerta o professor e orienta e orienta para não rotular seus alunos e tentar compreender a partir do estudo do eneagrama o porquê do comportamento de cada aluno e como ele pode contribuir os pontos a serem trabalhados para o melhor desenvolvimento do aluno.
Com o estudo do eneagrama o professor irá descobrir que existem três tipos de inteligência: o emocional, o racional e a prática, cada um com suas características. Cada pessoa possui três tipos, mas na infância um deles foi reprimido. Diante dessa afirmação o professor da educação básica deve ter muito cuidado no método e na maneira de lecionar, ter cuidado com sua apresentação e que imagem ele passa para o aluno, pois aquele momento é muito importante na construção da personalidade e na visão de mundo que a criança tem. Cabe ao educador se aprofundar não só no eneagrama, mas em toda ciência, que estuda o desenvolvimento do comportamento. E que possa contribuir de forma positiva na sua missa de educador.

UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSOR: ROBERTO BRITO
ALUNO: JAQUES PAULO PEREIRA DA SILVA

Jaques Paulo Pereira da Silva, 39 anos

CRATO-MARÇO DE 2011

Quem sou eu?

“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos.” (O pequeno Principe, de Antoine de Saint-Exupéry)

Introdução

O presente trabalho visa expandir a capacidade de alcance do olhar, quando o voltamos para nós mesmos, e não somente para o outro, ao qual apontamos o olhar e o dedo carregados de preceitos, que são o resultado das barreiras que não conseguimos quebrar sem antes mergulharmos no nosso próprio eu.

Quem sou eu?

Década de 90, de características marcantes, conflitos surgiram e vários outros cessaram, utopias ganhavam vida, a esperança do terceiro milênio tomava mais força e consistência. O início desta década foi marcado pela divisão do mundo em duas partes completamente distintas e simbolizadas pela construção de um muro. A partir da queda do muro, escolheram um “novo mundo”, ao qual uma criança iria nascer meses depois sem a mínima possibilidade de escolha. A outra metade, a derrotada, fora narrada como um sistema militar, opressor, fechado e antidemocrático, construindo-se a idéia de que estávamos inseridos no melhor e mais perfeito sistema possível.
Em meio à explosão do processo de desenvolvimento tecnológico e de globalização, no interior do Ceará, em 11 de abril de 1990, na pacata cidade de Iguatu, nasceu o ultimo de uma prole de quatro irmãos, este ser tão inocente que prefiro referir-me em terceira pessoa, pelo menos por enquanto.
Esta criança nasce no ano em que a sua cidade muda o foco de subsistência. A grande produção de algodão chega ao fim por conta de uma praga e dá espaço à pecuária e ao processo de expansão industrial e comercial jamais vistos anteriormente. Ela foi criada também num meio novo, de uma forma mais didática e menos rígida em relação aos seus pais e até mesmo aos seus irmãos mais velhos.
O pequeno garoto cresceu, amadureceu, começou a ter mais responsabilidades, ficava em pânico só de pensar na possibilidade de o mundo chegar ao fim no início do terceiro milênio (pobre inocente preso em lendas e crendices populares); ele também chorou o 11 de setembro e seis meses depois decepcionou-se por tomar consciência da outra parte da guerra em uma aula de história. Ele teve medo na grande enchente de 2004, chorou em vários episódios de catástrofes naturais, de violência, emoções essas incitadas com a ajuda da imprensa sensacionalista.
Foi um menino normal, que brincava ou estudava enquanto a sua mãe assistia as novelas mexicanas. Este já foi muito cobrado, por isso que ele próprio se cobra tanto hoje em dia. Contudo, tem qualidades como a busca pela verdade, pela justiça, quesitos estes que o renderam grandes e verdadeiros amigos, os quais são muito responsáveis por uma boa parte do que ele é hoje, das suas idéias e suas ações.
O seu gosto pelas artes e pela literatura lhe dá a versatilidade quando fala e escreve. Todavia, busca o os momentos corretos de expressar-se, escuta muito bem antes de posicionar-se sobre algo, mesmo muitas vezes parecendo ser egocêntrico e arrogante quando se impõe demais. Neste caso atrevo-me a defendê-lo, pois a forma arrogante só acende quando o menino está inserido no que outrora condenara, pois tudo o que ele não quer ser, é demagogo.
Seu perfeccionismo e senso de cobrança contínuo o levam a pensar várias vezes antes de tomar alguma atitude. Para ser sincera, tal senso por muito se apresenta mais forte do que ele próprio. Frustra-se por ter defeitos e por muitas vezes não conseguir corrigi-los. Os sentimentos geralmente são maquiados pelo jeito certinho e até mesmo moralista. Ele finge que nada o atinge, enquanto é capaz de perder uma noite de sono por conta de uma única palavra.
Este menino continua sendo um simples menino, um garoto que ama a sua família, seus amigos e a sua vida, que surpreende a si e aos outros pelas suas ações, aliás, essa é uma das características mais próximas do mesmo para com seu meio, pois as duas facções são metamorfoses ambulantes, como diria Raul Seixas. Este garoto não sou eu, e sim um constructo constante, e eu não sou quase nada, no máximo um pequeno momento, serei outro quando estiver entregando este trabalho, e outro quando o estiver recebendo, afinal somos filho de cronos, e regidos por este temperante ser coercitivo.

