segunda-feira, 25 de julho de 2011
Quem sou eu pesoalmente?
Quem sou eu pesoalmente?
Uma pessoa sentimental,
Que leva tudo criativamente
Pela solução menos casual.
Me considero um maluco,
Que foge do foco
E gosta de não aparecer
Para o mundo poder entender!!!!!
Eu sou um retirante,
Que veio de Sampa para uma terra
Muito alegre e sinceramente
Calma e rica de cultura!!!!
Eu sou difícil,
Gosto de cultivar amizade gentil,
Pensando que toda pessoa
Tem sentimentos,personalidades,vontade e caráter que voa
Com as asas do saber
Eu sou detalhista,
Mas mostro esses detalhes como poeta.
É...não é minha praia!!!!
Você já sabia?
Eu sou da simplicidade,
Sinceridade é tudo,
Emocionar faz parte da criatividade,
Eu gosto do inesperado,
Porque eu sou inesperado!!!!
Nome:cássio expedito
Idade:19
cidade:São Paulo
Curso:Geografia
Personalidades
REVERÊNCIA AO DESTINO
(Livro, ágape)
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião... Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer. Fácil é julgar as pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente o conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e às vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração (...)
Sou tipo 2 guardo e vivo muito do meu passado, sofro muito com fatos que ocorreram, e que até hoje de repente vem a minha memória, e um deles é a minha infância. Era uma menina muito quieta, gostava de ficar em casa, mas de vez em quando brincava, mas preferia brincar sozinha. Fui obrigada a amadurecer antes do tempo, na minha casa tinha muitos problemas e um deles era o vício do meu pai, e como filha chorava muito com as discussões dele com a minha mãe, queria protegê-la, mas não podia, pois era uma criança muito indefesa. Quando me refiro que não tive infância é porque morei certo tempo em são Paulo, e os meus país precisavam trabalhar. Eles saiam para ir ao trabalho e já levava eu e os meus irmãos para o jardim de infância, e eu só via eles na hora de deixar e na hora de buscar, ou seja, passávamos o dia todo. Já na adolescência ainda tive alguns problemas com o vício do meu pai, pois ele bebia muito, mas no decorrer do nosso desenvolvimento para a fase adulta ele mudou bastante, se tornou outra pessoa, acho que ele mudou o tipo dele. Mas uma vez só que agora na fase adulta, um relacionamento que durou cerca de 6 anos, ou seja, uma boa parte da minha vida, é ai que entra a minha família que sempre foi e sempre será o alicerce de toda a minha vida, me ajudaram muito, principalmente quando tive a iniciativa de sair de casa para vir estudar, trabalhar e o pior morar fora. No início foi difícil me adaptar, e sofria mais com a distância de todos. Hoje vivo muito bem. Sou muito responsável, faço minha faculdade e gosto muito do que faço. Aprendi a lhe dar com a distância, e superei um trauma que tinha, pois não conseguia falar para os meus pais o tanto quanto eu os amava. Com as aulas venho aprendendo a me relacionar com todos os tipos de personalidades. Sou muito hiperativa e venho aprendendo muito com os amigos de sala. As aulas são muito ricas e o professor Roberto Brito está de parabéns.
Sou Mônica Felipe da Silva, natural da cidade de Barro - CE
Tenho 24 anos e curso o 2º semestre de biologia na URCA
O que sou e o que posso ser.
Sou uma pessoa muito persistente, não desisto fácil de algo que quero e dou sempre o melhor de mim em tudo o que faço. Gosto muito de ajudar as pessoas, faço isso com muita facilidade e frequência.
Sou uma pessoa do tipo 2, mas para fazer essa descoberta, voltei a uma época muito dolorosa, a minha infância, a qual guardo mágoas até hoje. Quando tinha 10 anos de idade minha mãe teve um grave problema de saúde e nesse momento o meu pai nos abandonou. Guardei a minha dor e tristeza, achava que naquele momento minha família precisava de mim, então assumi uma postura de pessoa forte e responsável que ia cuidar da família, me sentia muito satisfeita quando sabia que era eu que assumia essa tarefa, isso é assim até hoje, me tornei uma pessoa dedicada e responsável, ajudo a todos, porém não gosto de ser ajudada, faço o possível para resolver minhas coisas sozinhas sem precisar dos outros. Mal sabendo eu que a pessoa que mais precisa ser ajudada sou eu mesma. Essa ajuda deve partir de mim mesma, tendo autoestima e cuidando de mim antes de cuidar do outro.
Eu achava que ajudava somente por generosidade até conhecer o eneagrama, a partir dele descobri que ajudo, não sei dizer não, estou sempre disposta a oferecer um ombro e estender a mão quando necessário, mas quando as pessoas não reconhecem o que faço me chateio bastante.
No meu pior estado de desintegração me torno autoritária, me reclamo bastante e penso, faço tudo pelos outros e ninguém faz nada por mim, nada do que planejo e quero dá certo, mal sabendo eu que ninguém tem nada a fazer por mim. Essa tarefa cabe a mim mesma.
Descobri que devo cuidar de mim, antes de me doar para alguém. Quantas vezes em algum esqueci dos meus desejos e vontades para ajudar o outro? Sem parar para pensar se aquilo realmente era bom pra mim, se realmente estava ao meu alcance.
Às vezes ofereço ajuda sem nem mesmo ser solicitada. Procuro me mostrar sempre como uma pessoa forte, batalhadora, que está presente em todos os momentos e pronta para resolver todos os problemas. É assim que minha família me vê. No entanto, por trás dessa fortaleza se esconde uma pessoa carente, que também se entristece e que chora, mas em nenhum transparece essas fraquezas.
Hoje procuro adormecer mágoas do passado, mas ainda não consegui, nos momentos de dificuldade relembro o que já passei, mas para vencer isso, busco nessas lembranças ruins o confronto com o presente, no qual vivo com paz e conforto e encontro o alívio.
Busco seguir as dicas que o prof. Roberto oferece, vou cuidar mais de mim e entender que as pessoas conseguem viver sem minha ajuda, que isso foi uma máscara que eu mesma criei para acreditar que assim seria reconhecida e amada pelos outros.
