Eu sou
Eu sou tipo 2 porque eu sou uma pessoa altamente emotiva e sensível,mas acima de tudo gosto que reconheçam isso,me adapto com facilidade à novos ambientes e pessoas.
Minha infância foi boa,exceto porque meus pais trabalhavam o dia todo,e eu passava a maior parte do tempo com meus irmãos e a moça que trabalhava lá em casa,então as vezes eu sentia uma carência e tentava chamar atenção de todos que estavam ao meu redor.
Fui crescendo,e me tornando uma mulher bem emotiva,atenciosa,que muitas vezes cuidava mais dos outros do que de mim. Sou muito prestativa,amável,mas se pisam no meu calo eu viro uma fera e mostro meu ponto de desintegração que é 8,e se preciso for rodo a baiana. Não sou de confiar em todo mundo,sou mais de escutar e ajudar,do que falar de mim pra outras pessoas.
No amor me entrego de corpo e alma e tento satisfazer meu parceiro em todos os sentidos,e as vezes penso tanto nele e acabo esquecendo dos meus próprios desejos e quando não sou reconhecida da maneira que desejo,fico decepcionada. Afinal tenho um marido tipo 8 que é mais de demonstrar com ações do que com palavras bonita, e eu gosto de ouvir eu te amo,e pra ele é muito mais fácil me beijar e abraçar do que falar essa frase. Então de vez em quando me dá uma sensação de tristeza,mas que também logo passa,quando ele chega e me enche de mimos.
Quando estou com os amigos,ou fazendo algum trabalho,gosto de ajudar,de servir mas gosto de ser reconhecida. Meu pecado é ser um pouco orgulhosa,embora ás vezes me sinta frágil,não gosto que me vejam assim. Pois é gosto de ser prestativa,mas não quero nada de mais em troca,só um simples obrigada.
Quando me sinto perdida vou e me apego ao meu lado místico,religioso,e então me encontro com o meu ponto de integração que é o 4,porque gosto de ser diferente,de ser única. Uma vez escutei uma frase e até hoje ela me acompanha “não faça de sua vida uma estrada,onde todos passam,mas ninguém fica”,então sempre que precisarem estarei aqui,pois esse é o meu jeito,gosto de estar presente,ser útil,gosto de ser lembrada e me apavora a idéia de ser esquecida.
Autora: Francisca Josimeury de Souza
Cidade: Pirangi-Ibaretama
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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