Eneagrama / Lecionar

Sobre este tema, é importante ressaltar que a partir do momento que quebramos tal barreira e conseguimos perceber as nossas características e como estão diretamente ligadas as nossas escolhas, modo de pensar, agir e sentir, visualiza-se o quão salutar é o conhecimento do eneagrama para se trabalhar com as pessoas.
O eneagrama não é algo distante a nossa realidade, pelo contrário. Se o tivesse conhecido na época do ensino médio, ápice da adolescência, das dúvidas e inquietações, com certeza aprenderia a tratar com maior maestria os problemas, os conflitos com familiares e até mesmo com os amigos, pois o eneagrama proporciona justamente isto, mai um passo maturacional, na tentativa de chegar mais próximo do próprio eu.
A aplicação do eneagrama é também salutar para o trabalho em equipe, à percepção e à sensibilidade para com o outro. O indivíduo começa agora a relativizar ações e posicionamentos que antes para ele eram radicais e extremas. Na adolescência, o “eu” centro do mundo, daria espaço ao “eu” que também percebe o outro, que sabe trabalhar em equipe, e que se socializa com maior facilidade.
Quando não conhecemos o outro e nem mesmo nos conhecemos, abrimos espaço para a intolerância, egocentrismo e à razão radicais. Em conseqüência de tal fato, continuamos submersos em uma realidade instintiva e insensível, que só poderá ser quebrada com educação e auto-conhecimento.

Conclusão

Conclui-se este trabalho com a certeza de que o que somos nada mais é do que a postura e as escolhas que temos e tomamos diante da vida. Todavia tais escolhas e posturas estão arraigadas a vários outros fatores.
Temos a dádiva da inconstância e da imperfeição, suprimos a beleza do poder errar e do aprender com as escolhas erradas, e porque não dizer visualizar-se e aprender com os erros dos outros?
A excelência de se conhecer é alcançada por poucos. Estes terão a supremacia da experiência, e não somente do conhecimento científico-acadêmico.

