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Claúdio Naranjo

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Eneagrama para o Ser tão

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quem sou eu pesoalmente?


Quem sou eu pesoalmente?
Uma pessoa sentimental,
Que leva tudo criativamente
Pela solução menos casual.

Me considero um maluco,
Que foge do foco
E gosta de não aparecer
Para o mundo poder entender!!!!!

Eu sou um retirante,
Que veio de Sampa para uma terra
Muito alegre e sinceramente
Calma e rica de cultura!!!!

Eu sou difícil,
Gosto de cultivar amizade gentil,
Pensando que toda pessoa
Tem sentimentos,personalidades,vontade e caráter que voa
Com as asas do saber

Eu sou detalhista,
Mas mostro esses detalhes como poeta.
É...não é minha praia!!!!
Você já sabia?

Eu sou da simplicidade,
Sinceridade é tudo,
Emocionar faz parte da criatividade,
Eu gosto do inesperado,
Porque eu sou inesperado!!!!

Nome:cássio expedito
Idade:19
cidade:São Paulo
Curso:Geografia

Personalidades


REVERÊNCIA AO DESTINO
(Livro, ágape)

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião... Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar as pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente o conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e às vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração (...)


Sou tipo 2 guardo e vivo muito do meu passado, sofro muito com fatos que ocorreram, e que até hoje de repente vem a minha memória, e um deles é a minha infância. Era uma menina muito quieta, gostava de ficar em casa, mas de vez em quando brincava, mas preferia brincar sozinha. Fui obrigada a amadurecer antes do tempo, na minha casa tinha muitos problemas e um deles era o vício do meu pai, e como filha chorava muito com as discussões dele com a minha mãe, queria protegê-la, mas não podia, pois era uma criança muito indefesa. Quando me refiro que não tive infância é porque morei certo tempo em são Paulo, e os meus país precisavam trabalhar. Eles saiam para ir ao trabalho e já levava eu e os meus irmãos para o jardim de infância, e eu só via eles na hora de deixar e na hora de buscar, ou seja, passávamos o dia todo. Já na adolescência ainda tive alguns problemas com o vício do meu pai, pois ele bebia muito, mas no decorrer do nosso desenvolvimento para a fase adulta ele mudou bastante, se tornou outra pessoa, acho que ele mudou o tipo dele. Mas uma vez só que agora na fase adulta, um relacionamento que durou cerca de 6 anos, ou seja, uma boa parte da minha vida, é ai que entra a minha família que sempre foi e sempre será o alicerce de toda a minha vida, me ajudaram muito, principalmente quando tive a iniciativa de sair de casa para vir estudar, trabalhar e o pior morar fora. No início foi difícil me adaptar, e sofria mais com a distância de todos. Hoje vivo muito bem. Sou muito responsável, faço minha faculdade e gosto muito do que faço. Aprendi a lhe dar com a distância, e superei um trauma que tinha, pois não conseguia falar para os meus pais o tanto quanto eu os amava. Com as aulas venho aprendendo a me relacionar com todos os tipos de personalidades. Sou muito hiperativa e venho aprendendo muito com os amigos de sala. As aulas são muito ricas e o professor Roberto Brito está de parabéns.


Sou Mônica Felipe da Silva, natural da cidade de Barro - CE
Tenho 24 anos e curso o 2º semestre de biologia na URCA

O que sou e o que posso ser.