Descobri que não vale a pena esperar o reconhecimento de ninguém, devo me amar para poder amar o outro e o reconhecimento que tanto espero das pessoas, posso encontrar dentro de mim mesma, é o amor próprio e que muitas vezes em prol do outro acabei deixando de lado. Inspirada no eneagrama, hoje busco me alicerçar em uma frase e deixo como referência para todas as pessoas do tipo 2.
"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores".
William Shakespeare
Me chamo Ângela tavares moro no distrito de Jamacaru, Missão Velha-CE
Tenho 22 anos, curso o 2º semestre do curso de biologia-URCA.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Assim eu sou (tipo cinco)
Não tenho limitações,
Resolvo as variações,
Obstáculos e dispersões,
Usando a minha mente.
Pouco entrego-me as emoções,
Disfarço as sensações,
Distante vou ficar.
Observador, grande especialista,
Pouco combatente,
Porem muito estrategista.
Vencedor e manipulador,
Nas artes da razão.
Vencido e manipulado,
No ofício da ação.
Assim eu sou,
Assim eu estou.
Potente e forte na razão,
Fraco e despreparado na ação.
ALUNO: Emanuel Rui Luna Figueirêdo
Milagres-CE
1° Semestre do curso de Direito
Tipo 7
Durante todas as aulas, principalmente à primeira foi muito impactante sobre minha personalidade . Quando comecei a ler o livro, ja com o meu tipo definido senti muita angústia e uma sensação de medo. Para mim foi angustiante lembrar quantos vezes fui intolerânte com as pessoas que me cercam; por não saber que a "janela" que eles vêem o mundo não é a mesma que eu. Logo depois senti medo quando parei para pensar que o que eu sei sobre mim era muito insignificante. por perceber que eu teria que repensar tudo que eu considerava certo até hoje. Exceto o que mesmo depois dessa experiência continua sendo o certo a ser feito. Desde entao comecei a aprimorar minha personalidade. A superar os meus medos a minha de uma forma que entitulei de "por trás das risadas" pois bem nois do tipo sete estamos sempre rindo brincando, por que não conseguimos enfrentar a dor e a tristeza.
Hoje para mim é impossivel observar uma pessoa sem que não leve em consideração o que aprendi sobre as personalidades.
Jose Adailson Albuquerque Pereira
Cidade: Barro - Ceará
Hoje para mim é impossivel observar uma pessoa sem que não leve em consideração o que aprendi sobre as personalidades.
Jose Adailson Albuquerque Pereira
Cidade: Barro - Ceará
SOU EU MESMO
Olá amigos leitores, acredito que vocês também são ou foram alunos do professor Roberto ou então o conhecem das escolas da vida. Sabemos que nas aulas de Psicologia (ou pelo menos para quem teve o privilegio de ser aluno desse professor) temos o prazer de estudar o Eneagrama, ou seja, o estudo das personalidades distribuídas em nove tipos distontos. Pois bem, nas linhas a seguir falarei um pouco sobre mim e o tipo ao qual eu me identifico.
De início, acho que todos nós tivemos dificuldades de reconhecer o tipo que melhor nos defini (não falarei sobre todos, aliás, não sou especialista no assunto por isso falarei apenas do meu), pois em todos os nove tipos encontramos características que possuímos, na maioria delas as qualidades, mas já quanto ao pecado de raiz não concordamos e por isso tendemos a passar para o próximo tipo.
Eu, assim como muitas pessoas, ao descobrir meu tipo, tive vergonha de assumi-lo, pois nem todas as personalidades são vistas pelas pessoas como normais. Acho que já deu para entender um pouco como eu me sentia e agora posso lhes dizer qual o meu tipo, pois bem, sou o tipo “3”, realmente gosto de ser admirado, elogiado, e gosto de me elogiar, isso me ajuda a ter sempre auto-estima mesmo quando estou em situações difíceis. A maioria das pessoas não me vêem com bons olhos, para elas eu sou “convencido”, “me acho”, “me sinto a última Coca-Cola do deserto”, “o último biscoito do pacote” e assim vai. Na verdade não sou nada disso, sempre faço o melhor de mim, não tenho culpa se as pessoas reconhecem isso, sempre estou na busca de êxito, de sucesso.
Não foi fácil eu descobrir isso, e muito menos de assumir que era isso. No começo dos estudos eu achei que era um tipo dois, muito prestativo, ajudava a todo mundo, mas depois percebi que ajudava mesmo, mas ajudava por que isso me fazia diferente, eu era reconhecido por isso, eu era popular justamente por esse motivo. Também pensei ser o tipo 7, mas vi que eu não era tão feliz assim e a minha infância também não batia com a dos tipo 7.
Finalmente, posso lhes dizer que pode até parecer um pouco fútil esse negócio de Eneagrama, mas não é, é um saber milenar e por isso merece seu respeito, pois ao descobrirmos nosso tipo podemos melhorar nossa vida, corrigir defeitos e tornarmos pessoas melhores. Então busque descobri seu tipo e veja que o que digo é verdade.
Francisco Edigley Macêdo
Curso: Geografia
Tipo 7
Me identifiquei com o tipo 7. Tenho grande facilidade de comunicação e dificilmente estarei triste. Estou sempre brincando, fazendo piadas com as mais variadas situações. Ás vezes, me incomoda quando quero levar algo a sério e não consigo. Minha tristeza desaparece facilmente e quase sempre não guardo mágoas. Gosto de estar em uma roda com amigos conversando, brincando, sorrindo e tomando uma cervejinha de leve. Talvez tenha trazido tudo isso da minha infância, quando me eram ensinadas várias piadas para que em ocasiões não formais eu as contasse. A asa desenvolvida na infância foi o tipo 8, pois gostava muito de mandar e me sentia forte diante dos meus colegas. Meu ponto de integração é o tipo 5, me causa um certo incômodo esse tipo de pessoa que é cautelosa e sinto como se estivesse me limitando.