Universidade Regional do Cariri
Curso História
Professor: Roberto
Aluno: Cleilson Queiroz Lopes
Crato,Março de 2011
O estudo do Eneagrama possibilitou a cada um identificar seu tipo de personalidade, promovendo um autoconhecimento e abrindo caminho para o próprio crescimento.
Sou a caçula de quatro irmãos, na minha infância fui muito mimada por minha mãe, e sempre tive tudo nas mãos, sentia muito ciúmes dela, e até hoje sinto quando percebo que ela dá mais atenção aos meus irmãos do que a mim. Não gostava de dividir seu amor com ninguém. Ela sempre foi guerreira, se sacrificava para nos ver felizes, e investiu desde cedo nos nossos estudos, e sempre nos incentivou a ser alguém melhor para ter uma vida melhor do quê a que ela teve.
Creio que minha mãe tem a personalidade tipo dois, porque ela ajuda todo mundo, é altamente altruísta, e sei que ela precisa de reconhecimento, caso contrário fica triste, sua auto-estima baixa, achando que não tem valor, porém não deixa de ajudar o próximo.
Minha avó sempre morou com a gente, mas ela não interferia muito na nossa educação, por ela não sairíamos de casa, e ela sempre achou que minha mãe era muito liberal comigo e meus irmãos. Já o meu pai era mais ausente, bebia muito, e raramente tinha tempo para gente, estava sempre por fora do que acontecia conosco, para ele não era necessário que estudássemos. Em 2000, quando eu tinha dez anos de idade ele adoeceu, teve infecção generalizada por causa da bebida e em menos de duas semanas ele faleceu. Foi muito difícil crescer sem o meu pai, e sinto certa inveja de quem tem pai e mãe, quem tem ou teve a oportunidade de crescer ao lado dos dois. Mas graças a Deus minha mãe nunca nos deixou faltar nada.
Fui uma criança extremamente tímida e fechada até com minha família, o que hoje resultou em problema de socialização, e embora eu tenha melhorado significadamente, creio que no momento, esse é o meu maior desafio, no entanto pretendo vencê-lo, mesmo que aos poucos.
Identifiquei-me com a personalidade do tipo nove porque me acho uma pessoa descomplicada, pacífica, e fácil de conviver. Desde criança fui educada para fugir de confusão, de conflitos, minha mãe sempre nos ensinou que brigar é feio, principalmente para uma mocinha. Em muitas vezes prefiro calar-me ou ceder, ao invés de confrontar, porém não abro mão da minha razão.
Consigo confiar nas pessoas mesmo quando pisam na bola comigo, mas não é qualquer pessoa, são aquelas que são importantes para mim. Acredito que todos merecem uma segunda chance, e creio no melhor que cada um tem a oferecer. Irrito-me fácil com pessoa que dão mais valor ao dinheiro, do que ao seu próximo.
Minha asa é a personalidade tipo um, porque gosto de ambientes organizados, acho que na maioria das vezes tenho razão, quando magoou alguém me arrependo e me sinto culpada, porém admito o erro e peço desculpas.
Pretendo me aprofundar no estudo do Eneagrama para aperfeiçoar minhas qualidades, superar os defeitos e adquirir as qualidades dos demais tipos.

NOME: Jairlânia da Silva Felix IDADE: 20 Anos
CIDADE: Crato-CE

COMO DESCOBRI MINHA PERSONALIDADE NO ENEAGRAMA

Através do estudo do eneagrama nas aulas de psicologia da educação, pude perceber que ninguém pode ser do apenas de um só tipo, ou seja, puro, mas que todos nós temos um pouco de todos os tipos, sendo que um dos nove tipos predomina em um determinado indivíduo.
Quando começamos o estudo com o tipo 2 do eneagrama, achei algumas coisas parecidas comigo, mas vi que a maioria dos aspectos daquele tipo não se encaixavam com minha personalidade e assim foi com o tipo 4, tipo 7, não gostei muito do tipo 9 e o interessante é que eu não sabia responder o porquê de tanta familiaridade com esses tipos ao mesmo tempo que não via predominarem mim nenhum deles.
No entanto, quando começamos a explorar o tipo 1, comecei a perceber a predominância desse tipo em minha personalidade. Assim, à medida que avançava, eu tinha a certeza que o tipo 1 era a minha personalidade predominante. Mas confirmando o que eu já tinha percebido antes e o professor tinha falado, ou seja, ninguém pode ser de um só tipo, pois vi que tinha coisas do tipo1 que não condizia com minha personalidade, porém, o mesmo era predominante.
Uma das coisas mais interessante que me chamou a atenção, foi os tipos de personalidades que tinham alguma relação com a minha como os tipos 2, 4, 7 e os que eu não via tanta relação como tipo 9, por exemplo. Esses tipos são exatamente minhas asas e meus pontos de integração e desintegração.
Aprendi na aula que minha asa desenvolvida é a personalidade do tipo 2 e que a asa que tenho que desenvolver é a personalidade do tipo 9, por isso, tenho uma certa antipatias por pessoas com esse tipo. E que o tipo 7, é meu ponto de integração e o tipo 4, meu ponto de desintegração, sendo que gosto mais de pessoas do tipo 4 que do tipo 7, pois temos mais momentos triste que alegres e que as pessoas do tipo 7 são aquelas que gostaríamos de ser, mas que nosso senso moral não deixa que isso aconteça, pois somos do tipo 7 de essência, mas que essa personalidade foi reprimida em alguma fase de sua vida, na infância principalmente, por algum motivo.
Devo lembrar que minha personalidade foi formada não por motivos ocorridos na infância, mas por acontecimentos ocorridos na minha adolescência.

