Falar sobre mim é difícil, por eu ser uma pessoa tímida, não conto certos assuntos nem para pessoas mais pertos de mim, como minha namorada por exemplo.
Na minha infância toda vivencie aquele medo de toda criança tem, de seus pais separarem, todo dia tinha brigas deles dois e alguma até graves, uma vez presenciei meu pai jogando uma televisão em cima da minha mãe. Por causa do meu pai e por causa das “vergonhas” das brigas não tive muitos amigos eu os que tive eu achavam que ele me usavam para alguma interesse deles..Nesse momento da minha era resumida entre o colégio( minhas único lugar que tive alegrias) e meu quarto que onde eu passa maior parte do tempo.
Meu começo de adolescência mudei de ensino do particular para publico, onde eu vi pessoas mesmo com dificuldades, queria a superar e conseguir uma vida para eles e principalmente para os seus pais. Minhas notas escolares sempre foram medianas, falta de uma pessoa que motivasse que me ajudar a resolver os exercícios comigo, o que eu sempre escutava que pra ser alguém teria que estudar. Nesse mesmo período vivencie a depressão da minha mãe. E uma conversa escutei que minha mãe tomou um remédio abortivo, desde esse momento vivo na pergunta, se eu era mesmo pra nascer?
Minha entrada na universidade para o curso de pedagogia foi na pressão, porque já tinha feitos dois vestibulares e os dois fiquei perto dos classificados.
No eneagrama o tipo que mais identifiquei foi o tipo seis, por eu ser uma pessoa pessimista, insegura e fiel. De ter o senso o que pode dar errado. Na parte das amizades gosto de testar (com tempo ou alguma demonstração) para depois confiar neles,
Minhas duas assas de integração age muito na minha personalidade, tenho momentos que fico mais o tipo sete, quero esquecer os problemas da vidar e sorrir, em outros faço como o tipo cinco fico observando e quero ficar independentes dos outros. Mas procuro adquirir um pouco de cada tipo,para ter vida melhor.
AUTOR: ANÔNIMO
sábado, 18 de setembro de 2010
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