Anônimo
Anônimo
Eneagrama
Eu sou do tipo de pessoa que gosta de estar sempre feliz satisfeita com a vida. Na minha infância, fui uma criança criada apenas pela minha mãe e pelo os meus irmãos, sendo eles (as) 5. Apesar da ausência do meu pai não considero que tenha sido uma infância assustadora, de sofrimento, pois apesar de minha mãe ter feito e fazer até hoje o papel de pai e mãe, ela soube me educar, me fez crescer como pessoa. Foi importante ainda na minha infância que minha mãe tinha que trabalhar e quem cuidava de mim era minha irmã, e por conta disso, ela me ensinou a chamá-la de mainha, assim eu fazia. Por conta disso até hoje eu continuo fazendo isso. Portanto digo que tenho 2 mães, uma que chamada de mãe e a outra mainha.
Na minha adolescência, tive uma grande duvida na escolha da minha profissão, qual área queria trabalhar, seguir carreira. Às vezes ainda me deparo pensando, em duvidas de qual área mesmo me identifico, pois quero experimentar um pouco de tudo, ter opções para escolher.
Durante as aulas descobri qual o meu verdadeiro tipo de personalidade eu sou, e é o tipo 7. Uma pessoa tagarela, feliz, exagerada em tudo que tem sonhos que planeja o futuro, que procura estar de bem com a vida e com as pessoas. O meu tipo tem como asa o 6 e 8, sendo que a minha é a 6, o qual é responsável no seu trabalho nas suas obrigações. Aquele que se dedica de corpo e alma as pessoas de quem gostam.
Nome: Maria Suiane de Moraes
Cidade: Crato-ce
Idade: 21 anos
Curso: Geografia- noite
COMENTARIOS SOBRE AS AULAS
AULA 1 – APRESENTAÇÃO
Na aula de hoje – aula inaugural – foi bastante interessante, pois foi uma apresentação através de uma dinâmica que nos possibilitou conhecer os nossos colegas sem nenhuma palavra, apenas com ações e atitudes. Ficamos em grupo e o fato de ser conduzido por pessoas que não conhecíamos foi realmente incrível. Ter que confiar em alguém instantaneamente é difícil e ao mesmo tempo engraçado.
Nesta dinâmica aprendi que devemos acreditar mais nas pessoas.
Em outro momento da dinâmica tivemos que ir ao centro de todos e nos apresentarmos, no escuro. Percebi que todos tivemos facilidade mesmo estando no centro das atenções, principalmente na nossa profissão que precisará falar em público constantemente. Assim o professor acertou em cheio com essa dinâmica de apresentação da disciplina, e também do curso já que é a primeira semana de aula.
AULA 2 – EIXOS DA PERSONALIDADE DO ENEAGRAMA
A aula de hoje foi muito interessante. O professor o professor começou a falar sobre as personalidades através da classificação pelo eneagrama. Este divide três grandes eixos de personalidades, o emocional, o racional e o prático, e dentro de cada eixo existem três personalidades distintas.
Entre as características dos três eixos pude de cara não me identificar com o eixo emocional, já entre o racional e o pratico tive afinidade, assim creio que encontrarei a minha personalidade em um desses dois eixos. Acredito ainda que eu seja mais do eixo prático que do eixo racional.
O que me destacou mais nesta aula foi o fato de conhecer tantas personalidades divididas em eixos e que ninguém vai ser 100% uma única personalidade, sempre teremos características de algumas personalidades, porem uma delas se destacará mais.
AULA 3 – EIXO EMOCIONAL: TIPOS 2, 3 E 4
Hoje foram abordadas as personalidades do eixo emocional que são os tipos 2, 3 e 4. Como já havia percebido não me encontro nesse eixo emocional, não combino com as suas características. Porém o professor orientou-nos a reconhecer tanto as características que nos identificamos quanto aquelas em que não nos sentimos bem, pois esses podem ser indícios d nossa personalidade. Fiquei um pouco confuso em imaginar em ser do eixo emocional, mas devemos primeiro ver todas as personalidades para só depois nos tiparmos em uma delas.
Em relação aos tipos 2, 3 e 4 do eixo emocional, acho que são um pouco fracos, ou talvez eu seja muito frio. Ao mesmo tempo acho que mesmo com a melancolia e sofrimento, eles são bem felizes por conseguirem expressar suas emoções. Talvez sinta um pouco de inveja boa olhando desta forma.
AULA 4 – EIXO RACIONAL: TIPOS 5, 6 E 7
Após a aula de hoje, sobre os tipos de personalidades 5, 6 e 7 do eixo da inteligência racional me senti mais encaixado, pois até então visto o eixo emocional não tinha me encontrado. Agora já comecei a me enquadrar em muitas características das personalidades racionais.
Sempre gostei muito de buscar as informações, pesquisar sobre o que não conheço, gosto muito de estudar e estar sempre bem informado sobre as diversas áreas, porém não tenho obsessão do conhecimento, por isso não creio que seja do tipo 5 ou 6. Já o tipo 7 adorei, tenho muito haver com uma metade do tipo 7, que é o lado de bem com a vida, curtir as coisas boas. Por outro lado não me identifico nem um pouco com o lado palhaço, brincalhão do tipo 7. Gosto dessas pessoas, mas não me vejo com este comportamento.
Agora me sinto mais confortável quanto a meu tipo, pois me identifiquei muito com este eixo, mas ainda não me sinto em nenhum dos tipos 5. 6 e 7.
AULA 5 – EIXO PRÁTICO: TIPOS 8, 9 E 1
Com a aula de hoje e a discursão dos tipos de personalidades do eixo da inteligência prática encerraram todas as personalidades e também as minhas angústias de não se enquadrar em nenhum tipo, dúvida esta que vários outros colegas também demonstraram.
Assim como o eixo racional me identifiquei com bastantes características entre os tipos práticos, até mais que os racionais. Sempre gostei muito de atividades que exigissem ação, atividade. O agir sempre me confortou, mas um agir fundamentado na razão, daí a minha dúvida nesses dois eixos. Dos três tipos práticos, o tipo 1 , com certeza, foi o que mais me identifiquei. Até porque pude excluir facilmente o tipo 8 e tipo 9.