Qual a importância do eneagrama para os educadores?
Como o eneagrama é o estudo da personalidade, as quais são nove tipos, é de grande importância o conhecimento do mesmo por parte dos educadores, pois com esse conhecimento o professor pode conviver com problemas que pessoas que não conhece o eneagrama dificilmente conseguiriam amenizá-lo, isso se tratando de personalidades que acarreta dificuldades nos relacionamentos entre alunos, por exemplo.
O educador que estuda o eneagrama tem a possibilidade de se conhecer, corrigindo-se em todos os aspectos e principalmente no que diz respeito ao ato de educar. Ele pode ter mais controle sobre si mesmo evitando as crises de stress, pois, todos nós sabemos que mesmo os professores estando fazendo o que gostam, eles são pessoas geralmente estão sobrecarregadas e por conta disso sempre têm crises de stress.
Em sala de aula os professores convivem com muitos alunos de diversas personalidades, sendo que ele não pode ignorar tão fato apenas dando aulas expositivas deixando de lado os sentimentos de seus educando. Assim, educador que conhece e estuda o eneagrama podem interagir mais facilmente com uma turma de alunos, pois se tratando de personalidade ele sabe como tratar todos no ambiente de aula.
Outro importante exemplo para que todo educador procure adquirir os conhecimentos do eneagrama, é nos casão em que os pais de alunos vêm à escola em busca de ajuda para ter um controle maior sobre sues filhos, devido já ter chegado ao ponto em que eles não sabem mais o que fazer. É aí que entra o educador com seu conhecimento sobre as personalidades em favor da reorganização do ambiente familiar.
Por fim, podemos dizer que o eneagrama é um conhecimento que os educadores podem manejá-lo em dos outros e de si mesmo, de maneira que, em certas situações problemáticas, ele pode fazer uso desse conhecimento para resolver ou amenizá-las, com o intuito de evitar que as mesmas ganhem grandes proporções. Como exemplo, podemos citar os problemas de relacionamento entre alunos devido a alguma antipatia entre ambos.

João Paulo de Amaral, 26 anos. 29/03/2011.
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Resumo da minha vida Depois do Eneagrama

