Minha Infância
Nasci no Município de Itapiúna, e mi criei no distrito de Caio Prado
Minha infância foi boa, mas não tive muitos amigos e sempre fui uma criança muito calma, as pessoas sempre se admiravam por não ser danada como a maioria das crianças. Mas aproveitava quando minhas primas vinham mim visitar, brincava bastante, nossa mim divertia demais, mas depois que elas iam embora sentia um vazio já que não tinha amigas, então brincava sozinha.
Apartir dos seis anos de idade comecei a estudar, no primeiro dia de aula chorei bastante, mas logo mim acostumei, lá fiz umas amizades e passei a mim sentir muito melhor mais contente, mas algo ainda mim deixava triste, a ausência de meu pai. Ele trabalhava fora e eu só o via nos finais de semana, e com essa rotina nunca tive um dialogo com ele, sempre fui afastada pra falar a verdade tinha vergonha dele, quando eu queria alguma coisa eu pedia a minha mãe falar com ele o que eu queria, eu tinha medo dele dizer NÃO e isso acontecia sempre, mas em relação aos meus estudos ele sempre queria saber como eu estava e sempre lutou para o meu melhor
Já minha pré-adolescência não foi muito boa, nunca sai pras festas com minhas amigas por que meu pai não permetia ele dizia que eu tinha que mim ligar só em meus estudos. E passei a ter início de depressão, quando eu via minhas amigas indo se divertir eu mim sentia muito mal, mas graças a Deus superei, e tenho amigos que mim davam forças e uma mãe maravilhosa. E passei a me acostumar com minha vida do jeito que ele queria
Quando ele se aposentou pensei que ele passaria mais o tempo em casa só que continuou igual ele passava a semana aqui em Quixadá e nos finais de semana ele ia para Caio Prado por que ele tem outra família aqui.
Mas minhas adolescências tiveram muitos momentos marcantes e divertidos, meus amigos sempre iam para minha casa e lá dávamos muitas risadas nossa mim sentia tão feliz que acaba esquecendo as tristezas que tive.
Quando concluir o Ensino Médio tentei vestibular e infelizmente não havia passado e meu pai mim deu a maior força e disse que muitos tentam mas é difícil entrar em uma Universidade, e na segunda tentativa mais uma vez não conseguir passar e dessa vez ele disse que eu não serviria para varrer rua, nossa isso mim doeu demais, só que essa frase mim fortaleceu ao mesmo tempo e mim deu mais força de vontade de mostrar que eu era capaz mas principalmente por mim
Então meus pais decidirão vir morar a que em Quixadá por motivos de meus estudos, e assim foi. Dias depois de nossa mudança tentei o Vestibular e graças a Deus mostrei que fui capaz, ele ficou muito feliz e eu até chorei de tanta felicidade por que era o meu maior sonho e sei que a Faculdade mim fará subir na vida.
Hoje passei a ter, mas um pouco de afinidade com meu pai, mas ainda há uma distancia, mas sei que irá continuar mudando e para melhor, hoje eu já falo dos meus sentimentos como minha vida amorosa, na hora que eu falei foi um choque pra ele, mas com o tempo ele percebeu que não sou mais criança e que tenho que seguir meu próprio rumo.
em relação ao Enegrama eu mim vi em todos os tipos mas eu acho que eu sou o tipo 2 por que eu adoro ajudar as pessoas mas escondo dentro de mim uma enorme carência.
Mas o Enegrama mim ajudou a entender que a fraqueza e a necessidade da ajuda é algo normal é de todo seu humano e que colocar pra fora tudo que você senti é um passo muito grande para melhorar nossas vidas, e foi isso o que fiz e valeu apena.
Aprendi que a vida é um jogo
E ganha àquele que for o melhor,
Talvez eu não consiga ser a melhor de todos, mas lutarei para ser uma das melhores!
AUTOR:ANONIMO
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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