Desta forma, consegui me ver bem encaixado na personalidade do tipo 1, lembrando que algumas características não concordo, e por algum motivo tenho muito haver com metade do tipo 7 do eixo racional, como se esses dois tipos juntos me identificasse. Outro fato que me chamou atenção foi a quantidade de colegas que ainda não se descobriram, e que o professor orientou como sendo normal, pois ainda há outros pontos que vão nos ajudar. Outra curiosidade é que assim como eu outros colegas estão na dúvida entre dois ou mais tipos, e apenas alguns já se definiram como um só tipo.
AULA 6 – ASAS E PONTOS DE INTEGRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO
Após essa aula creio que praticamente todos os colegas conseguiram se identificar em algum tipo de personalidade, talvez um ou outro ainda esteja em dúvida.
As asas que tipo possui que são manifestações de outra personalidade em determinados momentos de nossa vida completam e fecham com precisão as dúvidas sobre o tipo de personalidade.
Um ponto muito importante para mim foi perceber que uma das asas nós desenvolvemos nas fases de infância e adolescência. Comigo foi a asa tipo 9 – mais tranquilo e de ser mediador, ajudar. Ao mesmo tempo em que percebo que a asa tipo 2 do eixo emocional – que eu não tinha gostado, eu preciso desenvolvê-la agora na fase adulta para se aproximar de um equilíbrio emocional.
Em relação à afinidade com o tipo 7, descobri que é justamente o meu ponto de integração, e que são nos momentos de integração, de bem estar, que estarei agindo de maneira mais agradável, mais de bem com a vida.
Assim, com essa aula finalizando todos os pontos do eneagrama pude me identificar perfeitamente no tipo 1, com a asa tipo 2 precisando ser desenvolvida e com um forte ponto de integração bem utilizado que é o tipo 7. Pude perceber também que a maioria dos colegas se encontraram muito bem após a discursão sobre as asas e os pontos.
AULA 7 – DISCURSÃO EM GRUPO ENTRE OS COLEGAS DE CADA TIPO
Hoje houve uma discursão em grupo somente com os colegas de cada tipo de personalidade. Acho que não poderíamos fechar esse estudo das personalidades de maneira melhor. Ao ouvir o depoimento dos nossos colegas de mesmo tipo, temos mais certeza da personalidade definida e também podemos trocar sugestões sobre dificuldades encontradas, concelhos que vão ajudar a resolver muitos problemas que nós do tipo 1 podemos vir a enfrentar.
Mais que nos ajudarmos, foi uma forma de acolher uns aos outros. Senti-me muito bem em compartilhar experiências semelhantes com colegas de mesma personalidade.
ALUNO: GUILHERME ALVARO MAIA ESMERALDO JUNIOR
CURSO :DIREITO
CIDADE: CRATO
Na aula de hoje – aula inaugural – foi bastante interessante, pois foi uma apresentação através de uma dinâmica que nos possibilitou conhecer os nossos colegas sem nenhuma palavra, apenas com ações e atitudes. Ficamos em grupo e o fato de ser conduzido por pessoas que não conhecíamos foi realmente incrível. Ter que confiar em alguém instantaneamente é difícil e ao mesmo tempo engraçado.
Nesta dinâmica aprendi que devemos acreditar mais nas pessoas.
Em outro momento da dinâmica tivemos que ir ao centro de todos e nos apresentarmos, no escuro. Percebi que todos tivemos facilidade mesmo estando no centro das atenções, principalmente na nossa profissão que precisará falar em público constantemente. Assim o professor acertou em cheio com essa dinâmica de apresentação da disciplina, e também do curso já que é a primeira semana de aula.
AULA 2 – EIXOS DA PERSONALIDADE DO ENEAGRAMA
A aula de hoje foi muito interessante. O professor o professor começou a falar sobre as personalidades através da classificação pelo eneagrama. Este divide três grandes eixos de personalidades, o emocional, o racional e o prático, e dentro de cada eixo existem três personalidades distintas.
Entre as características dos três eixos pude de cara não me identificar com o eixo emocional, já entre o racional e o pratico tive afinidade, assim creio que encontrarei a minha personalidade em um desses dois eixos. Acredito ainda que eu seja mais do eixo prático que do eixo racional.
O que me destacou mais nesta aula foi o fato de conhecer tantas personalidades divididas em eixos e que ninguém vai ser 100% uma única personalidade, sempre teremos características de algumas personalidades, porem uma delas se destacará mais.
AULA 3 – EIXO EMOCIONAL: TIPOS 2, 3 E 4
Hoje foram abordadas as personalidades do eixo emocional que são os tipos 2, 3 e 4. Como já havia percebido não me encontro nesse eixo emocional, não combino com as suas características. Porém o professor orientou-nos a reconhecer tanto as características que nos identificamos quanto aquelas em que não nos sentimos bem, pois esses podem ser indícios d nossa personalidade. Fiquei um pouco confuso em imaginar em ser do eixo emocional, mas devemos primeiro ver todas as personalidades para só depois nos tiparmos em uma delas.
Em relação aos tipos 2, 3 e 4 do eixo emocional, acho que são um pouco fracos, ou talvez eu seja muito frio. Ao mesmo tempo acho que mesmo com a melancolia e sofrimento, eles são bem felizes por conseguirem expressar suas emoções. Talvez sinta um pouco de inveja boa olhando desta forma.
AULA 4 – EIXO RACIONAL: TIPOS 5, 6 E 7
Após a aula de hoje, sobre os tipos de personalidades 5, 6 e 7 do eixo da inteligência racional me senti mais encaixado, pois até então visto o eixo emocional não tinha me encontrado. Agora já comecei a me enquadrar em muitas características das personalidades racionais.