Na primeira aula onde falava do eneagrama, eu não entedi muito e não me encontrei, mas no segundo momento, e lendo em casa me encontrei no lipo 2 pois me vejo uma pessoa prestativa, solidária e as vezes esqueço de mim para ajudar os outros.
Começando a minha história: sou a 3° filha de uma família de 6 irmãos. Da minha infância tenho muitas lembranças tristes, raramente passa uma coisa boa, um momento feliz. Dos 8 aos 12 anos lembro-me que trabalhava muito na roça, plantando, limpando, apanhando algodão, ia deixar almoço a meu pai e meus irmãos e ficava mais minha mãe ou a irmã mais velha até a noite.Meu pai e minha mãe nunca tiveram oportunidade de estudar sempre viveram da roça e também não se preocupavam muito com os estudos dos filhos nós morávamos no sítio e tinha uma professora que dava aulas particular, mas pra chegar até ela era uns 8 km, isso a uns 30 anos atrás, éramos matriculados, mas faltávamos demais por isso repetia de ano sempre.
Quando passamos a morar na cidade eu já tinha 12 anos e lembro que um dia estava plantando da roça avistava a escola, e via todos entrando no colégio, eu pedia pra ir meu pai falava só na próxima semana quando terminar as plantas, e assim faltava muito e repetia de ano de novo.
Na adolescência não ia as festas, não saia para a pracinha não tinha diversão nenhuma por isso casei logo, eu acho, com 18 anos, aos 19 tive meu filho, era aquela dona de casa dedicada, quis voltar a estudar o marido não deixou.
Aos 26 anos de idade, há doze anos aí atrás passei por um grande problema de saúde, tive C.A o qual perdi o útero e os dois ovários, fiquei 3 meses no hospital do câncer em Fortaleza fazendo quimioterapia, cheguei a ficar com 43 kg muito magra e frágil nesse momento prometi pra mim mesma, que se saísse daquela situação com vida, ia começar a viver a minha vida.Quando me recuperei a 1ª coisa que fiz foi me separar do meu marido, pois no momento que mais precisei dele, ele não me deu força não me ajudou, bebia muito. Me separei fiquei só mais meu filho e Deus, sem trabalho tendo que ir de 3 em 3 meses fazer revisão em Fortaleza, por isso vendi quase tudo que tinha dentro de casa, meu filho foi minha fortaleza ele sempre esteve do meu lado. Voltei a estudar fiz de 5ª a 8ª pelo tele curso e o ensino médio também. Sempre incentivando meu filho a estudar, nunca deixei ele faltar, quando ele estava terminando o ensino médio, e eu sempre falando estude que é pra passar no vestibular e entrar numa faculdade. Um dia ele me cobrou por que mãe nunca fez vestibular? Aquilo ficou marcado e no mesmo ano fiz minha inscrição no vestibular a 1ª vez e passei, hoje estou cursando pedagogia o qual eu me identifico muito e estou muito feliz.
Já trabalhei em casa de família em super mercado, hoje sou professora infantil graças a Deus.
Moro perto dos meus pais, e dos meus irmãos, tenho minha casa, um filho que é o que eu amo nesse mundo. Amo meus pais também, não os culpo pela infância que tive, sempre foram pessoas da roça, não viam outro futuro se não trabalhar só pra se manter.
Eu nunca fui de ter muitos amigos, até aqui mesmo na sala, eu fico dispersa dos colegas procuro me enturmar mas parece que fogem de mim ou sou eu que não sou muito de me enturmar, sou uma pessoa sociável sim. Com vizinhos e familiares estou sempre presente, sou amiga e prestativa, sempre chego junto quando precisam, se for preciso dou a roupa do corpo, meu filho detesta esse meu jeito. Costumo dizer que faço pelo próximo ou que espero que no futuro façam comigo ou com ele, quando precisar alguém que faça algumas coisas por nós se precisar.
Assim sou eu uma pessoa que com 39 anos já passou por muitos altos e baixos.

Maria Valdenia Soares da Silva
39 anos, Altaneira-CE

Autodescoberta

O eneagrama em um conhecimento antigo que conduz ao autodescoberta e propõe a reflexão sobre o modo como agimos e pensamos em determinadas situações de nossa vida.
A partir do momento que fui apresentada ao eneagrama senti-me convidada a refleti e pensar sobre minha personalidade e também acerca das características que assumi ao longo dos anos. No decorrer do tempo informações e conhecimentos a respeito de cada tipo de personalidade: tipos 2-3-4(emocionais/centro de energia no coração), 5-6-7(racionais/centro de energia na cabeça), 8-9-1(tipos práticos /centro visceral).
A princípio identifiquei-me com todos os tipos, pois estava voltando minha atenção para as características secundárias e deixando de lado as essenciais. Essas são definidas pelo modo como o indivíduo se comporta no ambiente de trabalho, com os amigos, nos relacionamentos amorosos e também pelos sentimentos que esse indivíduo sentiu na infância, as formas que ele usou para lidar com sua carência afetiva e as situações enfrentadas no ambiente familiar. É essencial para quem quer descobrir sua personalidade o mergulho no seu íntimo; nas motivações, desejos e sentimentos mais ocultos, a fim de si conhecer realmente, buscar compreender e aceitar as imperfeições humanas.
À medida que as fraquezas e falhas das nove personalidades foram apresentadas, fui me sentindo incomodada com as características de algumas e como esta é um dos primeiros indícios para encontrar a personalidade, percebi que estava no caminho certo. No decorrer das leituras sobre as personalidades percebi que me identifico mais com o tipo 1(um) ,pelo fato de ser uma pessoa perfeccionista que gosta de organização e que também tem uma critica interior muito forte.Mas como todas as nove personalidades sofrem influência das outras ,tenho procurado a prender a desenvolver o melhor da minha e das outras,ou seja estou buscando o equilíbrio.