Sou uma pessoa muito persistente, não desisto fácil de algo que quero e dou sempre o melhor de mim em tudo o que faço. Gosto muito de ajudar as pessoas, faço isso com muita facilidade e frequência.
Sou uma pessoa do tipo 2, mas para fazer essa descoberta, voltei a uma época muito dolorosa, a minha infância, a qual guardo mágoas até hoje. Quando tinha 10 anos de idade minha mãe teve um grave problema de saúde e nesse momento o meu pai nos abandonou. Guardei a minha dor e tristeza, achava que naquele momento minha família precisava de mim, então assumi uma postura de pessoa forte e responsável que ia cuidar da família, me sentia muito satisfeita quando sabia que era eu que assumia essa tarefa, isso é assim até hoje, me tornei uma pessoa dedicada e responsável, ajudo a todos, porém não gosto de ser ajudada, faço o possível para resolver minhas coisas sozinhas sem precisar dos outros. Mal sabendo eu que a pessoa que mais precisa ser ajudada sou eu mesma. Essa ajuda deve partir de mim mesma, tendo autoestima e cuidando de mim antes de cuidar do outro.
Eu achava que ajudava somente por generosidade até conhecer o eneagrama, a partir dele descobri que ajudo, não sei dizer não, estou sempre disposta a oferecer um ombro e estender a mão quando necessário, mas quando as pessoas não reconhecem o que faço me chateio bastante.
No meu pior estado de desintegração me torno autoritária, me reclamo bastante e penso, faço tudo pelos outros e ninguém faz nada por mim, nada do que planejo e quero dá certo, mal sabendo eu que ninguém tem nada a fazer por mim. Essa tarefa cabe a mim mesma.
Descobri que devo cuidar de mim, antes de me doar para alguém. Quantas vezes em algum esqueci dos meus desejos e vontades para ajudar o outro? Sem parar para pensar se aquilo realmente era bom pra mim, se realmente estava ao meu alcance.
Às vezes ofereço ajuda sem nem mesmo ser solicitada. Procuro me mostrar sempre como uma pessoa forte, batalhadora, que está presente em todos os momentos e pronta para resolver todos os problemas. É assim que minha família me vê. No entanto, por trás dessa fortaleza se esconde uma pessoa carente, que também se entristece e que chora, mas em nenhum transparece essas fraquezas.
Hoje procuro adormecer mágoas do passado, mas ainda não consegui, nos momentos de dificuldade relembro o que já passei, mas para vencer isso, busco nessas lembranças ruins o confronto com o presente, no qual vivo com paz e conforto e encontro o alívio.
Busco seguir as dicas que o prof. Roberto oferece, vou cuidar mais de mim e entender que as pessoas conseguem viver sem minha ajuda, que isso foi uma máscara que eu mesma criei para acreditar que assim seria reconhecida e amada pelos outros.
Descobri que não vale a pena esperar o reconhecimento de ninguém, devo me amar para poder amar o outro e o reconhecimento que tanto espero das pessoas, posso encontrar dentro de mim mesma, é o amor próprio e que muitas vezes em prol do outro acabei deixando de lado. Inspirada no eneagrama, hoje busco me alicerçar em uma frase e deixo como referência para todas as pessoas do tipo 2.

"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".
William Shakespeare


Me chamo Ângela tavares moro no distrito de Jamacaru, Missão Velha-CE
Tenho 22 anos, curso o 2º semestre do curso de biologia-URCA.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Assim eu sou (tipo cinco)


Não tenho limitações,
Resolvo as variações,
Obstáculos e dispersões,
Usando a minha mente.

Pouco entrego-me as emoções,
Disfarço as sensações,
Distante vou ficar.

Observador, grande especialista,
Pouco combatente,
Porem muito estrategista.

Vencedor e manipulador,
Nas artes da razão.
Vencido e manipulado,
No ofício da ação.

Assim eu sou,
Assim eu estou.
Potente e forte na razão,
Fraco e despreparado na ação.

ALUNO: Emanuel Rui Luna Figueirêdo
Milagres-CE
1° Semestre do curso de Direito

Tipo 7

Durante todas as aulas, principalmente à primeira foi muito impactante sobre minha personalidade . Quando comecei a ler o livro, ja com o meu tipo definido senti muita angústia e uma sensação de medo. Para mim foi angustiante lembrar quantos vezes fui intolerânte com as pessoas que me cercam; por não saber que a "janela" que eles vêem o mundo não é a mesma que eu. Logo depois senti medo quando parei para pensar que o que eu sei sobre mim era muito insignificante. por perceber que eu teria que repensar tudo que eu considerava certo até hoje. Exceto o que mesmo depois dessa experiência continua sendo o certo a ser feito. Desde entao comecei a aprimorar minha personalidade. A superar os meus medos a minha de uma forma que entitulei de "por trás das risadas" pois bem nois do tipo sete estamos sempre rindo brincando, por que não conseguimos enfrentar a dor e a tristeza.
Hoje para mim é impossivel observar uma pessoa sem que não leve em consideração o que aprendi sobre as personalidades.