Sempre gostei muito de buscar as informações, pesquisar sobre o que não conheço, gosto muito de estudar e estar sempre bem informado sobre as diversas áreas, porém não tenho obsessão do conhecimento, por isso não creio que seja do tipo 5 ou 6. Já o tipo 7 adorei, tenho muito haver com uma metade do tipo 7, que é o lado de bem com a vida, curtir as coisas boas. Por outro lado não me identifico nem um pouco com o lado palhaço, brincalhão do tipo 7. Gosto dessas pessoas, mas não me vejo com este comportamento.
Agora me sinto mais confortável quanto a meu tipo, pois me identifiquei muito com este eixo, mas ainda não me sinto em nenhum dos tipos 5. 6 e 7.
AULA 5 – EIXO PRÁTICO: TIPOS 8, 9 E 1
Com a aula de hoje e a discursão dos tipos de personalidades do eixo da inteligência prática encerraram todas as personalidades e também as minhas angústias de não se enquadrar em nenhum tipo, dúvida esta que vários outros colegas também demonstraram.
Assim como o eixo racional me identifiquei com bastantes características entre os tipos práticos, até mais que os racionais. Sempre gostei muito de atividades que exigissem ação, atividade. O agir sempre me confortou, mas um agir fundamentado na razão, daí a minha dúvida nesses dois eixos. Dos três tipos práticos, o tipo 1 , com certeza, foi o que mais me identifiquei. Até porque pude excluir facilmente o tipo 8 e tipo 9.
Desta forma, consegui me ver bem encaixado na personalidade do tipo 1, lembrando que algumas características não concordo, e por algum motivo tenho muito haver com metade do tipo 7 do eixo racional, como se esses dois tipos juntos me identificasse. Outro fato que me chamou atenção foi a quantidade de colegas que ainda não se descobriram, e que o professor orientou como sendo normal, pois ainda há outros pontos que vão nos ajudar. Outra curiosidade é que assim como eu outros colegas estão na dúvida entre dois ou mais tipos, e apenas alguns já se definiram como um só tipo.
AULA 6 – ASAS E PONTOS DE INTEGRAÇÃO E DESINTEGRAÇÃO
Após essa aula creio que praticamente todos os colegas conseguiram se identificar em algum tipo de personalidade, talvez um ou outro ainda esteja em dúvida.
As asas que tipo possui que são manifestações de outra personalidade em determinados momentos de nossa vida completam e fecham com precisão as dúvidas sobre o tipo de personalidade.
Um ponto muito importante para mim foi perceber que uma das asas nós desenvolvemos nas fases de infância e adolescência. Comigo foi a asa tipo 9 – mais tranquilo e de ser mediador, ajudar. Ao mesmo tempo em que percebo que a asa tipo 2 do eixo emocional – que eu não tinha gostado, eu preciso desenvolvê-la agora na fase adulta para se aproximar de um equilíbrio emocional.
Em relação à afinidade com o tipo 7, descobri que é justamente o meu ponto de integração, e que são nos momentos de integração, de bem estar, que estarei agindo de maneira mais agradável, mais de bem com a vida.
Assim, com essa aula finalizando todos os pontos do eneagrama pude me identificar perfeitamente no tipo 1, com a asa tipo 2 precisando ser desenvolvida e com um forte ponto de integração bem utilizado que é o tipo 7. Pude perceber também que a maioria dos colegas se encontraram muito bem após a discursão sobre as asas e os pontos.
AULA 7 – DISCURSÃO EM GRUPO ENTRE OS COLEGAS DE CADA TIPO
Hoje houve uma discursão em grupo somente com os colegas de cada tipo de personalidade. Acho que não poderíamos fechar esse estudo das personalidades de maneira melhor. Ao ouvir o depoimento dos nossos colegas de mesmo tipo, temos mais certeza da personalidade definida e também podemos trocar sugestões sobre dificuldades encontradas, concelhos que vão ajudar a resolver muitos problemas que nós do tipo 1 podemos vir a enfrentar.
Mais que nos ajudarmos, foi uma forma de acolher uns aos outros. Senti-me muito bem em compartilhar experiências semelhantes com colegas de mesma personalidade.
ALUNO: GUILHERME ALVARO MAIA ESMERALDO JUNIOR
CURSO :DIREITO
CIDADE: CRATO
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Perfeccionista...Essa é a palavra ideal para descrever minha personalidade. Personalidade essa que não só eu, mas todos procuram, para compreender-se melhor e a viver melhor conhecendo suas qualidades, capacidades e defeitos. É impressionante ver o quanto tenho para melhorar. Nas minhas discursões, eu sempre achava que tinha razão, que o meu modo de fazer as coisas era o mais acertado, que todos deveriam seguir minhas regras. Mas hoje, descobrindo coisas que antes eu não percebia, vejo o quanto era intolerante, implicante; o quanto eu discutia-principalmente com a família-por ser zeloso demais. Vejo o quanto eu poderia ter evitado brigas que me deixaram triste e arrependido, por ser o pivô da situação. Percebo agora que a vida pode ser encarada com mais naturalidade, sem tanta cobrança. Temos muito o que aprender com cada pessoa que convivemos, aceitando seus defeitos e fazendo de suas qualidades, nossas qualidades; engrandecendo diariamente a si mesmo, o seu eu, a sua personalidade. Porque nisso consiste a vida: viver e aprender, até o último minuto de nossa existência.
Breno Gomes Ferreira - 19 anos
Biologia-Noite-2° semestre
Assaré-Ce
Descobrimento da minha personalidade
Ao passar das aulas sobre o eneagrama, participei de todas ansiosa pelo momento em que descobriria o tipo de minha personalidade, foi quando o professor Roberto expões o tipo 1, ao ler os tópicos do teste, notei que essa personalidade tinha haver comigo, mas a confirmação veio por ter acontecido como ele havia descrito, que sua personalidade seria a que você sentisse incomodo, como se todos olhassem lhe apontando, e foi o que aconteceu e realimente alguns amigos apontaram.