O conhecimento presente no eneagrama pode contribuir para que o educador se conheça e reflita sobre sua essência, podendo assim desenvolver mais segurança pra falar, expor opiniões e idéias, se posicionar perante situações conflitantes, buscar autonomia e também poder dar aulas melhores, com convicção naquilo que está passando para os alunos. A partir do momento que uma pessoa conhece sua personalidade ela pode criar maneiras de superar as fraquezas e a conseguir o equilíbrio.
Como diz Paulo Freire “A educação é um ato de amor e, portanto, um ato de coragem não pode temer o debate, a analise da realidade; não pode fugir da discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.” Desse modo é fundamental para o educador compreender a si e aos outros e o eneagrama permite isso.

UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI
Departamento de Ciências e Tecnologia
Curso de Graduação em Física
Psicologia
Aluna: Francisca Daniela de Jesus Silva
Profº:Roberto

A descoberta

O estudo do Eneagrama me proporcionou múltiplos momentos de reflexão sobre a minha vida. Este saber, o qual nunca imaginei existir, contribuiu muito para meu crescimento como ser humano, estudante e profissional. Através deste conhecimento, consegui definir a minha personalidade. Analisando assim, a minha infância e adolescência.
Durante a minha infância brinquei bastante em casa, tive muitos brinquedos, fui muito amada por mainha, vô e familiares. Não conseguia brincar na rua durante muito tempo, pois tinha muito medo de deixar meus pais sozinhos. Meu pai sempre foi alcoólatra e continua sendo. Arranjava mulheres, gastava o dinheiro, chegava na maioria das vezes bêbado em casa. Meu avô, amor da minha vida, sempre nos ajudou em tudo, financeiramente e sentimentalmente. Vô era meu protetor, meu pai do coração. Não deixava nada nos faltar
Fui crescendo, e sempre procurei suprir o amor que meu pai não dava a mainha e aos meus irmãos. Quando meu pai brigava com mainha, eu ficava assustada, com muito medo. Mas ao longo do tempo isto mudou. Então, passei a me colocar a frente da minha mãe, e ele acabava me batendo, quebrou cabo de vassoura em minhas costas, jogou um garrafão de 20L de água, cheio, em mim, queria quebrar um prato na cabeça da minha irmã. Tenho quatro irmãos, mas um nunca morou conosco, não presenciava esses episódios.
Na escola sempre fui boa aluna, geralmente o destaque da sala. Sempre fui o motivo de orgulho para minha mãe. Porém, só ficava na escola se minha mãe ficasse. Sentia um medo tão grande e sempre chorava ao chegar na escola. Todavia, mainha ficava toda a manhã na escola, esperando a aula terminar. Quando ela conseguiu um emprego depois de muito penar, já estava me adaptando a ir a escola sem ela. Ao chegar da escola dava conta de tudo, das minha irmãs e de outras responsabilidades. Queria tudo organizado, nunca gostei de bagunça.
No período da adolescência mudou muita coisa em nossa vida. Vivíamos de aluguel, depois ganhamos uma casa, que vô nos deu, mas, a casa após dez anos teve que ser vendida, voltamos então a morar de aluguel novamente. Meu pai passou a beber cada vez mais, arranjou uma mulher e dois filhos. No entanto não os assumiu. Em 2005, meu vô muito amado, o qual nos ajudava, faleceu. Mainha sofreu uma grave queimadura em todo o rosto, meu pai enlouqueceu. Ele não nos deixava dormir, via bichos por toda a casa, queimou a Bíblia, perdeu um pouco dos sentidos, passou seis meses sem andar, mas graças a Deus recuperou-se.