Jose Adailson Albuquerque Pereira
Cidade: Barro - Ceará

SOU EU MESMO


Olá amigos leitores, acredito que vocês também são ou foram alunos do professor Roberto ou então o conhecem das escolas da vida. Sabemos que nas aulas de Psicologia (ou pelo menos para quem teve o privilegio de ser aluno desse professor) temos o prazer de estudar o Eneagrama, ou seja, o estudo das personalidades distribuídas em nove tipos distontos. Pois bem, nas linhas a seguir falarei um pouco sobre mim e o tipo ao qual eu me identifico.
De início, acho que todos nós tivemos dificuldades de reconhecer o tipo que melhor nos defini (não falarei sobre todos, aliás, não sou especialista no assunto por isso falarei apenas do meu), pois em todos os nove tipos encontramos características que possuímos, na maioria delas as qualidades, mas já quanto ao pecado de raiz não concordamos e por isso tendemos a passar para o próximo tipo.
Eu, assim como muitas pessoas, ao descobrir meu tipo, tive vergonha de assumi-lo, pois nem todas as personalidades são vistas pelas pessoas como normais. Acho que já deu para entender um pouco como eu me sentia e agora posso lhes dizer qual o meu tipo, pois bem, sou o tipo “3”, realmente gosto de ser admirado, elogiado, e gosto de me elogiar, isso me ajuda a ter sempre auto-estima mesmo quando estou em situações difíceis. A maioria das pessoas não me vêem com bons olhos, para elas eu sou “convencido”, “me acho”, “me sinto a última Coca-Cola do deserto”, “o último biscoito do pacote” e assim vai. Na verdade não sou nada disso, sempre faço o melhor de mim, não tenho culpa se as pessoas reconhecem isso, sempre estou na busca de êxito, de sucesso.
Não foi fácil eu descobrir isso, e muito menos de assumir que era isso. No começo dos estudos eu achei que era um tipo dois, muito prestativo, ajudava a todo mundo, mas depois percebi que ajudava mesmo, mas ajudava por que isso me fazia diferente, eu era reconhecido por isso, eu era popular justamente por esse motivo. Também pensei ser o tipo 7, mas vi que eu não era tão feliz assim e a minha infância também não batia com a dos tipo 7.
Finalmente, posso lhes dizer que pode até parecer um pouco fútil esse negócio de Eneagrama, mas não é, é um saber milenar e por isso merece seu respeito, pois ao descobrirmos nosso tipo podemos melhorar nossa vida, corrigir defeitos e tornarmos pessoas melhores. Então busque descobri seu tipo e veja que o que digo é verdade.

Francisco Edigley Macêdo
Curso: Geografia

Tipo 7

Me identifiquei com o tipo 7. Tenho grande facilidade de comunicação e dificilmente estarei triste. Estou sempre brincando, fazendo piadas com as mais variadas situações. Ás vezes, me incomoda quando quero levar algo a sério e não consigo. Minha tristeza desaparece facilmente e quase sempre não guardo mágoas. Gosto de estar em uma roda com amigos conversando, brincando, sorrindo e tomando uma cervejinha de leve. Talvez tenha trazido tudo isso da minha infância, quando me eram ensinadas várias piadas para que em ocasiões não formais eu as contasse. A asa desenvolvida na infância foi o tipo 8, pois gostava muito de mandar e me sentia forte diante dos meus colegas. Meu ponto de integração é o tipo 5, me causa um certo incômodo esse tipo de pessoa que é cautelosa e sinto como se estivesse me limitando.

Anônimo