No que ele ia explicando, vinha em minha mente recordações de alguns momentos da infância, onde me lembrei como eu era uma criança alegre, extrovertida e despreocupada de responsabilidades dos adultos, mas lembrei também que meus pais sempre controlavam o que fazia, nunca deixavam que me divertisse, não apenas pelo que o professor falou por dever me tornar uma filha modelo, mas por que na infância tive muitos problemas de saúde que me impediam de fazer o que as crianças na minha idade faziam, os meus pais sempre procuravam me proteger. Outro ponto, é o fato de ser a filha mais velha, quando tinha por volta dos meus nove para dez anos minha mãe retornou aos estudos, me deixando para cuidar dos meus irmãos, então com isso me tornei responsável bem mais rápido do que deveria ser. Lembro-me que eles nunca decidiam o que queriam de mim, hora me diziam que era jovem demais para tomar certas decisões, expor minhas opiniões, hora muito velha para agir como criança e isto costumava me confundir.
Em relação à asa que desenvolvi, acredito ter sido a tipo 2, pois me preocupo demais em cuidar dos outros, principalmente das minhas irmãs , ainda hoje as trato como se fossem minhas filhas, as vezes chego a ser insuportável, como elas dizem, por me preocupar em protegê-las exageradamente. Em alguns momentos penso que me importo tanto com os outros que acabo esquecendo de mim. Acredito ter desenvolvido está personalidade auxiliar, por ter cuidado dos meus irmãos quando mais jovem.
Algo continua a me perturbar, pois apesar de ter descoberto a minha personalidade, continuo presa a ela, não consegui me libertar, deixar de me cobrar tanto. Os meus amigos falam que devo relaxar, mas não consigo parar, fico perguntando se sou capaz de mudar.
BOA TARDE
TEXTO DE JOSEFA NAGYLA PEREIRA SANTOS,NASCIDA EM 16/05/1990;
2° SEMESTRE DO CURSO DE CIENCIAS BIOLOGICAS- URCA;
APRESENTADO NA CADEIRA DE PSICOLOGIA, TURNO NOITE
No que ele ia explicando, vinha em minha mente recordações de alguns momentos da infância, onde me lembrei como eu era uma criança alegre, extrovertida e despreocupada de responsabilidades dos adultos, mas lembrei também que meus pais sempre controlavam o que fazia, nunca deixavam que me divertisse, não apenas pelo que o professor falou por dever me tornar uma filha modelo, mas por que na infância tive muitos problemas de saúde que me impediam de fazer o que as crianças na minha idade faziam, os meus pais sempre procuravam me proteger. Outro ponto, é o fato de ser a filha mais velha, quando tinha por volta dos meus nove para dez anos minha mãe retornou aos estudos, me deixando para cuidar dos meus irmãos, então com isso me tornei responsável bem mais rápido do que deveria ser. Lembro-me que eles nunca decidiam o que queriam de mim, hora me diziam que era jovem demais para tomar certas decisões, expor minhas opiniões, hora muito velha para agir como criança e isto costumava me confundir.
Em relação à asa que desenvolvi, acredito ter sido a tipo 2, pois me preocupo demais em cuidar dos outros, principalmente das minhas irmãs , ainda hoje as trato como se fossem minhas filhas, as vezes chego a ser insuportável, como elas dizem, por me preocupar em protegê-las exageradamente. Em alguns momentos penso que me importo tanto com os outros que acabo esquecendo de mim. Acredito ter desenvolvido está personalidade auxiliar, por ter cuidado dos meus irmãos quando mais jovem.
Algo continua a me perturbar, pois apesar de ter descoberto a minha personalidade, continuo presa a ela, não consegui me libertar, deixar de me cobrar tanto. Os meus amigos falam que devo relaxar, mas não consigo parar, fico perguntando se sou capaz de mudar.
BOA TARDE
TEXTO DE JOSEFA NAGYLA PEREIRA SANTOS,NASCIDA EM 16/05/1990;
2° SEMESTRE DO CURSO DE CIENCIAS BIOLOGICAS- URCA;
APRESENTADO NA CADEIRA DE PSICOLOGIA, TURNO NOITE
Sou tipo nove, estou sempre satisfeito com as coisas, me considero descomplicado, simples e sincero, sempre digo o que penso mesmo que os outros não gostem. Tenho o dom de aceitar os outros sem preconceitos aceitos como elas são. Sou promotor da paz, dificilmente tenho raiva e quando tenho fico só pra mim não demonstro e nem desconto em ninguém.
Todo tipo nove tem a fama de ser preguiçoso, eu não poderia ser diferente, não tanto no sentido de não fazer nada, mais no sentido de não conseguir ficar concentrado, sem desviar a atenção para coisas sem interesses que não tem nada a ver com o que estou fazendo naquele momento.
E isso acontece comigo mesmo sem querer, principalmente nos estudos, quando tenho que me dedicar pra estudar para alguma prova ou trabalho e ate mesmo pra eu escrever esse texto quase que não começava todo dia eu deixava pra amanhã nunca tinha interesse sempre desvio minha atenção para outras coisas que não tem nada a ver com o que eu devia estar engajado naquele momento, às vezes largo tudo e vou ver televisão ou saio com algum amigo, não consigo tem um foco.
Sei que isso atrapalha minha vida tanto no pessoal como no profissional, varias ocasiões sei que posso e consigo fazer melhor fazer, fazer mais. Por causa disso Tenho muita dificuldade, sinto que há uma barreira que me impede de me expressar e agir melhor. E para quebrar essa barreira tenho que trabalhar meu ponto de integração e aprender a agir com objetividade e construtivamente, não ficar limitado com medo ou vergonha de me expressar de agir não me importar com que os outros vão falar. Começar a descobrir e empregar os meus dons por que sei que tenho e posso fazer isso assim como todos. E como sou sonhador sei que um dia eu consigo.
Natanael Macedo Correa
QUEM SOU EU ?
Meu nome é, Luciano Rodrigues Ferreira, natural: de Juazeiro do Norte, costumo dizer que nasci em duas datas uma em: 06 de março de 1989, e a outra dia 11 de abril de 1989, esta ultima tenho como minha data oficial, pois, foi neste dia que recebi o Batismo. Em muitas lembranças de minha infância as que mais gosto de recordar é os momentos de alegria e de lazer que tinha com o meu pai, aqui acolá costumo lembrar destes momentos importantes do meu passado.