Quando estava neste tormento , todos sofriam com a situação. Nesse período, estava cursando o 3º ano do ensino médio. Chegava na sala de aula sempre abatida. Ficamos oito meses sem energia, mas mesmo assim eu estudava. A noite ficava estudando a luz de velas ou na luz do poste, na calçada. Fiz vestibular para medicina, e enfermagem tentei duas vezes, fiquei nos classificáveis. Tive a oportunidade de cursar Direito, Enfermagem ou Administração, através do ENEM, pois ganhei bolsas. No entanto não pude cursar, mainha estava doente e também não tinha condições financeiras para se manter em outra cidade.
Após a morte de meu avô, tivemos que nos manter sozinhos. Nesta fase até os vizinhos nos ajudaram. Em 13 de maio de 2005 consegui meu primeiro emprego, em uma escola, ganhando R$ 120,00. Fomos nos mantendo. As coisas foram melhorando, meu irmão conseguiu um emprego e fomos nos mantendo como dava. Minha mãe adoeceu novamente, por conseqüência de uma tentativa de estrangulamento ocasionada por meu pai, quando ela estava a dormir conosco no quarto. Ela sofreu uma paralisia facial, perdendo 80% da visão e ficando totalmente estrábica.
Após meses de fisioterapia ela recuperou 70% da visão e continuou sua luta. Não foi possível a permanência do meu pai em casa. Ele foi morar com minha vó, mas nunca deixamos de lhe dá assistência. Em 2008 mainha entrou em depressão e início de síndrome do pânico. Acompanho o tratamento dela desde o início até hoje. Minhas irmãs são amorosas, no entanto preguiçosas, mas dão trabalho, só os rapazes que as vezes nos dão dor de cabeça. Neste mesmo ano sofri dois acidentes de moto e tenho marcas até hoje. Neste ano também passei no vestibular para Fisioterapia, mas não pude cursar.
Em 2009, passei numa universidade pública, curso Pedagogia, gosto e atuo na área a seis anos. Neste mesmo ano minha avó faleceu de forma trágica. Fui vítima de um incêndio, sofrendo graves queimaduras em 50% do corpo, todo lado esquerdo. Esta situação nos abalou muito, mas continuamos a nossa luta. Gosto de fazer de tudo um pouco, sou professora, boleira, decoradora, agente social, educadora social, canto, danço e sou voluntária. Já passei em concurso, mas não fui convocada. No entanto não me canso de tentar.
Após várias reflexões, ainda me restavam dúvidas a respeito do meu tipo de personalidade. Logo no início da apresentação dos tipos, me identifiquei muito com o tipo seis, pois, lembro muito das coisas negativas do meu passado, cumpro com meu dever, fujo de atitudes erradas e sinto muito medo. Porém sempre que recebo uma ordem, reflito antes de agir.
O tipo dois me chamou atenção, porque sou uma pessoa que me adapto facilmente a tudo, gosto muito de ajudar o próximo, dou conselhos, tenho medo de dizer não, pois, me sinto mal. Mas, não bajulo, não espero algo em troca. Quando o tipo nove foi apresentado, pensei que ali era minha personalidade. Não gosto de conflitos, fico satisfeita com qualquer coisa, não exijo muito em material. Contudo, não sou preguiçosa, nem tão pouco acomodada.
Já estava impaciente, pois não conseguia determinar minha personalidade. Quando estudei um pouco mais o tipo um, comecei a rir, em outros momentos angustiada, mas ali realmente era minha personalidade. Minha mãe, quando me reclama diz sempre, que a perfeição está no céu. É, realmente está, mas sou assim, me critico, me culpo, cobro muito de mim e acabo cobrando dos outros. Fico impaciente com indivíduos preguiçosos, me esforço muito, para corrigir meus defeitos, me preocupo com tudo e todos. Tenho uma grande dificuldade de relaxar, descontrair e ficar alegre. Sou realmente o tipo um, com as asas nove e dois, um pouco desenvolvidas. Sinto hoje, após esse estudo que preciso mudar muito, em vários aspectos.

NOME: FABRÍCIA AGAPTO BEZERRA DE ALMEIDA
CIDADE: CRATO
IDADE: 23 ANOS