Profº Roberto Brito
Aluna: Adriana de Fátima Silva Nogueira
Nosso último encontro de quarta-feira, na disciplina de Introdução à Psicologia, foi um momento muito agradável e prazeroso, que nos deixará saudades.
O professor como sempre muito simpático e atencioso, mostrou-nos um slide sobre as três grandes forças da Psicologia, que será o assunto das próximas aulas. Mas, o objetivo maior do encontro foi comentar sobre a nossa identificação com as personalidades apresentadas nas aulas anteriores, que até então estava em dúvida sobre qual seria a minha. Ele explicou e esclareceu mais sobre cada tipo e aos poucos fui me reconhecendo no tipo dois, pois sou uma pessoa de fácil relacionamento, considero-me amiga correspondendo com aquilo que os outros esperam de mim, aconselhando-os e confortando-os sempre que precisam e me pedem ajuda. Sou prestativa, responsável, acredito sempre nos outros, principalmente no que eles têm de melhor. Acho-me sensível, emotiva, gosto muito de trabalhar em grupo, defendo minha família e meus amigos, coloco minhas necessidades a serviço dos outros, fazendo mais do que posso. Tive uma infância maravilhosa, onde me dividia apenas com o estudo e as brincadeiras de boneca, meus pais sempre estiveram presentes, educando-me e orientando-me para crescer com responsabilidade, honestidade, respeitando e amando o próximo.
Como é próprio do tipo dois, sinto-me tentada todos os dias a ajudar alguém, servir o próximo é uma atitude que faz bem para a alma, faz parte da minha personalidade. Tenho dificuldade em dizer não, apesar de que hoje eu esteja aprendendo a lidar com esta situação. Muitas vezes, sinto-me sobrecarregada por prometer mais do que posso fazer e me culpo por isso. Aprendi nas aulas do Eneagrama, dois caminhos de crescimento que cada tipo possui nas suas laterais; asas que são personalidades que se desenvolvem com o passar do tempo: infância, adolescência, adulta. O tipo um é minha asa direita e o tipo três é a asa esquerda. Meu ponto de integração é o tipo quatro, que me faz viver o “eu mesmo”, o ponto de desintegração é o tipo oito, para me proteger de algo, comporto-me às vezes de maneira um pouco agressiva.
Portanto, somos surpreendidos todos os dias na vida com atitudes e emoções diferentes. Encontrei no tipo dois, uma postura que mais se aproxima de minha personalidade, pois o que mais importa na vida é amar e ser amado sempre.
sábado, 15 de janeiro de 2011
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