Um momento muito confuso na minha vida do qual me lembro com bastante frequência foi o dia que meu pai faleceu, eu, tinha apenas 3 anos e não entendia toda aquela movimentação, ver meu pai no caixão e as pessoas chorando me causava uma verdadeira confusão de informações e por muito tempo esperava na porta de minha casa o retorno de meu pai, imaginava ele voltando de varias maneiras mais a minha espera sempre foi eterna e em vão.
Aos cinco anos, de idade comecei a sentir duas paixões, uma pela politica outra pela religião, quando era indagado na escola o que eu queria ser respondia que queria ser um padre ou um politico, aos poucos minha concepção sobre estas duas profissões foram ficando mais claras e a medida que passava o tempo mais apaixonado por elas eu ficava. Minha mãe sempre foi contra a minha ideia de ser padre, ela dizia que assim ela nunca teria netos, como se a minha irmã nunca fosse casar e ter filhos, isso por muitas vezes me deixava amargurado e dava uma profunda angustia, o tempo foi passando e aos oito anos, entrei para a catequese e no dia 08 de dezembro de 1998, aos 9 anos, fiz minha primeira Eucaristia na capela da Imaculada Conceição, no bairro Pio XII, na cidade de Juazeiro do Norte, depois deste momento me considerei bastante importante entrei para um movimento religioso dentro da igreja chamado Legião de Maria, e cada vez mais me sentia chamado ao serviço religioso, com 13 anos, entrei na catequese como catequista e lá comecei a ter uma experiência de vida que me possibilitou conhecer novas pessoas e novos lugares e logo me enturmei com novas pessoas e sem perceber aquilo que achava ser vocação foi desaparecendo aos poucos e logo já não mais nutria o desejo de ser padre, pra sorte e alegria de minha mãe, que apesar de me apoiar e de me aceitar não queria que eu seguisse uma carreira sacerdotal.
Aos 14 anos, comecei a namorar e via no namoro uma forma de ser mais feliz, apesar do meu primeiro namoro não ter durado mais que 8 meses, muito aprendi muito e mais ainda me tirou de uma vez por todas a ideia de ser padre.
Só nunca consegui me livrar do desejo de servir as pessoas através da politica e não me imagino fora dela, com 15 anos comecei a participar dos movimentos políticos de minha comunidade e de minha escola, entrei para o grêmio estudantil e passei a participar das campanhas eleitorais de maneira mais ativa apoiando e manifestando minhas opiniões, com essa mesma idade conheci uma militante politica do Partido dos Trabalhadores (PT), e estamos namorando desde então.
No dia 17 de fevereiro de 2007, depois de ter lido a historia e origem de todos os partidos políticos do Brasil, resolvi me filiar ao PT, e em 2008, me candidatei ao cargo de vereador pelo meu município, e 30 dias, depois resolvo renunciar minha candidatura por motivos particulares.
Dentro de minhas atuais atividades estou Secretário executivo de uma fundação sem fins lucrativos que atende 180 famílias carentes de minha comunidade no bairro Timbaúbas; Coordeno o Grupo Missionário Nova Filadélfia e ocupo o cargo de Diretor do Departamento de Turismo e Romaria, da Secretaria de Desenvolvimento econômico Turismo e Romaria de Juazeiro do Norte.
Ao longo de minha vida tive uma infância comum, sem muitas novidades, mas o a presença sempre atuante de minha mãe, que me educou numa rigidez com muitas surras, orientações e conselhos e considero estas ações, como três grandes pilares para uma boa formação, não gosto de festas seja elas, quais forem, me sinto bastante angustiado nestes eventos e tenho uma vida bastante pacata.
Luciano Rodrigues Ferreira
Geografia
Texto de leitura do Eneagrama
Cada um de nós humanos tem uma maneira diferente de olharmos e encararmos a vida. Às vezes alguns acontecimentos acabam fazendo com que a vejamos pelo o seu lado bom, onde tudo é maravilhoso, onde tudo dá certo e não há lugar para tristezas e coisas desagradáveis.
Mas a mesma vida que muitas vezes nos mostra seu lado bom, nos trás a realidade, onde o perfeito não existe e é preciso ter força e garra para encarar seus altos e baixos diariamente, para que consigamos adquirir sabedoria para encarar essa grande aventura que é a vida, onde nenhum de nós saíramos vivos, mas que é única, curta e cheia de dificuldades dando a ela a graça e o brilho de estarmos vivos, afinal não há nada melhor do que sentirmos a sensação de que somos capazes de encarar suas dificuldades e ainda aprender uma lição em cada momento que ela nos proporciona.
Ao longo das aulas eu vinha tentando encontrar em um dos tipos do Eneagrama aquele que realmente descrevesse quem sou, mas demorou, só no ultimo tipo apresentado foi que conseguir encontrar o tipo da minha personalidade. Fiquei relembrando de como tinha sido a minha infância, de como era o meu comportamento e minha atitudes de hoje, enfim fui me dando conta de que naquela descrição estava grande parte daquilo que compõe minha personalidade.
Desde pequena fui cobrada pra ser uma espécie de “modelo”, típico do tipo 1, e isso fez com que eu me torna-se uma pessoa que gosta de coisas certas, que odeia errar e que não suporta quando as coisas saem fogem controle, evito ao máximo não fazer planos para eu não me irritar, mas nem sempre consigo, preciso desenvolver minha asa nove.
Enfim, considero o Eneagrama uma verdadeira oportunidade que possibilita o autoconhecimento e que nos mostra o quanto nossas experiências de vida desde a infância influência no que somos hoje e naquilo que ainda poderemos ser.
Sou Linaria Martins Ferreira, aluna do curso de Ciências Biológicas II semestre-noite;
Tenho 18 anos
Moro em juazeiro do Norte e sou uma pessoa do tipo 1.
email:linariamartins@hotmail.com
Minha história de vida
Minha história de vida está muito relacionada ao tipo Sete, pois na minha infância passei por muitas dificuldades relacionadas ao medo e ao trauma da perda, porém fugi muitas vezes da realidade e das possibilidades de se comunicar com os amigos e pessoas mais próximas. Tive também momentos de alegria e de muitas atividades, onde, a maior parte da minha infância foi voltada para a cultura, através da Sociedade Lírica do Belmonte- SOLIBEL, lá participei do coral infantil, aprendi o básico sobre a teoria musical, aprendi a tocar vários instrumentos como, violino, piano, instrumentos de percussão e a sanfona.
Na adolescência participei da Orquestra Pe. David Moreira como violinista, participei também em muitos outros grupos da mesma escola, daí fui crescendo e estudando na escola tradicional do ensino fundamental e médio onde tive toda a base estrutural de um cidadão. Como um bom aluno e muito bem orientado pelos meus professores de música e também depois de conseguir um pouco da experiência como músico junto com amigos e companheiros formamos uma banda de forró pé de serra de nome Belo Xote e que ainda hoje atuamos nas melhores festas da região do cariri e em outras regiões.
Hoje com minha fase adulta sou acadêmico do curso de geografia da Universidade Regional do Cariri e estou atuando como professor de música na escola Aderson da Franca Alencar no Bairro Lameiro, Crato-Ce, onde estou tendo uma grande experiência como um profissional e como pessoa humana e cidadã. Atualmente me considero uma pessoa muito alegre, extrovertida e de bem com a vida, tenho muitas amizades verdadeiras e uma relação muito amigável com todas as pessoas que me cercam.
Universidade Regional do Cariri- URCA
Professor: Ms Roberto Brito
Aluno: Carlos Raphael dos Santos Silva
Cuso: Geografia- III Semestre Noite
Idade: 26
Cidade: Crato
Abraço!
Onde esta aquele garoto que se encondia do mundo mundo e vivia no seu casulo, o que colocava os enteresses dos demais acima dos seu, além de nunca buscar o reconhecimento e se contentar com qualquer situação estava sempre tentando estar a altura da imagem que faziam dele, mas não dava mais pra se manter assim e conter sua vontade própria precisava expressar quem ele era de verdade, apesar das pessoas em sua volta estarem bem com essa imagem, ele mesmo se sentia mal com o acumulo incosciente de seus verdadeiros sentimentos e ações que devia ter tomado.
Ele mudou da agua para o vinho, ou não, dependendo do ponto de vista, mas agora ele se encontra sempre em primeiro plano, colocando-se acima dos outros, deixou de se esconder através de ´planejamentos e partiu para a ação buscando o reconhecimento dos demais, porque parece que de forma incoscientemente o reconhecimento deles é mais importante que o dele mesmo, não se importando se isso quebraria sua imagem perfeitinha perante os outros, aliás parece que isso é sua aprovação como forma de mostrar que ele mudou e que todos devem se adaptar a ele, pois ele não vai ceder de nada perante a mais ninguém. “ Rebeldia ou a criação de uma nova máscara (Personalidade).
Raimundo Alves da Silva Neto – 2º semestre Biologia
Ele mudou da agua para o vinho, ou não, dependendo do ponto de vista, mas agora ele se encontra sempre em primeiro plano, colocando-se acima dos outros, deixou de se esconder através de ´planejamentos e partiu para a ação buscando o reconhecimento dos demais, porque parece que de forma incoscientemente o reconhecimento deles é mais importante que o dele mesmo, não se importando se isso quebraria sua imagem perfeitinha perante os outros, aliás parece que isso é sua aprovação como forma de mostrar que ele mudou e que todos devem se adaptar a ele, pois ele não vai ceder de nada perante a mais ninguém. “ Rebeldia ou a criação de uma nova máscara (Personalidade).
Raimundo Alves da Silva Neto – 2º semestre Biologia
CORDEL DO ENEGRAMA
Segunda, terça, quarta e quinta-feira
É só monotonia
Mas quando chega na sexta-feira
Sinto uma imensa alegria
Pois é prazeroso ter
Aula de psicologia
Com o professor Roberto
Falando da personalidade humana
Revelar seu comportamento
É uma coisa bacana
Isso só pode acontecer
Usando o eneagrama
Para fazer melhor análise
Há um aspecto principal
É preciso usar os centros
Um deles é o mental
Em seguida o motor
E também o emocional
Descobrir a personalidade
É necessário atenção
Pois são nove os tipos
Que trazem convicção
Retrata como é seu tipo
Lida com sua emoção
O tipo um é perfeccionista
Exibe criatividade
Tem exigência nociva
Demonstra capacidade
Lida com situações
E mostra habilidade
Tipo dois é amigável
As vezes é orgulhoso
Gosta de ajudar o próximo
É passivo e carinhoso
Chega a fazer sacrifícios
Para agradar os outros
Já o três é egoísta
Progressista e mentiroso
Cria uma falsa imagem
Para chamar atenção dos outros
Vivem buscando o sucesso
Tem sentimento enganoso
O tipo quatro é insatisfeito
E bastante emotivo
Exagera o sentimento
Vive de puro masoquismo
E sente dificuldade
De admitir esse vicio
Depois vem o tipo cinco
Planejador e estrategista
É bastante reservado
Intelectual e objetivista
Gosta de ser observador
É muito individualista
O tipo seis é desconfiado
E bastante cuidadoso
Para lidar com as coisas
Costuma ser cauteloso
Mas no fundo, no fundo
Não passa de um medroso
O tipo sete é otimista
E acima de tudo feliz
Bem humorado e ativo
Corta o mal pela raiz
Ah! Ser esse tipo
É tudo que eu sempre quis
O tipo oito é autoritário
E bastante desafiador
Gosta de vingar injustiça
E de ser confrontador
Tem habito incontestável
De ser dominador.
Finalmente o tipo nove
O preguiçoso e pacifista
Preservador da paz
Gosta de ser ocasionalista
É indeciso e lerdo
E bastante conformista
NOME: JOSEFA EDILENE DA SILVA
CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
IDADE: 19 ANOS
CIDADE: CARIRIAÇU
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